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background do Javali-Caolho (Dead)

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background do Javali-Caolho (Dead)

Mensagem por jacome em Qua Mar 12, 2008 9:44 pm

Em sua mocidade Glin era um ser alegre e travesso como a maioria dos gnomos, ele vivia em uma pequena vila, porém sua paz estava para chegar ao fim. Repentinamente as forças de Gran surgiram no horizonte espalhando destruição e terror, e a pequena vila de Glin foi saqueada e destruída, aqueles que sobreviveram ao ataque foram salvos pelos clérigos locais, que socorreram e refugiaram os habitantes do extinto vilarejo. Como um dos poucos sobreviventes Glin perdeu todo seu clã e todos seus amigos e passou a ser um gnomo carrancudo, sério e fechado. Glin jurou fazer de tudo pra combater as forças de Gran e inspirado pelos clérigos que foram os únicos que fizeram alguma coisa útil em seu passado sombriu ele adentrou em uma ordem religiosa. Glin se tornou clérigo de Fharlanghn e como ele sempre foi esforçado em sua missão. Ele logo ganhou respeito dos seus companheiros, em sua jornada no clericato Glin foi promovido e várias vezes e acabou sendo um guia de comboios de mercadores que desviavam suas rotas para não se encontrarem com os agentes de Gran. Durante alguns anos Glin escoltou mercadores sem nunca conhecer uma batalha, mas em um dia cruel sua sina mudou. A caravana que Glin guiava acabou por se encontrar com seus inimigos e então o gnomo enfrentou pela primeira vez aqueles que lhe arrancaram tudo. A batalha foi sangrenta e significou a compilação de todo o passado do clérigo, Glin deixou extravasar toda sua ira em cada golpe que aplicava e a cada inimigo que derrubava ele encontrava um pouco de redenção do seu passado trágico. No fim do combate os mercadores e sua escolta conseguiram vencer seus desafiantes porém Glin perdeu seu olho esquerdo e sua sanidade. A partir de então o clérigo esqueceu seu passado, tendo como sua lembrança mais antiga esta batalha e o coquetal de sentimentos que ela provocou. Depois disso o gnomo recuperou sua alegria e seu amor por pregar peças devido unicamente a sua loucura, devido a isto também ele sofre de vários distúrbios de personalidade, chegando a ser precavido e sábio, melancólico e carrancudo ou agressivo e sádico dependendo do momento ou com quem ele acompanhe. Por ter enlouquecido Glin perdeu todo seu prestígio em sua ordem, ele continua famoso entre os clérigos de Fharlanghn, só que agora ele é conhecido como um clérigo insignificante ou muitas vezes um problema, no entanto ele não perdeu apoio de seu deus. Alguns dos clérigos afirmam que Fharlanghn se identificada com a perseverança do gnomo e nunca irá abandona-lo. Hoje Glin vaga pelas terras dos reinos conhecidos e desconhecidos, com um tapa-olho no seu lado esquerdo, sua barba ruiva e crespa, sua careca na frente de sua cabeça escondida por seu manto de javali cujo o capuz é cabeça deste animal e é claro seu enorme ódio pelas forças de Gran. Glin atualmente tem apenas 2 objetivos, viajar e pisar no máximo de terra que poder e atrapalhar na melhor maneira os planos de seu arqui-inimigo. Devido sua andanças Glin tem uma reputação estranha, que vai de um bom clérigo prestador de ajuda a uma verdadeira praga, Glin também recebeu muitos apelidos durante suas aventuras os mais conhecidos são Javali Caolho pirat ( no qual Glin costuma se apresentar ), Javali Maluco e também Gnomo-sem-Clã ( dado pelos clérigos de sua seita antes mesmo dele enlouquecer).


Última edição por jacome em Qua Out 22, 2008 1:14 am, editado 2 vez(es)

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Re: background do Javali-Caolho (Dead)

Mensagem por jacome em Dom Abr 13, 2008 10:55 am

[b]O Manual do Amigo do Clérigo Fanfarrão 1.0 [/b]

Devido a reclamações de um "certo" PDJ =D, aí vai um manual explicando algumas ações de Glin.

Glin é um clérigo de Fharlanghn ( que nome desgraçado =D ) e segue a doutrina da neutralidade. Mas devido a loucura de Glin, ele acabou interpretando essa doutrina de uma maneira um pouco diferente que eu chamo de doutrina do equilíbrio, que consiste em cada boa ação ser compensada com uma má ação e vice-versa, claro que Glin não vai matar ninguém, o máximo que ele pode fazer é esconder um item ou passar um trote na equipe XD.

A doutrina do equilíbrio é passada para as curas da seguinte forma:
- Os amigos do Javali-Caolho ganham cura de graça.
- Aqueles que Glin não considera amigos nem inimigos pagam pelas cura.
- O Javali-Caolho nega cura para aqueles que ele não gosta, afinal ele não precisa curar seus inimigos.

Claro que Glin não vai rejeitar curar uma pessoa morrendo ( com 1 ou menos de PV )

A tabela dos personagens que o Javali-Caolho curaria ou não.

Glin curaria de graça:

O anão -> O anão é o personagem que Glin mais se identifica
Gnom -> apesar dele não compreender as fontes de poder do druida, Gnom é um amigo de longa data
Os amigos de Narert -> Os amigos de Narert foram os únicos simpáticos com Glin.
Os elfos -> Quem dá abrigo e comida para o Javali-Caolho merece respeito.

Glin cobraria pela cura:

Conde Aldemar -> por causa dele Glin perdeu 50 PO, porém ele parece está disposto a pagar sua divida.
Tisune -> Glin não foi com a cara dele, porém ele está se mostrando um companheiro valoroso.

Glin não curaria:

Morlock -> não dividiu a comida com Glin, Glin não irá dividir mana com ele.
Narert -> não quis hospedar o Javali-Caolho na casa dos amigos e Glin teve que acampar.

Como conseguir uma cura de graça:

1-) Quando o dinheiro de Glin acabar na taverna pague uma última garrafa de cerveja a ele
2-) Sempre vote em descansar e em descansar no canto mais confortável possível
3-) É obrigação dos guerreiros proteger o clérigo da equipe

Como conseguir não ser curado pelo Javali:

1-) Diga que Glin está mentindo.
2-) Não divida a comida ou negue descanso a Glin.
3-) Tire onda do gnomo.

PS: O Javali-Caolho considerou uma boa ação pagar um barril de cerveja para vila. Se ele sobreviver ao próximo encontro misterioso talvez passe algum trote =D.

-------------------------------------------------------------------------------------------------------

[b]O Manual do Clérigo Fanfarrão 2.0[/b]

Na a última sessão, a confiança de Glin no grupo foi bastante abalada devido a tantas mortes. Na verdade o Javali-Caolho pensava em abandonar o grupo e teria feito se não fosse por causa de seus novos companheiros que ele conheceu na cidade élfica.

2 coisas em relação aos seus amigos incomodaram bastante Glin. Uma foi o fato da flechada de Tisune acertar o humano, porém devido ao aumento da amizade do Caolho com Tisune, Glin percebeu que o ranger estava amargurado por tal erro. A outra coisa que incomodou o gnomo foi o uso precipitado da magia escuridão por parte do conde Aldemar logo quando Glin chegava pra resgatar os feridos, no seu íntimo o Javali-Caolho pensa que poderia ter salvo alguém caso aquela magia não tivesse sido disparada e mais ainda, Glin se pergunta como um reles ladrão é capaz de utilizar uma magia de tal nível de poder.

Atualmente a relação do Javali-Caolho com seus companheiros:

1-) A relação com Gnom e o Anão continuam a mesma.

2-) O Javali-Caolho passou a considerar Tisune como camarada, devido ao fato das bebedeiras e tambme

3-) Glin ainda não conhece bem seus novos companheiros, mas ele teve boa impressão do mago e do bárbaro.

4-) Um bardo sempre é um bom companheiro.

5-) Glin não tem opinião feita sobre o monge, apesar dele ser um viajante experiente ele nunca encontrou um monge na vida.

6-) O Javali-Caolho não gostou da posição hostil do ladrão e agora tem suspeitas sobre ele.

Atualmente a relação de Glin com as classes:

1-) Paladinos: Um paladino deveria ser o melhor amigo do clérigo, mas pra Glin paladinos são um pé no saco, eles sempre reclamam das bebedeiras e mentiras do Javali-Caolho e Glin nunca encontrou um paladino que entendesse a doutrina do equilíbrio, eles sempre são bonzinhos de mais e não fazem jus ao deus da viagem.

2-) Guerreiros: existem muitos tipos diferentes de guerreiros e o Javali-Caolho não generaliza, porém Glin gosta especialmente de guerreiros que curtam beber e reconheçam o valor do clérigo.

3-) Ladrões: Glin nunca gostou de ladrões, sempre eles foram um grande problema nas caravanas, arrumando confusão ao tentar roubar mercadores inocentes e atrapalhando o trabalho do clérigo guia.

4-) Bardos: De longe é a classe que o Javali mais aprecia, depois de um longo dia de caminhada na frente de um bando de civis, nada melhor que acabar sua 3 garrafa de vinho ( as outras 2 Glin tomou enqunato guiava a caravana), dançando envolta de uma fogueira com um bardo enquanto ele toca sua flauta.

5-) Bárbaros: Bárbaros são ótimos companheiros nas batalhas, seja contra hobgoblins ou contra um barril de cerveja, mas Glin desejaria que eles fossem mas prudentes, geralmente as curas sempre acabam para o bárbaro.

6-) Druida: Os druidas que Glin já chegou a conhecer sempre foram muitos reservados e ligados com pedaços de mato. O Javali-Caolho acha isso desconfortavel, ainda mais pelo fato dele não entender de onde vem os poderes do druida.

7-) Magos : Geralmente magos são arrogantes e se acham muito inteligentes, Glin reconhece o poder do mago mas também reconhece suas fraquezas e sabe que um mago sem proteção é um mago morto.

8-) Ilusionistas : Um bom ilusionista é aquele que faz pegadinhas, se não fizer pegadinhas ele está desperdiçando seu talento

9-) Feiticeiros : Uma criatura que consegue utilizar mágica como talento natural é bastante sinistro, Glin teme feiticeiros e sempre estará precavido contra um, caso este entre no grupo.

10-) Rangers : O Javali-Caolho sabe que é difícil se dá bem com esse tipo de pessoas, seu estilo fanfarrão tende a contrastar com o estilo reservado do ranger.

11-) Monges : Glin conheceu um monge pela primeira vez agora, O Javali-Caolho sabe que monges costumam meditar muito no lugar de seguir caravanas. isto já o deixa com um pé pra trás em relação a seu novo companheiro.

12-) Clérigos : De todos as classes essa ficou por último =D, e não é por menos, Glin odeia a maioria dos tipos de clérigos, dando destaque aos da sua ordem. Os clérigos tendem a rebaixar Glin, e nunca acham o pequeno gnomo bom o suficiente pra ser seguidor de um deus. O Javali-Caolho não entendem por que eles pensam assim e se revolta pois na mente dele ele é um exemplo a ser seguido no clericato e os outros clérigos que deveriam tentar ser igual a ele.


Última edição por jacome em Qua Out 22, 2008 10:56 am, editado 4 vez(es)

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Re: background do Javali-Caolho (Dead)

Mensagem por jacome em Dom Abr 13, 2008 7:47 pm

[b]O Manual do Clérigo Fanfarrão 3.0[/b]

Glin jamais ficou com um grupo fixo de aventureiros, durante a vida do Javali-Caolho seus companheiros mudaram constantemente e parece que assim vai continuar. Do grupo original agora só resta Aldemar que por sua vez está distante. Como já foi dito Glin aprendeu a não se apegar as pessoas pois ele sabe que hora ou outra eles se distanciarão, mas mesmo assim Glin cultiva novas amizades.

[b]O Javali-Caolho curaria de graça:[/b]

Quel Druman: Drumam é um mago inteligente e astuto que não chega a ser arrogante, ele é um bom companheiro. Glin sabe que Drumam não precisa de sua ajuda mas o Javali está disposto a proteger o mago, afim de não presenciar outra barbaridade. Drumam ganhou pontos com Glin, devido as suas brincadeiras e também pelo fato que ele se dispões a ajudar o gnomo a colocar sua armadura.

Karort: Apesar de ser solitário, Korort é a prova que existe coragem, já que não é todo mundo que ousaria socar uma salamandra de fogo XD. Korort também tem pontos com Glin por ter arranjado caixas de vinhos.

[b]O Javali-Caolho cobraria curas: [/b]

Conde Aldemar: Sua presunção trouxe várias enrascadas para o grupo, Aldemar é um ser perigoso. Glin não se incomoda pelo fato de Aldemar ser um tiefling, já que quando Glin guiava caravanas ele aprendeu a não julgar os seres pela raça, O fato do Javali está aborrecido com o conde é porque ele fez Glin perder 50 PO,
impedio que o gnomo resgatesse os companheiros contra o tríbulo brutal e foi o causador da batalha contra os homens-lagartos.

Em Fist Quest os monstros tem falas características aí vai a de Glin:

- Glut, glut, glut, glut, glut!!! ^^

------------------------------------------------------------------------------------------------------

[b]O Manual do Clérigo Fanfarrão 4.0[/b]

As aventuras de Glin se propagam pelo mundo, ele já teve o prazer ou o desprazer de passar pelo Reino Élfico, Gorendill, Bowstmar e Hasmer. Agora o gnomo de pés calejados prepara-se pra adentrar em Groundworld com seus amigos, sua coragem e sua bebida.

Atual relação de Glin com seus camaradas ou ex-camaradas.

Aldemar: Aldemar foi um bundão que Glin conheceu no Reino Élfico. O Javali-Caolho desconhece o paradeiro deste companheiro de batalhas e intrigas.

Tisune: Com certeza o javali se lembra das flechadas de Tisune. O espiríto de Tisune repousa na natureza e Glin irá invoca-lo sempre que precisar acertar um virote num olho de um ciclope.

Karort: A perda do companheiro monge com certeza é uma lástima. Como uma pessoa tão calada e isolada conseguia ser tão ingenuamente engraçado é um verdadeiro mistério. Mas o gnomo não esquecerá os frutos dessa boa amizade e cerrará o punho sempre que ameaçado.

Narert: O grande mestre e professor de Glin tanto na arte de assoprar o apito como na arte de tocar o bandolin. O javali não consegue se esquecer do bardo abandonado cujo o fantasma, as vezes esquelético, as vezes plasmático e as vezes corpóreo vem aparecer-lhe nos sonhos pra ensina-lhe um novo acorde ou lembra-lhe que o pequeno gnomo abandonou seu corpo nas florestas dos Beholgs.

Elena Moonwise: A única companheira de Glin, foi covardemente assassinada na prisão de Gorendill pela aliança macabra entre port-devuor com o sindicato e guarda da cidade. O caolho guarda de recordação daquela bela poupança uma calcinha e gratidão de está vivo.

Namt: Glin sente um mau-agouro do ranger desconfiado. Ele não entende porque aquele ser dúvida dele, mesmo depois de tantas provas de boa ação por parte do gnomo.

Grow-Mar: Este com certeza será um bom amigo, tão fanfarrão quanto o gnomo, o bárbaro entende o poder do bardo de eternizar seus companheiros. E este Grow-Mar parece saber se divertir, seja apreciando a música do javali ou as curvas de uma mulher. Glin receia apenas que o pavio curto do brutamontes o faça perder a oportunidade de conhecer povos e culturas estranhas.

Quel-Druman: O camarada mais precioso de Glin. O mago Druman é o companheiro a mais longo tempo acompanhando o gnomo e é o único que o clérigo fanfarrão confia indubitavelmente.


Última edição por jacome em Qua Out 22, 2008 10:55 am, editado 5 vez(es)

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Re: background do Javali-Caolho (Dead)

Mensagem por jacome em Dom Maio 04, 2008 6:32 pm

[b]A Origem [/b]

Neste post vou me dedicar a falar sobre a origem do meu personagem. Apesar de não ser parte da descrição talvez venha a ser útil a alguém, ou até a mim no futuro, caso me falte idéias na hora de criar outro PDJ.

Gnomos e fadas são clássicos da mitologia fantástica, eu me inspirei nos gnomos oriundos da antiga Inglaterra ( pra mim é a Inglaterra cristã, porém conservando tradições pagãs ) pra desenvolver certas características de Glin:

[b]A Sorte[/b]: Gnomos geralmente são relacionados com a sorte, taí o fato de Fharlungh ser o deus de Glin.

[b]A Avareza[/b]: Gnomos são conhecidos por potes de ouros ( lebrechau , gnomo irlandês ) e por ajudarem aqueles que lhes dão oferendas. Por isso Glin é tão mercenário por parte da cura.

[b]A Capa[/b]: Os gnomos clássicos eram relacionados com elementos da natureza. Como eu não queria um gnomo que simplesmente usasse uma armadura e entrasse no combate, resolvi dá a Glin uma capa de Javali, pra representar essa relação. Glin pode tirar sua armadura mas ele jamais tira a capa, teve uma vez que eu saí nu do quarto da taverna só com a capa. =)

Os super-heróis sempre foram fonte de inspiração para mim e não ia deixar de ser agora.

[b]O Passado[/b]: Vários super-heróis possuem passado traumático, dentre deles um dos meus favoritos Batman. Assim como Batman, Glin perdeu a família e amigos. Isso deixou Glin perturbado mas ele precisava de algo mais, uma faísca. Batman teve a dele quando um enorme morcego adentrou em sua mansão. A faísca de Glin foi a perda de seu olho.

[b]A Loucura[/b]: Um dos meus vilões favoritos é o Coringa que abraça a loucura pois teme entrar na realidade e encarar seu passado. O Javali-Caolho se comporta do mesmo jeito.

[b]A Identidade[/b]: O que seria um super-herói sem uma identidade secreta? Glin já possuía a capa e a origem só precisei juntar os dois criando o Javali-Caolho. mas como esconder o fato de Javali-Caolho ser Glin, usando um pouco de clichê ^^, amnésia =)

Para acabar de dissecar Glin só falta poucas características.

[b]O Olho[/b]: No primeiro rpg que joguei um amigo meu possuía um olho de vidro que ele usava pra predizer o futuro. A falta de um olho é uma homenagem a esse rpg.

[b]A Bebedeira[/b]: Essa por sua vez é inspirada nos Strokes, Eu queria que Glin fosse fanfarrão e gostasse de beber, mas não planeja que ele chegasse aos níveis atuais, isso veio com o desenvolvimento do jogo.

[b]As Mentiras[/b]: Esta foi a melhor forma de descrever a loucura de Glin, já que é extremamente árduo trocar constantemente a personalidade do personagem.

PS: O Manual do Amigo foi atualizado.

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Re: background do Javali-Caolho (Dead)

Mensagem por PaiLong em Seg Maio 26, 2008 7:55 pm


_________________
[i][b]È Impressão minha ou ficou mais quente aqui? [/b][/i] xD

[img]http://images.elfwood.com/art/z/a/zachariah/gnoll.jpg[/img]

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Re: background do Javali-Caolho (Dead)

Mensagem por jacome em Seg Jul 07, 2008 9:03 pm

[b]Resposta pra Perguntas Básicas:[/b]

[b]- Quem é você ?[/b]

- Quem sou Eu ???
- Hhahahhahaha?
- Sou o pequeno grande Javali-Caolho.
- O poderoso clérigo de Fharlangh.
- Um grande apreciador de cerveja e mulher.
- E um grande matador de Trolls, Zumbis e Dragões.

[b]- De onde você veio ?[/b]

- Eu vim dos bosques encantados do leste,
- vim dos mares atormentados do oeste,
- vim das insanas montanhas do norte,
- e dos pântanos asquerosos do sul.
- Eu vim da áridas estradas do Deserto de Pelor,
- vim dos campos sangrados por Gran,
- vim das cavernas escondidas de Hasmer,
- e das elevadas torres dos grandes magos.
- Vim das florestas selvagens de Obad-Hai,
- vim vim das terras chamuscadas pelas hordas orcs,
- vim de esperança moldada nas cidades dos elfos e dos homens.
- Eu vim de todos os cantos e vim de apenas um lugar.
- Eu vim do meu lar, eu vim das estradas.

[b]- Quem te trouxe aqui ?[/b]

- A estrela do Norte, o destino e a sorte.
- Hehehehehe!!!
- E meus pés calejados que são movidos a álcool.

[b]- O que você veio fazer aqui ?[/b]

- Eu vim trazer o caos a ordem.
- Eu vim trazer a ordem ao caos.
- Eu vim trazer mal e bondade.
- Eu vim pelo meu patrono.
- Vim por Fharlangh e seus planos.
- E por um pouco de cerveja e uma boa mulher, ou vice-versa.
- Hahahahahahah!!!


Última edição por jacome em Qua Out 22, 2008 11:03 am, editado 2 vez(es)

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Re: background do Javali-Caolho (Dead)

Mensagem por jacome em Qua Out 01, 2008 7:21 pm

[b]A Sala de Trófeus do Javali-Caolho[/b]

Nesta parte do meu back eu vou listar os "tesouros" que eu já arrecadei durante a campanha.
Com sorte eles serão expostos na minha futura taverna XD

1-) Mapa dos Orcs: Minha primeira lembrança, ganhei junto com Tisune e Narort de um grupo de orcs que nos atacaram nas redondezas do Reino Élfico.

2-) Taça obra de arte: Essa taça eu achei atrás de um quadro no covil da harpia. eram inicialmente 2, porém 1 delas eu dei pra finada Elena Moonwise

3-) Cachimbo: Eu comprei esse cachimbo lá no cabaré do Reino Élfico, onde me depenaram XD

4-) Quadro de um Cavalheiro: As taças estavam atrás de um quadro no covil da harpia este quadro estava na frente de uma armadilha na catacumba do lobisomem XD, é o tesouro que eu dou mais valor, pois eu praticamente levei uma bola de fogo pra poder pega-lo.

5-) Escudo de Madeira Quebrado: Este foi meu primeiro escudo. Ele salvou minha vida várias vezes mas quebrou quando várias pedras caíram sobre mim ao tentar pegar o quadro do cavalheiro. Hoje posso muito bem conserta-lo com minhas magias mas prefiro ele quebrado como prova das aventuras.

6-) Livro de Escritas Enigmáticos: Livro escrito em código super-secreto que eu roubei da casa do Leão-da-Montanha, passou um tempo com Quel Druman mas ele me devolveu pra eu tentar decifra-lo.

7-) Anéis de Ossos: Anéis de mal gosto que eu saqueei de um Bugbear líder defendendo o monte na Batalha de Gorandill contra as forças de Gran.

8-) Calcinha de Elena: Como eu não pude salvar a espada de lâmina dupla qunado jogaram minha carroça monte abaixo na Batalha de Gorandill, eu peguei uma calcinha de Elena XD

9-) Pedaço da roda da Carroça de Tesouros: Carroça que eu comprei na primavera dos mortos pra escoltar meus itens pra fora de Gorandill. Com o ataque de Gran a cidade eu tive de me livrar da carroça, que foi arremessada monte abaixo, mas não abri mão dos meus tesouros e peguei um pedaço desta carroça como recordação. A carroça merece está nos meus tesouros devido a batalha imoral que travamos em cima dela contra um vampiro ^^.

10-) Maça Desgastada: A minha primeira maça que agora eu troquei por uma outra. Além de atingir inimigos e monstros, ela se mostrou útil quando eu a usei como pá tentado encontrar o esconderijo da harpia e arrecadei anos de azar quebrando espelhos pra livrar o finado monge Karort de uma ilusão.

11-) Harpa: Espólio de guerra ganho durante a batalha de Gorendill, Para ganhar esse harpa tivemos que derrotar um drow bardo que teve a audácia de cegar meu olho bom.

12-) Ocarina Obra-Prima: Ganhei esse trófeu em uma pequena ilha em Bowstmar, encontrei-o dentro de uma torre em frangalhos, destruída pelo tempo e pelas ações do bárbaro Grow-Mar. Eu Acredito que este instrumente tenha pertencido a organização Biblioteca.


Última edição por jacome em Qua Out 29, 2008 4:25 pm, editado 2 vez(es)

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Re: background do Javali-Caolho (Dead)

Mensagem por Flávio Pinheiro em Ter Out 21, 2008 8:17 pm

um novo update pra glin

[b]manual pratico de Como agir quando se bebeu demais[/b]
SINTOMA: Pés frios e úmidos.
CAUSA: Você está segurando o copo pelo lado errado.
SOLUÇÃO: Gire o copo até que a parte aberta esteja virada para cima.

SINTOMA: Pés quentes e úmidos.
CAUSA: Você fez xixi.
SOLUÇÃO: Vá se secar no banheiro mais próximo.

SINTOMA: A parede a sua frente está cheia de luzes.
CAUSA: Você caiu de costas no chão.
SOLUÇÃO: Coloque seu corpo a 90 graus do solo.

SINTOMA: O chão está embaçado.
CAUSA: Você está olhando para o chão através do fundo do seu copo vazio.
SOLUÇÃO: Compre outra cerveja ou similar.

SINTOMA: O chão está se movendo..
CAUSA: Você está sendo carregad o ou arrastado..
SOLUÇÃO: Pergunte se estão te levando para outro bar.

SINTOMA: O local ficou completamente escuro.
CAUSA: O bar fechou.
SOLUÇÃO: Pergunte ao garçom o endereço de sua casa.

SINTOMA: O motorista do táxi é um elefante rosa.
CAUSA: Você bebeu muitíssimo.
SOLUÇÃO: Peça ao elefante que o leve para o hospital mais próximo.

SINTOMA: Você está olhando um espelho que se move como água.
CAUSA: Você está para vomitar em uma privada.
SOLUÇÃO: Enfie o dedo na garganta.

SINTOMA: As pessoas falam produzindo um misterioso eco.
CAUSA: Você está com a garrafa de cerveja na orelha.
SOLUÇÃO: Deixe de ser palhaço.

SINTOMA: A danceteria se move muito e a música é muito repetitiva.
CAUSA: Você está em uma ambulância.
SOLUÇÃO: Não se mova. Possível coma alcoólico.

SINTOMA: A fortíssima luz da danceteria está cegando seus olhos.
CAUSA: Você está na rua e já é dia.
SOLUÇÃO: Tente encontrar o caminho de volta para casa.

SINTOMA: Seu amigo não liga para o que você fala.
CAUSA: Você está falando com uma caixa de correios.
SOLUÇÃO: Procure seu amigo para que ele te leve para casa.

Flávio Pinheiro
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Raça, Classe e Nível: Paladino Humano Lv 8
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Re: background do Javali-Caolho (Dead)

Mensagem por jacome em Ter Out 21, 2008 11:50 pm

[b]As Memórias do Gnomo-sem-Clã[/b]

Aqui está uma compilação de histórias do passado de Glin. Está serão apresentadas em flash-back cada vez que Glin passar de nível. Elas farão parte do conhecimento de Glin sobre seu passado. Eu apresentarei um flash-back pra cada nível de Glin (no total vou apresentar 5 flashs até agora.). Se o Javali-Maluco chegar no nível 10 ele descobrirá seu nome. XD

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[b]Terror nas Estradas de RostValler[/b] (Conhecimento de Glin do nível 1)

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O horizonte está turvo devido ao sol do meio-dia. Uma caravana de mercadores se aproximam a passos curtos. Na frente do grupo vai um pequeno gnomo, ele vestes roupas brancas, roupas de clérigos, suas botas e meias estão cheias de terra.
Sua careca é protegida do calor por um capuz de Javali e sua barba é bem aparada como a de todo senhor de respeito.
O gnomo é um clérigo de grande prestígio em sua ordem pois ele leva em suas mãos um símbolo de prata e não é qualquer clérigo que possui tal luxo.
Suas mãos envolvem um cordão que prende um símbolo de prata, As mãos estão juntas, colocadas abaixo do queixo e na frente do peito. O que indica que ele reza ou medita.
O gnomo é magnânimo e possui expressão austera, seus olhos estão vermelhos e aqueles que não o conhecem jurariam que ele chorou durante um grande período, mas aqueles que o conhecem sabem que ele passou mais uma noite sozinho, bebendo e tentando esquecer um passado sangrento. O gnomo guia a caravana.

Ele é seguido por dois companheiros, um é humano e um anão. O humano vai um passo atrás do gnomo e no seu lado direito.
Seu nome é Arthus, e ele está dentro de uma gloriosa armadura. Ele também ostenta um boldrié magnífico bordado de ouro, onde se encontra guardada sua poderosa espada batiza de Salvadora.
Arthus é majestoso, tem 1.90 de altura, possui cabelos louros e cacheados e apesar de ser desejado por várias mulheres ele prefere corresponder ao amor de Pelor, seu deus.
O anão também vai um passo atrás do gnomo, mas no seu lado esquerdo.
O anão se chama Traubon, e é um guerreiro de renome em Hasmer.
Apesar da aparência suja e apalermada ele é reconhecido em seu reino devido as campanhas que fez pra expulsar monstros de túneis, no que hoje iria se chamar Groundworld. Atualmente Traubon é um dos poucos seres-vivos que conhecem o verdadeiro nome de Glin.

Uma explosão ecoa no final da caravana, Criaturas malditas de Gran atacavam a caravana por trás. Covardes robgoblins tiravam a vida das pessoas daquela jornada. Num piscar de olhos Arthus aparece pra prestar ajuda montado em um belo corcel branco chamado Ajax. Logo atrás dele vinha Traubon balançando sua lâmina de aço anão contra todos aqueles seres mal-cheirosos. Muitos dos comerciantes não sabiam o que fazer e fugiam pra serem abatidos por flechas ou lutavam pra serem abatidos por ferro ou se escondiam no carros rezando pra não serem abatidos. O gnomo era um que em raras ocasiões pegara numa arma, mas este pequeno tinha um ódio terrível contra as forças que o atacavam.

A batalha explodiu gravemente e apenas 2 aventureiros não davam conta de tantos inimigos.
Os destemidos guerreiros lutavam contra 5 e as vezes 6 robgoblins ao mesmo tempo, mas ainda assim sobrava 20 ou 25 inimigos que atacam os coitados da caravana. O gnomo jogou-se pra dentro de uma carroça e como ele era bravo pegou uma besta e começou a caçar os goblinoídes. A visão era um inferno, o pobre gnomo olhava o sangue derramado das vítimas inocentes que eram assassinadas sem misericórdia pelos agentes de Gran. Arthus ferido cambaleava em cima do cavalo e Traubon nunca tinha descanso pra ajudar o amigo, nem mulheres ou crianças eram poupadas da matança. Uma força amedrontadora tomou conta do pequeno e motivado pelo seu passado sombrio, ou pelo seu presente assustador ele começou a perder o juízo e atirar com prazer nos robgoblins.

Um por um os robgoblins começaram a cair, tanto pela força dos guerreiros tanto flechas do gnomo e tanto pelo medo que eles despertaram nos fracos viajantes e nós sabemos que quando o medo é grande e não a escapatória ele pode ser transformado em coragem.
Mas antes da batalha terminar houve 3 tristes casos. O primeiro foi que Arthus acertado na jugular por uma flecha do inimigo caiu e foi pisoteado pelo seu cavalo. O segundo ato lastimável foi que um goblinóide vendo o ardor que o clérigo colocava na batalha, pulou em cima da carroça do pequeno e encravou-lhe a adaga no olho, essa só não penetrou a cabeça do gnomo pois ele teve a sorte de disparar um tiro no coração do horrendo monstro e por fim a terceira coisa de ruim que aconteceu antes da batalha acabar foi que o gnomo perdeu a sanidade, o juízo e a memória junto com seu olho, ao sentir toda sua fúria e ódio, coragem e empenho, medo e tristeza, dor e angustia, e por fim a felicidade da vitória transbordarem ao máximo durante o combate.

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[b]O Misterioso Palácio de Fharlanghn[/b] (Conhecimento de Glin no nível 2)

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- Meu caro amigo, ousa duvidar deste bendito Menestrel??
- Claro que duvido seu contador de lorotas.
- Ora amigo, pois saiba que toda grande religião possui um templo, por que os séquitos de Fharlanghn não poderiam ter um também.
- Porque tudo que você diz é mentira. Hahahahahahaha!!!
- Pois saiba companheiro, o que eu falo é a pura verdade. Fharlanghn possui um templo principal, um grande templo, não daqueles que você vê na beira das estradas.
E neste templo são guardados muito dinheiro e muitas pedras preciosas, há abundância de cerveja e de carne, e existem muitos quartos pra você dormir com belas mulheres.
- Hahhahahha, pois me diga caro bardo aonde se encontra este templo pois eu quero visita-lo.
- Ahhh! Meu amigo, você não pode visitar este templo, é o templo que visita você.
Apenas viajantes perdidos, cansados ou em perigo, apenas bardos intrépidos e apenas fieis clérigos de Fharlanghn tem a honra de pisar em local tão sagrado.
- Ahhh!!! Isto é lorota. Sai daqui bardo ou minha espada terá o prazer de te expulsar.
- Claro amigo, eu sei onde não sou bem vindo, por isso me retiro.

Lotyn, um bardo meio-elfo de olhos azuis, cabelos castanhos e ondulados, um bandolin na mão e um sorriso branco na boca, já foi amigo de um gnomo carrancudo e melancólico e hoje é uma das poucas pessoas vivas que conhecem o nome deste gnomo.

- Vamos Lotyn, as estradas nos chama. Fala um voz triste e melodiosa.
Um gnomo, de rosto limpo e barba bem feita desce a escada da estalagem segurando um símbolo sagrado de bronze. Lotyn o acompanha e ambos saem da estalagem.
- Ohh! meu amigo seus passos são curtos, mas você não descansa.
- Se tem um mínimo de respeito por mim, me entregue logo está garrafa de vinho e cante uma canção triste. Fala o pequeno encostando seus pés calejados e descalços na estrada pedregosa e vestindo o capuz de javali pra cobrir sua meia-careca do sol.
- Gnomo-sem-Clã você é uma figura de pessoa. Pra onde vamos desta vez?
- Vamos aonde meus pés me levar.

E assim durante 2 meses Lotyn acompanha o Gnomo-sem-Clã onde quer que ele vá.
- Meu amigo, você sabe onde estamos e aonde estamos indo? Pois a muito tempo me perdi e nossos suprimentos logo irão acabar.
- Claro que sei fiel camarada, não se preocupe que já atingirmos nossa meta. Agora basta chegarmos no lugar esperado.
- Se não for rude da minha parte perguntar, mas que meta nós atingimos?
- Agora estamos perdidos, e logo logo chegaremos no nosso destino.
- E como perdidos chegaremos em algum lugar, pragmático gnomo?
- Não me diga que esqueceu da conversa com o brutamontes na estalagem meses atrás? Apenas viajantes perdidos, cansados, ou em perigo encontram o templo de Fharlanghn. Nós estamos perdidos, estamos cansados e agora sem suprimentos estamos em perigo.
- Ahh! meu bom Fharlanghn por favor me proteja desse gnomo pois sou jovem e bonito demais pra morrer.
- Não seja tolo amigo logo chegaremos ao misterioso templo do nosso deus.

E antes do entardecer ambos chegaram num enorme templo de madeira. Um templo de 2 andares, de madeira rara e luxuosa.
Ao entrar em local sagrado o entusiasmado meio-elfo fica boquiaberto.
- Ahh!!! Meu amigo, todas as fábulas que você me contou são a pura verdade. Fala Lotyn tremendo de satisfação ao ver tantas moedas de ouro e pedras preciosas espalhadas pelo lugar, e ao ver enormes poções de cerveja e porco serem servidas por lindas mulheres.
- Claro que são meu amigo. Eu nunca minto.
- Mas como este local no meio do nada consegue ser tão rico Gnomo-sem-Clã??
- Nós filhos de Fharlanghn temos boas relações com comerciantes. Agora deixe-me pois tenho assuntos a resolver.

Gnomo-sem-Clã se distancia do amigo ainda em transe e vai pra um salão mais afastado. Lá ele encontra altos clérigos de Fharlanghn responsáveis por manter o templo. o gnomo ainda cansado e abatido se curva e diz:
- Vossa Eminência é um prazer está na sua presença.
- Você é obstinado e Fharlanghn gosta de você meu caro, hoje você chegou no palácio de Fharlanghn pela terceira vez e por seu mérito merece ser promovido na nossa humilde ordem.
- Eminência, já é uma honra poder pisar nestas tabuletas, quanto mais ser promovido.
- Não seja humilde, tome seu novo símbolo de prata e o empunhe com orgulho pra chamar novos adeptos pra nossa causa.
- Com muito prazer.

Depois de uma semana descansando no templo, Lotyn e o gnomo se despedem, descansados e com suprimentos restabelecidos.
- Ahh!!! Meu amigo como você me fez feliz, serei o bardo mais famoso no mundo quando eu disser aonde fica localizado o Palácio de Fharlanghn.
- É melhor ficar calado sobre isso Lotyn. Apenas me dê uma garrafa de vinho e toque uma triste canção.
- Como!? Jamais me calarei sobre algo de tamanha importância.
- Ainda tem muito que aprender na sua jornada. Sabe porque ninguém sabe da localização do Palácio de Fharlanghn?
- Humn!?
- Porque ele nunca aparece no mesmo lugar 2 vezes.
- Você é pragmático camarada, o que queres dizer?

Gnomo-sem-Clã fica em silêncio, sem comprometer os hábitos nômades da Vossa Eminência.

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Re: background do Javali-Caolho (Dead)

Mensagem por jacome em Qua Out 22, 2008 10:42 am

[b]As Memórias do Gnomo-sem-Clã[/b]

Aqui está uma compilação de histórias do passado de Glin. Está serão apresentadas em flash-back cada vez que Glin passar de nível. Elas farão parte do conhecimento de Glin sobre seu passado. Eu apresentarei um flash-back pra cada nível de Glin (no total vou apresentar 5 flashs até agora.). Se o Javali-Maluco chegar no nível 10 ele descobrirá seu nome. XD

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[b]Primeiros Passos e Últimos Passos[/b] (Conhecimento de Glin no nível 3)

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Numa estrada pequena e esquecida, a poeira levanta, e detrás da nuvem de sujeira saem 2 personagens bizarros.
O primeiro se chama Turinberg, um humano alto e robusto, seus cabelos são longos e grisalhos, assim como sua barba que quase chega ao peito de tão grande. Ele tenta esconder a dor do peso da idade e do cansaço. Turinberg anda em passos lentos, quase se arrastando, auxiliado por um bordão que lhe serve de bengala. Ele saberia o nome de Glin, infelizmente Turinberg já deu seus últimos passos.
O segundo é conhecido como Gnomo-sem-Clã, um gnomo robusto, silencioso e carrancudo. Sua barba é bem feita e olhos mais atentos poderiam notar os primeiros sinais de calvície no gnomo. No seu início de carreira no clericato, o Gnomo-sem-Clã se veste em farrapos, ele possui uma capa de Javali que mais tarde influenciaria na escolha de sua nova alcunha.

- "Senhor, a cota de malha que usa não está dificultando nossa jornada?"
- "Meu pupilo, ainda tem muito o que aprender. Pra chegar onde queremos ir é preciso está esgotado, perdido ou em perigo."
- "E onde vamos senhor?"
- "Sua curiosidade é oposta a sua melancolia. Me responda porque segues o caminho do deus andarilho? Replica o velhaco com outra pergunta."
- "Ando porque me convém, ando porque eu gosto e ando pra ocupar minha mente das memórias do meu passado."
- "Hahahahah!!! Você é um bom noviço meu jovem e não tardará a se tornar clérigo, assim como não tardará minha partida deste mundo. Fala pragmaticamente o velho."
- "Não diga isso, senhor. Acredito que o senhor ainda fará algumas jornadas."
- "Não meu caro, está é a última, eu sinto. Quando clérigos de Fharlanghn fazem sua última jornada, seus corpos ficam mais leves e seus pés não doem como doíam antes."

A jornada continuou silenciosa até o momento que o velhaco precisou descansar.

- "Meu caro aprendiz, tenho uns últimos conselhos pra te dá. Seja sempre neutro a tudo que lhe convier. Jamais rejeite a oferenda de um amigo. Aprecie a boa carne e a boa cerveja e as boas mulheres que tiver a felicidade de provar. E não esqueça do que eu já te ensinei, para não se perder neste grande mundo, a não ser é claro que você deseje se perder."
- "Compreendo."
- "E por fim coloque um sorriso nesta cara carrancuda e se aprese, pois chegaremos no nosso destino antes de anoitecer."

E antes do anoitecer Turinberg leva seu aprendiz para um templo da mais luxuosa madeira e mais rico do que muitos castelos de Shoigun. Lá o velho daria seu último suspiro e o jovem iria se encontrar pela primeira vez com o Duque de La Routes, a Vossa Eminência e o Líder da Igreja de Fharlanghn.

Shoigun é habitado por muitos seres estranhos e La Routes era um deles. Um humano pequeno e magro de pele rosada e grandes olhos escuros. Vossa Eminência possuía uma cabeça afinada e um queixo protuberante de onde brotava um cavanhaque grisalho e pontiagudo, sua face enrugada também era ilustrada por um fino bigode branco. La Routes escondia sua meia-careca, já que ele possuía cabelos grisalhos nas laterais e atrás da cabeça, com uma pequena toca de abade. O duque sem dúvida era o membro mais bem vestido de sua ordem, ele vestia uma roupa quase brilhante de tão branca com vários bordados de ouro que tomavam forma de ramos de oliva e de pássaros. Ele também empunhava um símbolo de cristal que emanava poder mágico e apenas Vossa Eminência tinha a honra de segura-lo. Apesar de tanto luxo o duque estava descalço e seus pés eram calejados.
La Routes lançou um olhar soberbo pru gnomo maltrapilho a sua frente como quem quisesse ler sua alma e por alguma razão a cara austera de pequeno fez La Routes se identificar com o javali.

- "Então, é você quem chamam de Gnomo-sem-Clã, o discípulo de Turinberg?"
- "Eu mesmo Vossa Eminência"
- "Pois vejo que fez um bom trabalho chegando até aqui, parece que Turinberg lhe ensinou bem."
- "Aprendi tudo que pude meu senhor."
- "E deveria, Turinberg é um grande homem, já combateu centenas de kobolds na extensão de sua vida e o Reino Élfico até já convocou seu tutor pra combater uma praga de mortos-vivos, infelizmente receio este nobre clérigo não retornará as estradas."
- "Turinberg contou-me suas histórias como parte de meu ensinamento."
- "Pois bem pequeno, os feitos de Turinberg foram grandes e espero que os seus sejam ainda maiores, como tenho grande respeito pelo seu educador e apreciei sua fisionomia ofereço-lhe minha proteção."
- "E eu agradeço e aceito bondoso senhor."
- "Pois bem gnomo, prepare-se pois logo será iniciado nesta ordem e receberá seu símbolo de madeira e descobrirá os segredos ocultos deste mudo. Como prometi minha proteção escute bem o que vou disser e siga a risca minhas instruções. Quando você sair do nosso palácio dirija-se pru sul, no seu caminho você encontrará a taverna do Ogro Verde. Fale com o estalajadeiro e ele te dará um pônei, com uma bolsa cheia de moedas, então tome caminho para o leste e você chegará a taverna da Águia Depenada, o estalajadeiro estará te esperando com outro pônei e com mais dinheiro. Siga o caminho para o leste atá a taverna do Pé Gigante, desta vez quem te esperará serão um paladino da Ordem de Pelor chamado Arthus e um conhecido guerreiro anão chamado Traubon. Eles são grandes aventureiros que protegem caravanas e me requisitaram um guia, pois bem você será o guia deles. Não se separe dos cavalheiros a não ser quando a hora chegar e você precisar se perder pra ganhar seu símbolo de bronze."

No chamado Palácio de Fharlanghn, La Routes ordenou o jovem gnomo como um verdadeiro clérigo e entregou-lhe um símbolo sagrado de madeira. Durante algum tempo o Gnomo-sem-Clã apreciou os prazeres do templo como sugerido por seu tutor e depois partiu em jornada sozinho pela primeira vez, mas agora ele tinha nas mão o símbolo de madeira do Morador do Horizonte.

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[b]As duas damas do Menestrel[/b] (Conhecimento de Glin no nível 4)

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O céu está alaranjado e a cidade de Heloys está agitada. Hoje é dia de comemoração, exatamente a 5 anos atrás os sentinelas do Conde de Heloys expulsaram uma trupe de Gran que estava a saquear as cidades da província e hoje se comemora tal dia.

Enquanto os cidadãos estão a arrumar a praça pra festividade e esperam ansiosamente uma presença inusitada, um gnomo de uns 30 anos, uma capa de Javali e muito cabelo na cabeça percorre as ruas tentando se mesclar as sombras, como um ladino que não quer ser reconhecido. O gnomo passa por baixo de mesas, se esquiva de pessoas e tenta esconder sua face, pois sabe que sua missão é perigosa e pode comprometer a vida de outras pessoas. Por fim o gnomo chega a uma bela casa, ele atravessa o muro, bate palmas e a porta do lugar se abre. Ele é cordialmente recebido com as seguintes palavras.

- "Ahh! Meu bom amigo que bom que chegastes, estou me arrumando pru festival, sente-se bebe um pouco daquele vinho e me conte o que se passa na casa do nobre Conde."
- "Seu filho-de-uma-mãe insuportável eu arrisco meu pescoço por você enquanto você brinca com poderes maiores."
- "Hahaha!!! Você arrisca o pescoço por muitas pessoas, mas tu bem sabes que eu não estou incluído neste conjunto. Bora meu rapaz, conta-me logo porque vieste aqui."
- "Malditas intrigas." - Fala Glin. - "O Conde ainda manda cortar nossas cabeças. Eu vos trouxe 2 cartas. Toma e ler, eu vou me retirar."
- "Lê pra mim, estou a arrumar para comemoração, não sabes que todo ano me apresento na festa."
- "Você está a eriçar o bigode seu maldito preguiçoso, eu só te aturo pelo amor que tenho pela condessa e sua criada."

O gnomo retira do gibão 2 cartas, e lê seqüencialmente:

Lotyn,
Meu anjo amado, espero-vos hoje a 2h da manhã nos bosques atrás da capela.
Louisse.

Caro Menestrel,
Eu e minha prima vos esperamos para uma apresentação particular no camarote da condessa às 11h. De todo o coração, sua amada:
Louisse.

- "A primeira carta quem vos envia é a própria Louisse, já a segunda é a condessa. Agora vou me retirar pois não quero me comprometer com isso."

Então o gnomo sai preocupado e com tanta preocupação que não percebe que fora seguido e espionado todo o tempo.

A Condessa de Heloys, chamada de Nalive era uma elfa extremamente elegante e fina, possuía tez clara, cabelos loiros e olhos azuis. Porém o que mais chamava atenção naquela mulher era sua delicadeza, sem dúvida o melhor partido de sua província. Já Loisse era a criadazinha da condessa, sua pele era mais escura, seus cabelos mais castanhos e suas mãos um pouco mais grossas, feições adquiridas enquanto vivia na fazenda. Louisse também era uma elfa bastante bela e poderia ser tão ou até mais bela que sua dama se tivesse uma vida ociosa na corte. Desde Lotyn chegará a 5 anos atrás as duas elfas caíram em cega paixão, Lotyn passou a ser sustentado pelos caprichos da condessa e o Gnomo-sem-Nome passou a levar as cartas de Louisse e as cartas da condessa que ela assinava com o nome Louisse, pra o meio-elfo.

Naquela noite, Glin se retirou pra casa do Conde onde poderia beber sem ser perturbado e quem sabe receber um beijo de Louisse pela missão bem feita. Tudo então prosseguiu normalmente exceto pelo fato do esperado visitante não aparecer tão cedo.

Pois bem, as comemorações começaram as 6h e Lotyn atuou até as 10h. Quando deu 11h, o bardo se deslocou pru camarote da condessa, que nesta época era separado do camarote do conde devido as longas brigas por causa de ciúme. Quando chegou lá encontrou tanto a dama como sua criada e ambas estavam reluzentes, porém a felicidade de Louisse durou pouco, pois logo que o bardo entrara a dama mandou a criada se retirar.
Enquanto isso, no camarote do Conde, O Gnomo-sem-Nome bebia como pressentisse que poderia ser as últimas gotas que ele poderia colocar na boca.

Para desespero do gnomo, o Conde de Heloys entra furioso no seu camarote, rubro de cólera, acompanhado por seu maior inimigo, o mago da província e segurando pelo braço esquerdo a pequena Louisse que quase gemia de dor.
O mago sussurra nos ouvidos do conde, mais o gnomo com bela audição escutava tudo.

- Ohh! meu senhor, esse seu criado sempre esteve envolvido na tramóia. Ele conspirava contra sua honra e levava as cartas de milady para seu amante.

O Conde corado de vergonha ou de ódio passou por Glin, segurou pela orelha e sem parar o passo levou tanto o gnomo quanto a criada em direção ao camarote de Nalive.
Esbaforido de raiva o Conde chegou no camarote e abriu as cortinas apenas pra ver o que ele temia. Imediatamente ele largou a orelha do jovem gnomo e o braço da jovem elfa e pulou impetuosamente, com um olhar funesto nos olhos no pescoço do bardo carinhoso.

- "Eu vou te matar seu ingrato" berrava o conde sufocando o menestrel galante.
- "Hehehehe!!! Senhor por favor controle-se." ria o mago da humilhação do Conde.
- "Não é o que você tá pensando meu senhor." balbuciava o bardo sendo estrangulado.
- "Ahhh!!! O conde ficou louco!" exclamava a condessa tentando separar o Conde de seu amado.
- "Sua nojenta, Lotyn era meu" movida por ciúme grita Louisse se jogando em cima como um tigre em cima da condessa.
- "Glut, glut!!! Eu sabia que isso iria nos custar a cabeça." Fala o gnomo.

Depois de horrorosos minutos para os personagens, a festa acaba precipitadamente, e os cidadãos se retiram pra casa deixando a praça ocupada apenas por o Conde e seu mago, duas sentinelas, a condessa e sua criada, o gnomo e o bardo. O mago com um pérfido sorriso ri vitorioso, o Conde transtornado de ódio manda os sentinelas prepararem 2 forcas, uma para seu criado e outra pru seu menestrel.

- "Vocês que me desonraram tocando na minha esposa vão morrer enforcados aos olhos de deus ou do diabo." Fala o Conde prus homens.
- "E vocês mulheres vis, serão exiladas e nunca mais aparecerão no Reino Élfico."

Próximo as 1h da manhã tudo já estava preparado, o Conde e o mago esperavam ansiosos a execução do bardo e do gnomo, enquanto as mulheres maltrapilhas choravam e lamentavam e o carrasco dava os toques finais na forca.
Então dá entrada da cidade, surge um velho de longa barba branca segurando apenas um cajado e diz:

- "Ninguém vai matar esses pobres coitados, eu não arrisquei minha pele por esses dois pra vê-los morrer pelo capricho de um nobre."
- "Velhote, sou agradecido pelo o que você fez pela minha província, mas aqui eu sou o juiz e julgo-os culpados e que merecem pena de morte. Se o senhor tem algo contra tais malfeitores é melhor se calar pois nós temos corda suficiente pra mais um."

Então um clarão, e o velho desaparece, então um segundo clarão e ele reaparece ao lado dos futuros defuntos, e um terceiro clarão e não se vê nem o velho, nem o bardo, nem o gnomo.
E em algum lugar de Galupia, os 3 reaparecem num derradeiro clarão.

- "Ahhh! Turinberg meu amigo já deve ser a centésima vez que você me salva" Diz Lotyn aliviado e retirando a corda do pescoço.
- "Hic! Bem, já é a segunda que você me salva." fala o gnomo.
- "Lotyn você não tem jeito mesmo, desta vez você não só comprometeu sua vida, mas a vida deste gnomo e a integridade de 2 damas." Diz o clérigo austero.
- "Hahahaha!!! Não se preocupe amigo, no fim nossos pescoços foram salvos. Deixe-me que eu me preocupo com as damas, pois esse é o meu forte. Irei acha-las e cuidar delas."
- "E o que será do gnomo?"
- "Quanto a você meu velho, és bom em cuidar de jovens desgarrados. E eu quem diga. Então cuida deste gnomo que parece que já foi vencido pela embriaguez, e faz ele achar seu rumo nas estradas de nosso Fharlanghn."

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Re: background do Javali-Caolho (Dead)

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