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Historia dos Herois

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Historia dos Herois

Mensagem por LP-Ara em Sex Abr 11, 2008 6:59 pm

[color:af39=green]Opa,

já que jacome deu a ideia do musoleum então nada melhor do que contar na taverna a historia dos meus amigos do grupo e suas andanças e aventuras e homenagiar os que se foram contando suas aventuras na taverna.[/color]

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Re: Historia dos Herois

Mensagem por PaiLong em Sex Abr 11, 2008 9:55 pm

Bem vamos começar....
(denovooo) ¬¬

Dps de uma surra de 3 goblins ( merda )
os herrois chegao a tavernaa
lahh a nossa historia começaa, em uma taverna simploria!

- Vcs sao loucos o que estavam fazendo lah
- É sair numa hora dessas, é mto perigoso
- Vcs n deveriam ir para lah

(fala a massa, bastante preocupada)

- Bahhh... Se eu estive-se lah nada disso tinha acontecido (sae uma voz no meio da mutidao!
- Quem eres! (fala um vagabundo ai)

Tal criatura sobe a mesa e fala

- Sou eu Glin O Javali-Caolho!
- Ja derrotei varios inimigosss
- Uma vez derrotei um acampamento de Robingollins sozinhooo
- E tinha Um shaman que ousou estar no meu caminho
- Glut glut, vamos vamos bebam comigoo, hj é um belo dia!

- Aewww Grandee heroii! (os sugadoress)

- Da prox vez eu estarei lah para salvalos
- Glut glut... Mas agora vamos beber!

-----------------------------------------------//----------------------------------------------

Batalhas se espalham no meio da tarde
Sangue jorra nessa terra maldita
e do Javali Caolho nada ia aonde queria xD
Um enterro é feito mas naum teve muito desfeixo

- Vamos beber que é melhor (fala glin com sua cede assombrosa)

Ao chegar a taverna, novamente o medo volta a cidade!

- ahhhhh Quero um barril de cervejaaa, tenho varias historias a contar (glin)
- Claro claro, mas o carregamento ainda n chegou, tera q espera ate anoitecer
- mas oq é isso!? oq aconteceu, todo esse sangue? (fala o bar man assustado)
- Simmm... grandes historias tenho a contar melhor chamar todos e comemorar! (glin)
- Chame todos hj tem festaaaaa
- Sim, sim. vou tentar apressar esse carregamento ( bar man)

Se passa um certo tempo, e o carregamento chega
apos algumas doses e a finalizaçaun de um barril

- Hj Fomos para fLoResTaaaaA! (glin)
- Como? lah é perigoso d+
- Vcs saun loucos!
- Nos Matamosss 30 Orcsss (glin)
- Impossivelll, isso é mtooo!
- Isso naum foi nadaaa...
- Glut glut... Uma vez eu e meu amigo gnomo Matamos um meio-gigante sozinhoooo!
- Ahhhh Salvem os herrois, eles mataram os monstross (fala um bebo sem noçao)
- Aewwwwwwwwww!

A bebedeira continua, e alguem entra na Taverna, es Moobs O brutoo!

- Oq esta acontecendo!?
- Os forateiros mataram 30 orcsss ( outro doido)
- Ohhh Grande amigo beba com agente e comemore nossa façanha (glin)
- Fale mais de suas aventuras Grande heroi ( um duente sem noçao )
- (a caneca acabaa) Uma vez eu e meu companheiro Gnomo vimos um Dragao!
- Que besta ser aquelaaa! (glin)
- Impossivel um Dragaoo!?? ( muitas pessoas)
- (Olha a caneca e nada) Pena que estavamos ocupados d+
- Muito sortudo esse dragao, escapou da morteee!

O silencio é a unica coisa q resta nesse momento ( O d20 demoniacoo ) xD

- Quero mais cervejaa! (glin)
- Tome esse é a ultima canecaa!
- Heinn! Intaum me traga mais outro barril
- serao + 8 Po
- Acabouuu a CerveJa (glin o liso )
- Naummm! que trajediaa ( sugadores)

Um tempo se passa, outro cavaleiro entra ...
Quem ser este ser estranho q entra agora?
Parece ser mtooo feioo!

- Harrr harr Min quer cerveja! (morlock)
- Claroo, tome sua caneca
(viro de uma vez)
- Mto pco me de um barril!
- Aewwwwwww Cervejaa esta na casa denovo (sugadores)
- Saiii harr harr
- ahh ele n vai dividir com nos, que pena
- Sr n temos mais barris!

Um copo é jogado

- Me traga cerveja, min quer beber!
- SiMmm (fala o bar man amedrontado)
- Glut glut harr... Mais harr
- Tome cuidado vc esta fazendo mta bagunça (moobs)
- Quem ser tu! (morlock)
- Ahhh vc é louco, tome cuidado ele é um dos cavaleiros ( um viadinho )
- Min quer + cervejaa!
- Orc Viadoooooooooooooooo (gnomoo)
- harrrr harrr (murlock)

Um tempo passa e chega tisunee

- Olheemm é Tisunee, sozinho ele matou metade dos inimigoss (glin falando a verdade pena q n eram 30)
- Ohhhhh
- Incrivel
- Harrr ele n parece ser forte harr (murlock)
- Eu derroto elee!

tsinune como n é otario fica calado e rejeita essa pobre criatura xD

- Orc Viadoooooooo! (gnomo)
- harr apareça!
- orc viadooo!

Dps de umas merda
o orc viado tenta da uma de escroto
e acaba beijando o chao!


Eis a historia do Orc viado caros amigos
Que invento dps de se torna o Bofe do Gnomo
Mas essa é uma outra historiaa xD

PaiLong
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Re: Historia dos Herois

Mensagem por PaiLong em Seg Abr 14, 2008 5:02 pm

Era uma vez um guepardo que morreu por uma pedra do seu dono
coitado ele n aguento aquele tiro no meio dos ovos

Era uma vez um cara q demorou a seçaun inteira pra fazer a ficha
10 minutos dps ele ja estava mortoo, tal nome foi taun passageiro
que ninguem consegui lembrar

Era uma vez Um portador que carregava um instrumento maliguino,
ninguem gostava de tal artefato, esse ser acabou batendo as botas
junto com seu instrumento, todos foram beber em paz ^^

Era uma vez Um humano meio disorientado, ele queria ser tudo ao mesmo tempo
acabo levando uma flechada na bunda por ficar inventando de ficar no meio dos outros

Era uma vez um conde, que de conde soh tinha isso no nome, agora ele quer ser o manda chuva
mas ja levou um pé na bunda

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RE: Histórias dos Hérois

Mensagem por jacome em Ter Abr 15, 2008 10:34 pm

[b]A Alvorado dos Mil Orcs[/b]
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Glin conta o ocorrido a alguns dias atrás para uma grande parte dos funcionários de Tasrin na estalagem do mesmo depois de provar parte de um barril de cerveja.

- O dia começava a amanheceeer, o céu estava nublado e nós tínhamos procurado durante toda noite por encrencah como quem procura acha, finalmente encontramos nosso desafiooo, ao nos adentrar nas densas florestas, vimos de primeira mão um graaaaande acampamento orc, cercado por um muro de vigasss de madeirah. Guardando a entrada estavam dois orcs que como todos os outros eram burros, ao lado deles flutuava um humano, pendurado ao vento com uma cooorda presa a seu pescoço, sua cabeça estava roxa, sua língua saia pra fora e seus olhos se esbugaaalhavam, não era uma visão bonita de se ver. ( As jovens garotas, que foram a taverna especialmente pra escutar as histórias faziam caretas em imaginar a situação enquanto os rapaz ficavam de boca aberta )

- Percebendo que tínhaaamos de fazer algo contra esta expansão orc, nós sabiameeente montamos uma emboscada. Decidimos que os arqueiros se escondeeeriam entre as árvores enquanto um pobre infeliiiz iria chamar a atenção das nossas vítimas. Então apostamooos nossa sorte no palito e o azarado sorteado foi o já morto Narert. O bardo temeroso montou no cavalo e saiu como isca apitando com seu apito para chamar os imbeeecis orcs. Então Pooowwww!!!!!

- Ohhhhhh!!!!!! ( a multidão entusiasmada )

- Hahahahahahahah, um orc arremessa um tiroh de funda em Narert que mais parecia tentar acertar a lua. Narert foge desesperado em direção aos arqueiro que eliminam os 2 orcs de uma vez. Poréeeeeeem ( O Javali-Caolho arregala os "olhos" e fixa a multidão )

- Porém o aviso estava dado e dezenas, NÃO CENTENAS de orcs sedentos de saaangue e grunhindo aterradomete saiam em disparada do pequeno portão. Mas nossos valorooosos arqueiros derrubavam os inimigos na medida que eles saiam, hummm! Eu mesmo devo ter derrubaaaado uns 20 ou 30 com minha besta. E os corpos dos orcs se empilhavam e atrasavam os refooorços beeestiais. Só que num certo momento a graande maioria dos orcs parecia ter saido e agora nos cercava.

- O que aconteceu vamos diga!!! ( fala uma velhinha de 60 anos entusiasmada )

- Enquanto o leopardo de Gnooom assaltava escondido os miliantes orcs e Tisune e o bárbaro Morlock protegiam nossa retaguarda. O poderoooso anão Hank pegou seu machado e começou a abrir caminho entre nossos inimigos. Eu, Narert e Aldemar seguiamos de perto o braavo anão e seu golpe furioso e os arqueiros de Tasrin nos acompanhavam mas atrás.

- Continue, continue ( fala Tasrin que tinha chegado no recinto )

- Eu acho que devo continuar a história depois, agora minha garganta está seca. XD

- Logo, arranjem alguma bebida para o nosso convidado ( fala a esposa de Tasrin )

- Tome, tome ( A linda jovem elfa de antes entrega uma canecona de cerveja pra Glin com brilos nos olhos )

- Glut,glut,glut,glut!!! ahhhh!! cheers Como eu dizia glut! Como eu dizia entramos no acampamento após a chaaacina do anão, lá tudo fedia a carne poodre e Aldemar, não teve vergonhah de nos abandonar pra pilhar. Quando menos esperavarmos glut!!! estavámos cercados por uma nova CENTENA de orcs.

- Ohhhhh!!!! ( multidão exaltada )

- O líder orc de 3 metros de altura se aproximava, sua pegadas pareciam fazer o chão tremer, um olhar enfurecido transpassava , glut e se não me engano ele
aspirava fogo pelas narinas e girava uma enooorme arma, um graaaande machado duplo, No entanto Narerte assobiaaava seu pequeno apito com tanta força que mais parecia ter baixado um espiríto ([b]"do rock"[/b]) no audaz bardo e o barulho infernal feria os tímpanos dos orcs e nos dava esperaaança, glut!! Foi então que o orc monstruuuoso golpeou o anão, felizmeeente pra nós o orc era tão grande que errou feio o anão hahhahahha!!! Glut, glut, glut!!!

- Então eu gritei. Fharlangh abençoa-nos com sua sorte e nos protege do perigo!!! Glut!!!

O pessoal pasmado vê Glin dá mais um gole na cerveja enquanto o Javali olha pra Tisune e os elfos que conversam entre si, Glin imagina que eles estão conversando sobre a sorte de te-lo no grupo =D.

- Após isso as nuvens cinzentas se abrem, disparando um raio de luz solar sobre o Anão que desferi um golpe certeiro no abominável orc, que é seguido de uma flechada fulminaaante que saia das sombras disparada pelo ladrão ardiloso. Então o bardo preparaaava-se para sacar sua espada quando bamm!!! uma flecha dos arqueiros de Tasrin finaliza o Orc cambaleante, hahahhahahahhaha!

-Glut,glut,glut,glut!!! Os outros orcs vendo seu líder caído fugiraaaam feitos maaaricas enquanto recebiam flechas na bunda! hahahaha

- E foi assim que derrotamos centenas, não MILHARES de orcs!!! hahahahhahaha!!!

- Bravo, bravo tragam mais cerveja pru nobre gnomo, rápido!!! (Tasrin)

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RE: Histórias dos Hérois

Mensagem por jacome em Qua Abr 16, 2008 1:33 pm

[b]A Cantiga do Tisune[/b]
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

O Javali-Caolho voltava pra capital do reino élfico na garupa do cavalo de Tisune, depois de meditar e rezar pra Fharlangh abençoar as almas de seus companheiros mortos, Glin resolve se entreter mas seu camarada não é muito bom de conversa, então Glin abre umas de suas garrafas de vinhos dadas por Tasrin pra serem usadas em momentos críticos e começa a beber, de repente um cantigo improvisado sai da boca do caolho e sua voz grossa e grave rima os seguintes versos:

- Tisune matou um Orc,
- Tisune matou dois,
- lá se foi o terceiro
- o quarto morreu depois.

- Tisune lançou uma flecha!!!
- O Orc lançou um grunhido!!!
- Pobre do Orc maldito,
- Ele morreu com o peito ferido!

- Não tema minha criança,
- Tisune aqui está,
- o bom matador de Orcs
- não vai deixar ninguém te pegar.

- Tisune matou cinco Orcs,
- Tisune matou seis,
- o sétimo sobreviveu,
- mas o oitavo se [b]@#%&&&*[/b]

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Re: Historia dos Herois

Mensagem por RatinhoBr em Sex Abr 18, 2008 9:47 am

Grandes personagens hão de surgir
Nas montanhas ou vilas que irao se extinguir

Bravo e corajogo presisa pensar
sem prudencia e astucia o matará
Seguindo os caminhos o salvará
e com o tempo sua fama o fará

Glórias e conquistas poderás fazer
com a esperança de um novo dia que há de nascer
O sol, a lua e o trovão
Guiarás teu personagem pela imensidão

Sem sacrifício não existe vitória
As recompensas irão vir
tudo em seu tempo e lugar
Obstáculos diversos irão surgir
Com paciência poderás superar

Qual a motivação do seu personagem?
Lutas por medo, respeito ou coragem?
Segue teu deus e tua fé?
Que inspiração leva consigo?
Por que e pelo que vc se aventura?
Um sonho, um desafio ou simplesmente bravura?

No mundo hostil atual
onde os monstros assombram
e o cercam de mal
Precisas ter um objetivo
perseguir até o final
o começo, um fim, um sinal
A vida deves zelar
Terás dignidade e honra em mudar
o presente momento do mundo vivido
Ou serás apenas um mero esquecido?

Seja, faça, transpareça
Cresça, espere, lute e obedeça!

Sonhos, inspiração, paciência e ação!!!

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A Historia do Largato que ia ser Capado

Mensagem por PaiLong em Sab Abr 19, 2008 6:50 pm

Existia um ser bastante sagas
mas devido a um ataque furioso da comiçaun do reino elfico + alguns aventureiros
este acabou tendo que se render para sobreviver
Um homen largato enorme ser esra criatura

Durante um mine interrogatorio pos combate
Um elfo que falava uma voz estranhaa junto a tal criatura...
todos esperavam pela traduçaun

-Aonde esta a chave da porta, tem alguma outra entrada? (elfo)
- Eu n sei ( largato )

O abil tisune q se encontrava lah, percebeu q tal ser estava mentindo
(um brilho nos olhos o revelou)

Smifeeee Blafe (a espada perfura a perna deste mentiroso)

- Ele esta mentindo, pergunte denovo se ele n sabe mesmo? (tisune)

A mesma pergunta é feita e a resposta é a mesma...
que seja, tisune cansado de tanta inrolação
pego sua espada e encosto sua lamina no instrumento sexual de tal ser...
com o preceito de arrancar o largatinho do Homen xD

- Ele n esta brincando! ( elfo )

- ahhhh, a janelaa! (fala o largato que estava ja se mijando )

- Unnn, bem melhor... é assim que eu gosto ( tisune )

slachhh blach (outra espadada na perna do largato)

- Isso é pra aprender a nunca mais mentir!

Fim

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Re: Historia dos Herois

Mensagem por jacome em Sab Abr 19, 2008 9:38 pm

Voltando do reino elfico pra vila de Tasrin, Glin toma seu apito e canta ( com a clara intenção de chatear PaiLong =D )
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

[b]A Marchinha do Pirata Bebum[/b]

Hey! Hey! Hey! Senhor!!! Não mexa com esse bebum!
Eu sou um pirata malvado,
mereço morrer enforcado,
meu tesouro são mil garrafas de rum!!!

Já naveguei pelos sete mares,
já conheci muitas raparigas,
a melhor delas foi Tanares, ( no original seria Isabel Tavares )
na qual eu fiz 2 barrigas. =)

Hey! Hey! Hey! Senhor!!! Não mexa com esse bebum!
Eu sou um pirata malvado,
mereço morrer enforcado,
meu tesouro são mil garrafas de rum!!!

Já enfrentei muitas tempestades,
já matei muitos trogloditas.
Todos temem minhas maldades,
eu só temo que falte biritas.

Hey! Hey! Hey! Senhor!!! Não mexa com esse bebum!
Eu sou um pirata malvado,
mereço morrer enforcado,
meu tesouro são mil garrafas de rum!!!

Senhor! Não chegue mais perto,
espere a sífilis me matar,
não dê uma de esperto
ou vou ter que te socar.

Hey! Hey! Hey! Senhor!!! Não mexa com esse bebum!
Eu sou um pirata malvado,
mereço morrer enforcado,
meu tesouro são mil garrafas de rum!!!

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Re: Historia dos Herois

Mensagem por jacome em Dom Maio 04, 2008 3:02 pm

[b]O Pântano dos Asqueirosos[/b]
------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Após o triunfo na fortaleza do meio ogro os aventureiros comemoram seus feitos na estalagem de Tasrin, onde o Javali-Caolho conta as dificuldades que eles enfrentaram, acompanhado por belas elfas e belas canecas de cerveja.

- AMIGOS antes de adentrarmos dentro da fortaleeeza do meio-oogro com ajuda da corte élfica, vocês sabem que tivemos nossas dificuldaaades. Alguns dias atrás meus despreparaaados companheiros desceram sozinhos para averiguar o lago. Eu um bravo gnooomo, não poderia deixar de acompanhar meus camaradahs e abnegando da minha segurança fui com eles. Ao chegar na beirada do lagoh começamos a procurar evidências de monstros, MAS ( Glin olha para multidão girando seu pescoço, então se levanta da cadeira onde estava nos braços de uma jovem elfa e salta para cima da mesa redonda )

-Dai-me essa caneca. ( Glin aponta pra uma caneca de cerveja enquanto fala para elfa no qual ele estava sentado no colo minutos atrás )

- Sim senhor!!! ( fala a elfa, impressionada com a bravura do pequeno )

- Glut,glut!!! Mas o imprudeeente Aldemar ( Glin olha pra Aldemar, que parece não escutar devido a sua concentração em devorar um pedaço de pernil ) separooou-se do grupo e distanciou-se para as proximidades da fortaleza do vilãão, quando menos esperáaavamos eu, Hanke e Tisune ouvimos sons de batalha. Correeemos pra lá o mais rápido possível enquanto nosso novo companheiro voltou pra pedir ajudah.

- O que vocês viram? ( fala a elfa entusiasmada )

- Glut!!! A cada passo dado o cheiro de podriãaao aumentavah e junto com ela nossa náusea, ao chegar onde estva Aldemar vimos um pântaaano mas marrom do que verde, sua água era negra e borbulhahva, parecia um ensopado de várias criatuuuras mortas e podres. No centro do pântano, onde o chão era um mistura de lama, ossos e raízes das toooscas árvores que saíam da água em decomposição ( água em decomposição waeaaweawea ) e entrelaçavam-se uma nas outras escondeendo a luz do sol, vimos Aldemar cercado por homens-lagartos de olhos amarelos e pele de serpente, berraaando uma língua dos diabos. Glut, glut, glut!!!

- Hahahhaah, foi uma das visões mais hilariantes que eu já vi com esse meu olho ( Glin aponta pru olho cego =) ), O esquio Aldemar, se debatiah de um lado pru outro tentaaando desviar das garras e bocas do povo réptil, Glut!!! Ele suava mais que um porco e era um suor gélido de medo, e suas pernas tremiam tanto que parecia mais que ele estava dançaaando em vez de lutar. Hahahahaha! O coração dele batia tão alto que eu podia escutar a quase 20 metros de distância hahahhahah.

- Hhahahahha, ( A multidão rir enquanto Aldemar utiliza um prato fundo de sopa como copo e não se incomoda quando líquido escorre pelas extremidades de sua boca.

- Na hora em que os homens-lagartos se deram coonta da nossa imponeeente presença, eles começaram a se dissipar, alguns acabaram em pedaaaços pela lâmina do anão, outros esburacaaados pelas flechas de Tisune, glut, glut! Eu me dediquei a invocaar os servos de Fharlangh pra impedir a fugah destes vis seres. Minha açãaao deu tempo suficiente para que o mago voltasse com ajudah dos guerreiros de Tasrin, no entanto glut, glut, glut, nossos háaabeis arqueiros não conseguiram abater os lagartos que fugiam amedrontaados e esses chamaram ajuda.

- Ohhh! ( A velhinha boquiaberta exclama )

- Glut, glut , glut!!! Dai-me vinho agora. ( fala o gnomo, ainda longe de ficar bêbado )

- Quando menos esperávaaamos 2 tropas de homens-lagartos ensandeeecidos saiam do lodo gosmento, suas peles pareciam leprosas e entre seus dentes haviam resto de carne podre, entre eles estava um dinossauro erraaaante, armado de um terrível machado ( não me lembro ao certo que essa era a arma ), acompanhado de mais alguns homens-lagartos. Glut, glut, glut!!! O ser escamoooso soltou uma terrível magia e o pântano asqueroso tomou vidah, as árvores dançavam profanameente e seu remexer parecia gerar um sussuuurro endiabrado, as raízes se levantaram da terra e prendeeeram nossos valentes arqueiros, junto com Quel Druman. Glut, glut, glut. O lagarto líder ordenou que as tropas nos cercaaassem mas Quel Drumam tinha outros planos e enquanto o espirituoooso Tisune se libertava, o mago fez dormir mais que a metade da uma das legiões que nos ameaçaaavam, Glut, glut, glut!!! Eu percebendo que um confronto direeeto nos levaria ao fracasso, mudei minha estratéeegia e me escondi entre as árvores uivantes. Glut, glut! Porém o Anão furioooso largou-se em ataque a dezeeenas de répteis famintos de sangue e seu líder.

- Acabou ? ( fala o Javali enquanto segura a garrafa de vinho virada sobre sua cabeça e olha tristemente para o buraco ) Agora mistura pra mim cerveja e vinho em um único copo =)

- Os arqueiros tentavam desesperadameeente livrar-se da armadilha, as tropas reptilianas rumaaavam ao ataque, Conde Aldemar distraía alguns homens-lagartos na esquerdah, eu e Tisune caçávaaamos nossos inimigos dentro da floresta, enquanto Hanke cercado lutava bravameente na linha de frente. A cada golpe do anão cinco bestas eram derrubaadas, mas não foi suficiente, o número de homens-largatos era tão graaaaande. Glut, glut, glut, glut!!! Que o fio do machado do anão
perdeeeu o corte e ele foi derrotaaado. Aldemar rendeu-se depois disso.

- Eu queria obter informação e destruí-los por dentro. ( interrompe Conde Aldemar sempre esnobe, enquanto passa manteiga num pão )

- Hahhahahah, Glut, glut, glut. glut!!! ( Glin ri, depois bebe sua estranha mistura)

- Quando o pântano se acalmou os arqueiros conseguiiiram fugir, eu ainda queria continuar caçando aqueles MONSTROS, mas sabia que não teria chance, tão cansaaado e contra tão grande quantidaaade de inimigos e ainda por cima contra um pântano que ganha vida. Glut,glut,glut!!! Mas hoje é dia de comemoraaarmos, nós conseguimos tomaaar a fortaleza do meio-ogroh. Glut!!! E apesar de não termos encontrado nem o anão nem o vilão, no meu íntimo eu sei que agora o ogro maldito está levando uma sova de Hanke neste instante. Glut, glut, glut!!! Ahahahahhahaa!!!

- Bravo ferozes guerreiros. ( grita a estalagem perplexa. )

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Re: Historia dos Herois

Mensagem por jacome em Qua Maio 07, 2008 12:54 am

[b]A Tortura do Mago Druman[/b]
----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Os aventureiros comemoram a vitória na estalagem de Tasrin, Glin se encontra bêbado e Quel Druman com sono.

- Deiiiiiixe-me contar uma, hic!!! Coisa. Eu tenho mais de 60 aaaanos de, hic!!! idade. E até aonde eu posso me leeembrar eu viajei pelo mundo honraando Fharlangh. Eu vi muitas hic!!! Coisas com esse meu olho ( Glin aponta pru olho cego ), muitas coisas feias e bonitas. Mas nada tão LINDO quanto eu vi em, hic!!! Haaasmer.

- Javali-Caolho por favor... ( Fala Quel Drumam antes de ser interrompido por Glin )

- Meus amigos, era uma noite feito hic!!! Essa. Eu e meus companheiros que acabávamos de chegar em, hic!!! Hasmer estávamos para comemorar o suceeeeeeesso da nossa viagem, então. Opa!!! ( Glin cambaleia um pouco em cima da mesa )

- Acho que estou perdendo as forças, alguém me eaaancha uma taça de, hic!!! Vinho.

- Gnomo, você poderia... ( Tenta acabar a frase o mago )

- ENTÃO fomos pru melhor puteeeeiro da cidade, guiados pelo anão colega Traubon. Glut, glut!!! CamaraaAAAAaadas eu vos digo, EU nunca pensei que poderia ser tão hic!!! FELIZ na vida aaaAAaaantes de entrar naquele lugar. Glut, glut, glut!!!

- Javali, um pouco mais de... ( Druman novamente em vão )

- Ahhh!!! Que o machaaaAAaado de Tordek perca o hic!!! Fio, se eu TIVER mentindo, Glut!!! Eram as Belezuuuuras mais LINDAS de toda terra que Fharlangh nos deixa pra caminhaaaaar. Eu tinha ganhado 1500PO naquele hic!!! dia pela missão bem sucediiiiiiiiiiiida, e não tenho uma GOTA de arrempedimento de ter gastado tudo. Glut, glut, glut!!!

- Caolho, silêncio por fa... ( o chato de Drumam )

- Duas anãs me seeeeeerviram naquele, hic!!! local. A primeira se chamava DIESA, e possuia uma pele cor de caneeeela e gosto de cerveja, Seus hic!!! Eram redondos e fartos, e seus cabelos castanhos quase dourados. Glut! Enquanto eu ficaaaAAaava com ILDE, Diesa me trazia bebidas e comidas. ILDE foi a primeira a me hic!!! divertir, Hhahhahahaha, Glut!!! Eu a chamava de FLOCO DE NEVE, pois era difícil achar uma anã de pele tão hic!!! Branca e macia. E eu tenho certeza que não existe outra anã de olhos AZUIS no mundo. É nós fizeeeEEEeeemos Glut, glut, glut, glut, glut, glut!!! Durante toda a NOITE.

- Argth!!! Desculpe amigo mas você tá me dando nos nervos ( sussurra o mago pra ninguém ouvir enquanto conjura um feitiço de sono )

Poof ( Glin cabaleia para os lados e sente uma estranha sensação, uma vontade de... beber cerveja, pois foi 20 no teste de resistência XD )

- Encha-me a maior caneca de hic!!! Cerveja, fiquei inspiiiiirado ao me lembrar de tão agradável HISTÓRIA. ( Glin põe seu apito na boca e assopra alto no ouvido de Druman, convidando-o para unir-se a festa )

- Venha comemorar colega!!!

- Eu vou pra Hasmer.
- Lá tem cabaré,
- vou aumentar minha fé,
- com muita cerveja e mulher!!!

...

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Re: Historia dos Herois

Mensagem por jacome em Dom Maio 25, 2008 6:57 pm

[b]A Ópera da Morte[/b]
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Glin descreve para o necromântico a missão no qual os heróis lutaram contra a harpia.

- Depois de descansarmos da batalha contra o druida inconvenieeente resolvemos voltar pru covil da harpia, agora com ajuda de Aldemar. Ao chegarmos lá, desta vez resolveeemos adentrar na caverna. Era um local escuuuro, que cheirava a veneno e a mooorte, sobre nossas cabeças gotas de água caiam de enooormes espetos de pedra que pareciam nos provocaar. No meio da imundiiice encontramos várias caixas, com diversas porcarias. Desprovidos de medo, caminhávamos pra dentro da caverna sombria, até sermos surpreendiiidos por uma bifurcação.

- Argh, é melhor contar uma históooria com um bom vinho ou cerveja, pena que o meu acabou enquanto eu procurava pela porção. ( Glin fala, enquanto retira da mochila seu cálice de vinho conquistado na missão ( já limpo ), e olha tristemente para ele. )

- Compreendo gnomo, mas isso não é um problema para um mago com algum conhecimento em criação. ( fala elegantemente o necromântico, enquanto gesticula seus dedos da mão esquerda, que está virada pra taça do Javali. )

- Oooohh!!! Excelente, Excelente!!! ( O Javali-Calho impressionado com o fato, da taça ter magicamente se enchido de vinho sozinha. )

- Glut!!! Formos pela direita, A escuridãão nos devorava e as paredes se estreitavam cada vez maiiis, parecia que elas queriam nos esmagaar. No fim do corredor avia uma pequena sala desarrumada, o cheiiiro de podridão era ainda pior. Hhahhahaha, foi nessa sala que eu encontrei esse lindo cálice, glut, glut!!! Na verdade, eu encontreeei dois atrás de um quadro, mais um eu dei pra formosa Elena. Depois que descobriiimos que o jantar dos habitantes daquela sala tinha sido kobolds, descemos para as profundezas da caverna pelo um alçapão encontrado pelo sáaabio Karort. Glut! depois de descermos uma estreiiita escada, tivemos a sorte de encontrar um halfling das profundezas e seu escudeiro, um kobold velho e raquítico. O halfling nos contou que possuía despreeezo pela harpia e concordou a nos ajudar na nossa jornada. Glut! Estávamos saindo da caverna em direção a floresta, onde acreditávaaamos ser a região em que a harpia escondia a porção.

- Glut, glut, glut! Quando de repente escutamos os grunhidos infernais da maléeevola criatura. Percebendo que os estraaanhos sons vinham da bifurcação esquerda resolvemos construiiir uma barricada para nos dar cobertura, no entanto fomos interrompidos por dois grotesco, hobgoblins que cairam facilmente nas mãos do mago Quel Druman. Glut! Impacieeentes nós rumamos atrás de alcançar nosso objetivo e acabamos por encontrar um hobgoblin mais poderoso. Hahahhaa, o puuunho de Karort nos foi bastante útil, pois o hobgoblin ficou atordoaaado ao ser esmurrado.

- Glut! Vencíamos com facilidade nossa bataaalha, então escutamos a serenata aterradora, o cântico apesar de bonito e sedutor era hediooondo e nos provocava dores mentais. Eu olhei para o lado e viii o Conde Aldemar. Suas pernas cambaleaaavam, seus ombros relaxaram, sua cabeça caiu levemeeente pra esquerda, seus olhos reviraaaram e ele abriu lentamente a booca pondo parte se sua língua pra fora em estado de hipnose. Glut! Aldemar caminhaaava lentamente seguindo a música pronto para segui-la em direçãão ao inferno. Também a hábil e não menos curvilínea Elena ficou pasmada com a tenebrosa canção que nos despertava doces e picaantes emoções, uma mistura de medo e luxúria.

- Sem dois de nossos guerreeeiros, a Harpia se sentiu confiaante, e lançou contra o grupo da frente sua mágica peçonhenta. camadas e mais camaadas de teia envolveu, envolveu Quel Druman, Karort e nosso companheiro clérigo, Hahahahaa, mas não tenha medo necromántico. Glut! Eu estaaava com eles e apesar de não poder me aproximar do inimigo por causa das teeias, eu invoquei um baaando inteiro de falcões abissais, a harpia acuaada e machucada pelas crias do poderoso Fharlanghn teve que recuar, nos dando o tempo necessário, pra que Quel Druman mataasse o terceiro hobgoblin e eu pegasse a bolsa de cola guardada com Aldemar. A harpia voltou recuperaada e com sede de vigança, logo ela derrubou Karort, com sua magia traiçoeiiira de invocar chamas. Mas nós éramos fortes, nosso aliaado halfling lançou uma pedra trovão que ensurdeceu a harpia e eu a prendi com a bolsa de cola. Enquanto o clérigo se soltava, eu invoquei o nome do meu falecido companheiro Tisune e comecei a atacar ensandecidameeente com minha besta, porém depois de muitos acertos, eu fiquei com tanta sede de saaangue que não carreguei direito minha arma e acabei a derrubando, mas isso me fez lembraaar que era hora de pedir ajuda pra Fharlanghn.

- Glut, glut!!! Acabou. ( Glin fica feliz pela taça ser grande e bonita. )

- Ahahahahah, foi aí que eu invoquei com a benção do meu poderoso deus, dois graaandes e raivoooosos texugos celestiais que arrancaram as assaas da harpia e a preparou para que nosso companheiro clérigo de Corellon desse o golpe final e libertaaasse o nossos amigos do encanto da bruxa alada.

- Bem com um pouco mais desse delicioso vinho eu posso contar o resto. Ahahahahaha ( Glin aponta seu taça pru mago. )


Última edição por jacome em Dom Maio 25, 2008 8:16 pm, editado 3 vez(es)

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Re: Historia dos Herois

Mensagem por jacome em Dom Maio 25, 2008 7:51 pm

Enquanto Glin cavava ( tentava cavar ) buracos com sua maça, ele cantava e apitava:
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

[b]O Velho Coveiro e seu Farol Reluzente[/b]

O velho coveiro corcunda e careca e seu farol reluzente,
guarda feliz de noite e de dia a casa de morta gente. ( 2x )

E quando chega mais um dentro, dentro de um caixão,
o velho coveiro pega pá e cava, cava até fazer calo na mão.
logo ele vê a viúva chorando, chorando na primavera.
e se pergunta como o defunto se casou com aquela banguela.

O velho coveiro corcunda e careca e seu farol reluzente,
guarda feliz de noite e de dia a casa de morta gente. ( 2x )

O velho coveiro já se cansou de ver gente sem expressão,
o velho coveiro já se cansou de sentir cheiro de podridão.
O velho coveiro já se acostumou com as formalidades do funeral.
para o velho coveiro a morte de mais um já é um ato banal.

O velho coveiro corcunda e careca e seu farol reluzente,
guarda feliz de noite e de dia a casa de morta gente. ( 2x )

E o defunto branquelo que chamava o velho coveiro de repugnante,
agora é o velho coveiro que joga terra em cima desta ex-pessoa galante.
e isto é o porque do velho coveiro não largar sua profissão,
e isto é o porque do velho coveiro enterrar gente por poucos pedaços de pão.

E apesar de estar cansado de ver gente sem expressão,
e apesar de estar cansado de sentir cheiro de podridão.

O velho coveiro corcunda e careca e seu farol reluzente,
guarda feliz de noite e de dia a casa de morta gente. ( 2x )

PS: Essa marchinha tem uma moral =D.

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Re: Historia dos Herois

Mensagem por jacome em Dom Maio 25, 2008 10:17 pm

[b]O Covil da Bruxa Alada[/b]
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Depois de ter sua taça de vinho recarregada o Javali-Caolho continua sua história.

- Derrotaaamos a harpia, mas ainda faltava a porção, procuramos no interior da caverna mas não encontraamos seu item precioso, Glut! Então encontramos um mapa. O mapa era do covil da criatura, que situava-se na floreesta como o halfling haavia nos dito. Rumamos para floresta guiados por conde Aldemar que conseguia decifrar estranho pergaminho ¬¬. Ao chegarmos próximo do local, começamos a cavar às cegas. Cavamos demasiadameeeente durante horas e horas, Karort e Elena usavam as duas únicas pás, o Kobold fuçaaava a terra feito louco e eu hamm, usava minha própria maça pra fazer o trabalho. Glut, glut! Hahahahah, eu devo ter cavado uns dez maaetros de profundidade, encontramos água e até um corpo em decomposiiição atrás do esconderijo da arpia, Eu caveeei tão fundo que achei um crânio de um tiranossauro rex, mas nada do esconderijo. Hahahhahaha e olhe que eu cavava com uma maça, hahahahaha .

- Glut, glut! meus bracinhos já estavam cansados quando apareceu um grupo de peregriiinos que viam de terras amaldiçoadas, nós aproveitamos pra descansar e dividiiimos nossa comida com eles. Quando voltamos ao trabaaalho Druman tentou detectar magia. Ele já estava amareeelo e suando frio por causa de tanto esforço quaaando Fharlanghm abençoou nossa buusca ( URRA!!! dois 20 consecutivos nos dados e na última oportunidade XD ). Glut! Druman detectou algo e logo depois encontraaavamos o alçapão pru covil da bruxa. Elena desce primeiro, eu vou logo depoiis, e um por um nosso equipe adentra. De cara encontramos várias porções, infelizmeeente não tinha nenhuma a base de cerveja. Hahahahhahaha.

- Glut, glut, glut!!! Ao nos aprofundarmos no locaal encontramos uma câmara de tortura e um poço onde provavelmeeente jogavam as vítimas. Quando Korort viu a manjeedoura já foi dando uma voadora, talvez ele seja traumatizado com isso. Hahahahahah. Glut! Eu pensava em utilizaar a manjedoura pra esticar alguns centímetros mas logo noteei que ser pequeno é uma benção. Seguimos o único caminho possível, Aldemar ia na frente pra tentaar desarmar armadilhas, ahahahah!
Esse ladino. ( Glin balança a cabeça demonstrando que Aldemar não conseguiu desarmar nadica de nada =) )

- Glut, glut!!! Na nossa jornada disparamos todas as armadiiilhas possíveis, Ahahahaha, centenas de laaanças saíram pelas paredes, houve chuva de dardos envenenaaados, e até metros e metros de buracos, cuja profundeeeza estava recheada de lâminas. mas ao chegarmos no último nível encontraaamos o tesouro, incontáaaveis sacos de bugigangas, várias armaduuuras, armas e escudaos. Glut! Eu procurei algo pra mim, mas armaduuura nenhuma me servia. Estava triste quando de repente encontrei o melhooor prêmio que eu poderia desejar, uma bela garrafa de conhaque. Hahahahaha, como eu havia consumiiido todo meu vinho na escavação, eu bebi o conhaque imediatameeente. ( Glin se lembra do belo sabor de amoras que o conhaque o proporcionou. )

- Estaváaamos com a esperança de achar a porção por um fio, quando avistaamos, nosso objetivo encima de um pequeeeno apoio, eu senti o cheiro do perigo, mas Aldemar sem pensar duas vezes pegooou a porção. Um estrondo estranho paiirou sobre nossas cabeças, e de repente, Glut, glut, glut!!! estávaaamos fugindo fugindo feitos loooucos de uma enorme bola de pedra, então eu griteeei. Basta!!! pulei pra trás e encaaarei a bola.

- Glut! Elena mais na frente gritou: Fuja gnomo, preze pela sua vida. Eu respondi: [b]A oração acabou.[/b] Cerreiii os dentes, endureceiii meus músculos, e berrei jogando minha massa em direção a pedra.

- Ohhh! ( O necromante boquiaberto. )

- BOOOOOOOM!!! (O Javali-Caolho abre seus braços em um movimento brusco, derramando um pouco de vinho no chão ) Hahahahahah! A pedra virou pó, e voltaaamos são e salvos. Bem encontramos também um saaco de ossos de uma águia gigaante no covil da bruxa, eu estava pensaaando em fazer uma sopa de ossos, igual aquelas que eu fazia quando viajaaava pelas montanhas de Corlan, mas acho que seria mais útil com o senhor.

- Glut, glut, glut!!! (Glin termina seu vinho e olha pru necromântico com um sorriso ganancioso e um brilhar dourado nos olhos a espera de sua recompensa.)


Última edição por jacome em Qua Maio 28, 2008 3:05 pm, editado 2 vez(es)

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Re: Historia dos Herois

Mensagem por PaiLong em Seg Maio 26, 2008 1:02 am

[b]O Buraco:[/b]

Enquanto O grupo armava os cavalos com todas baganhas do dia, Elena conversava com O Halfling das Profundesas...

- Deve ser coisa do destinoo!
- Como? (halfling)
- Os Deuses sabiam que Aldemar não conseguiria decifrar o mapa corretamente
- Eles nos trouxe viagantes sedentos por cumidas, a maioria aparentava estar ja aos ossos...
- Pobres coitados, sendo assim fui ajudalos, e cedi os alimentos da caverna
- Não poderia levar tudo mesmo, alem disso eles precisavam deles mais que nois!
- Ovos não foram o suficiente, tive que caçar algo mais nutritivo, sendo assim trouxe um porco selvagem que rondava por aqui
- Unnnnnn, e sobrou algo? (halflin com brilhos nos olhos)
- Não! A fome era tanta que ate os ossos foram usados como caldo
- Não fico muito bom, glin disse que sabia conzinhar mas acabou tendo um gosto ruin...
- Ele indagou que faltava ingredientes, e que se foçe um grifo tudo estaria perfeito (jogamos fora)
- Pena, que pena, estava querendo provar dessa carne, soh como morcegos a um bom tempo
- Morcegos? (fala Elena espantada)
- Sim sim, Tb tem varios ratos e centopeias, ja estou ficando enjoado de tanto repetir o mesmo prato
- E que gosto eles tem?
- Tem gosto de Rãn!
- Ahhh tah (que nojo)

Depois que Elena esquece a visao de tal cumida ela continuam

- Pois é, graças a esses viajantes acabamos tendo uma pausa
- O local aonde estavamos, tb era diferente
- O Conde que soh fazia descansar naquele tronco de arvore, disse que estavamos no local correto
- Pois é, ninguem acreditou nesse fanfaraun
- O mago de nosso grupo acabou por andar a outro lugar
- Acabei seguindo ele, ao velo parado e olhando pro alem (ja ao lado dele)
- Começei a perceber que tal ambiente tinha sido modificado e que não era uma proeza feito por um animal
- sendo assim indaguei para ele soltar sua magia, seria muito rude de minha parte fazer todos cavar aquele local sem ter certeza!
- Pois é minha intuição estava certa! hohoho

_________________
[i][b]È Impressão minha ou ficou mais quente aqui? [/b][/i] xD

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Re: Historia dos Herois

Mensagem por jacome em Qui Maio 29, 2008 11:40 pm

[b]Escravos da Cidadela Subterrânea (A Última Aventura de Tisune)[/b]
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Glin mexe uns ovos enquanto conversa com peregrinos que migravam de suas terras.

- Não se preooocupem meus amigos, todos nós passamos por tempos difíiicies, mas com o apoio de Fharlangh vocês podem supeerar todos os desafios. ( fala Glin enquanto improvisa uma colher com um graveto, pra mexer os ovos. )

- Sim, vocês podem ir pra terra de Tasrin ( fala Karort )

- Glut!!! Acho que esses ovos precisam de um toque especial. Hahahhahaha ( Glin derrama um bom bocado de vinho na comida que ele prepara. )

- Deixe-me contar uma história triiiste. Glut, eu, aqueles 3 ( Glin aponta o graveto pra Aldemar, Karort e Druman ) e um grande companheeiro Tisune guiáaavamos uma tropa do reino élfico pra onde acreditavaamos ser um graaande acampamento orc. Poréeem quando chegamos no local destinado, encontramos mais que esperáaavamos. Achamos uma enooorme crátera arrudiada por alguns orcs. Os orcs mais próximos conseguiram adentrar no buraco, mas fizemos 9 prisioneiros.

- Yame!!! ( Glin pega a comida com a mão e prova a mistura de ovos de galinha, marreco e pato. ) Humm, a colher deu um gostinho especial a comida. Querem um pouco? ( Glin gira o braço oferecendo a comida em sua mão, uma mistura de terra, ovos, vinho e baba de gnomo. )

- Eu já comi com a garota que tem uma espada grande.

- Acho que aqueles 2 estão me chamando.

- Não estou com fome, mas obrigada. ( fala o povo faminto. )

- Hehehe, sobra mais pra mim. Bem, deixe-me continuar. Glut, nós chegamos a beirada da grande craaatera e ao olhar pra baixo, foi uma das coiiisas mas impressionante que este meu oolho já chegou a ver. Minha visãao, descia degrau por degrau acompanhando uma traiçoeiira escada que parecia rir das nossas caras. Bem nas profundeezas deste abismo infernal, uma cidade inteira se levantaaava das rochas. Glut!!! Muraalhas, fortaleeezas e até armas de cerco se encontravam no interior do vórtice profuuundo que fedia a enxofre. E fora daquilo tudo, pobres escravos consumiam suas vidas ao som de rúuusticos tambores e de carne humana se rasgando vitima de cruéiiis chicotadas. Chomp! nhac! nhec! ( O Javali-Caolho faz uma pausa pra comer, enfiando sua boca na mão cheia de comida. ) Glut!!!

- Os orcs fugiram para fortaleza acuaaados por nossas flechas, que molhadas em fogo destruíiiram tudo que podeiam. Mas pouuucos escravos conseguiram subir a superfície pois muitos deles ou estaavam debilitados demasiadamente ou estavam acorrentados. Ao fim do dia um mensageiiro inimigo veio exiiigir nossa retirada e nos ameaçar, Huhuhuh, rimos com escárnio dele jogando alguns podres orcs buraco abaixo. Glut,glut!!! Hahahaha, eles voltaram pra casa não voltaram, ahhahahaa.

- Tem certeza que vocês não querem, Glut! ( O Javali-Caolho oferece novamente sua mão lambuzada. )

- Ahh! Não, não, eu fico com está maçã, não queremos abusar da sua generosidade. ( fala uma garota abanando as mãos e dando um sorriso deslocado. )

- Blurp!!! ( Glin arrota socando a barriga. ) Se é assim. Glut! A noite chegou e a ameaaça do mensageiro foi concretiiizada. Os covardes orcs atacaram e levaram alguns da legião elfa. Mas éramos foortes e o ataque pareceu mais uma alfinetaada. No outro dia jogamos mais alguns orcs em retaliaçãao aos nossos inimigos e então resolvemos resgatar os escraaavos. Nhec, nhoc, glut , glut!!!

- Eu, Tisune, Karort e Druman, mas um punhaado de elfos selvagens desceemos pelas funestas escadas afim de resgaatar os feridos. Corajosameente eu ia na frente, porém o primeiro ataque veio por trás. Uma enoorme parede de fogo se ergueu no chãao separando nosso grupo e atigiindo Druman e Tisune. Mas eles estavam com o Javali-Caolho, ohoho. Glut, eu pegueei meu símbolo sagrado e pronuncieei: faça-se água em nome de Fharlangh. E uma chuuva de água divina acaba com aquela vil armadilha. Maas nossos problemas estavam apenas começando. Quando eu, meus camaraadas e os valentes soldados elfos coseguiimos chegar aos escravos, começamos a acolhe-los. Mas os orcs tinham ooutros planos.

- Flechas, flechas e flechas, começaram a nos atacar vindo da fortaleza esculpiiida em pedra maciça. Eu quebreeei as flechas que vinham na minha direção usando minha maça. Glut! No entanto, um soldaado elfo selvagem não foi tão hábil e acabou atingido. Pegamos os escravos que podemos e começaamos a recuar pra superfície. O corajoso Tisune foi ajudar o soldado ferido. Glut!!! ( Glin para e bebe por um minuto. ) Quando aqueles COVARDES ORCS DE UMA FIGA conjuraram um enxame de bolas de fogo. Desesperaaados e tentando fugir daquele infeeeerno, chamas planavam sobre nossas cabeeeças. E acabaram por atingir Tisune que carregava o soldado feriiido. Ninguém poderia sobreviveer a tamanho ataque ( Glin abaixa a cabeça. ). Atordoaado com a visão da morte do meu valioso camaarada, eu parei no campo de batalha e virei goeela abaixo meia garrafa de vinho. Quaando a pequena tropa chegou nas escaaadas a chuva de fogo foi substítuida por algo pior. Uma chuva de cobras peçonheeentas, grudeeentas e escamooosas. ( o gnomo gira a cabeça de rapidamente e tem um calafrio. )

- Glut! Arght!!! a única coisa que eu não suporto são cobras, só a mera visão delas me fez acordar. ( diz Glin fazendo careta. )

- Foi nesta hora que com ajuda de Fharlangh eu corri o mais depreeessa possível e alcancei o grupo, passando por cima daqueles répteis sebosos. Após termos escapaado e subido a superfície, nós descontamos nossa ira da morte dos nossos amigos nos prisioneiros orcs.

- Logo depois, o mensageiro inimigo veio com a notíiicia que a fortaleza iria sacrificar crianças se nós não nos retirásseeemos. O sábio Karort negociou umas criaaças em troca da nossa recuada. E assim o comandante elfo saiu de cena com o rabo entre as pernas e escutando minhas reclamaçõoes.

- Humm! A única coisa que aquele comandante nos deu foi a promeessa de vigaança que para mim não é suficiente. Tivemos que deixar o local, no entanto nossa ira ficaráaa no precipício e amaldizoaráaa aqueles malditos orcs.

- Glut, glut, glut. Nhoc, nhec. ( Glin relaxa e acaba de comer. )

- Huumm!!! Aposto que Tisune gostaria desta refeição. ( Fala Glin após lamber os dedos. )

- Ahaha ( a garota dá uma risada deslocada balançando a cabeça em gesto de concordância. )

[img]http://img149.imageshack.us/img149/8523/triogotano6.png[/img]

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Re: Historia dos Herois

Mensagem por PaiLong em Seg Jun 02, 2008 12:10 pm

[b]O Vinho e a Arte da Sedução:[/b]

Numa tumba em algum lugar do pantano do Sul
Enquanto Quel Druman ficava falando um lingua estranha com uns Homens Largatos
La estava Elena e Glin sobrando...
- Harrrr Meu barril!! (Glin deseperado)
- Meu Galante corseu ficou com ele, nesta hora temo pela minha bebida...
- Você pode não saber, mas aquele ponei bebe mais que este Gnomo aqui!
- Eu vih tudo com este meu olho (apontando pro olho)
- Enquanto estavamos no Reino elfico aquele bixo tumou metade da minha cerveja em um gole!
- Estamos perdidos! Iremos morrer de cede
- snif snif (chora glin, enquanto fica passando seu dedo na boca de seu caliçe)
- Não Tema Pequeno Gnomo! (Elena)
- Como não!? Acabou o RUN! Estamos Perd...

Antes que completaçe sua fraze

- Minha bebida nunca faltara (Elena enquanto retira uma de suas garrafas de vinho que aparentava estar escondida no seu manto)
- Este é um belo vinho que comprei antes de vir, se não me lembro elas vinheram de Vel
- Uma bebida muito rara e cara meu amigo, este safra é da 3° era, no minimo tem mais de 600 anos
- Gastei todo dinheiro da recompensa nestas tres garrafas (140 Po)
- Ohhhh (Glin totalmente pasmado e com seus olhos arregalado enquanto segura com suas duas mãos seu caliçe)
- Deixe eu encher sua taça pequenino

Não precisava oferecer...Glin ja estava de qualquer jeito cultucando Elena com sua taça
Glut Glut glut (vira a taça de uma vez), A cede de Glin era tão grande que nem esperou Elena encher a taça dela

- Ahhhh estava otimooo, me desculpe estava com tanta cede, meu corpo parecia que ia muchar...
- Queeee Diabos de Fez!? Não se pode virar um vinho, ainda mais esse!
- Pois encha meu copo novamente e me ensine (espertinhoo este Glin hein ^^)
- Não vai ser necessario... Apenas olhe

Elena Começa a cheirar o vinho calmamente e saboreia seu vinho com um pequeno gole...
Glin ja aguniado a procura de mais daquele vinho começa a pular, tentando agarrar a taça de Elena
( Pense na cena, xD)

- Ahh, me de mais um pouquinhooo (Glin enquanto pula e estendendo seus braçinhos)
- Espere eu terminar (Elena)
- Vamos Elena, não negue esta bebida a min!
- Me daaaaaaaa Isnif Isnif (Pula e ao mesmo tempo chora)

Depois de arduas tentativas do Gnomo em alcançar aquela bebida, este finalmente consegue tocar no caliçe
Bleff O resto do vinho cai na roupa de Elena

- Malditoooo! Olha o que você fez!!!
- Não foi culpa minha ( Abaixando a cabeça e com medo de Elena)
- Aré Aré (mesma coisa que ai ai, sendo que em japones)
- Agora ja foi, ainda bem que ja estav acabando
- Acho tambem que vou ter que jogar fora este manto
- Ele já estava rasgado mesmo

Nesta mesma hora Quel Druman ja estava com saco cheio de tentar sua diplomacia com aqueles Largatos
Enquanto o mesmo retirava sua varinha para desferir uma poderosa magia em tais criaturar Elena Retirava seu Manto, (que vision sexy)

Glin Totalmente com os Olhos esbugalhados nem prestou atenção no que Quel Duran fazia
Com essa distração toda os Largatos pararam de olhar o que o nosso diplomata fazia
Sua magia acabou por não afetar em todos, afetando apena um dos tres que estavam lah
Ao termino do confronto e da nossa hiponente vitoria

- Nossa e Eu achando que ja tinha visto as maiores belezas do mundo
- Não me importaria de ter uma noite de prazer mesmo que vc foçe uma Sucubo e leva-se meu olhinho
- So não te daria minha Capa é claro!
- Louvado seja Fharlanghn que me guiou ate esse dia
- Não se preocupe, suas palavras não vão se concretizar, não curto coisas pequenas (Tiro Onda!! kkk)
- Ahrrr Pelo menos posso olhar de Graça o/
- Acho que não foi uma boa ideia tirar esse manto agora
- Esses largatos acabaram prestano mais atenção em min e não puderam cair em sua magia
- Deve ter sido isso mesmo (Quel druman dando um desculpa pra sua falha arcana)

No mesmo momento um dos lagartos ja amarado recobra a conciência...

- Bler Brut pewwww (não me matem)
- Pett peww Preeew (Nos conte tudo que vc sabe; Quel Druman)

Ao o largato observa aonde estava e ver todas pessoas que estavam ao seu redor, avista a poderosa Elena no seu traje super show xD
- Pra vc eu conto Tudinhoooo!! (Largatoo, e olha que falou em comun) lol!
[b]
[center]FIM[/center][/b]

_________________
[i][b]È Impressão minha ou ficou mais quente aqui? [/b][/i] xD

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Re: Historia dos Herois

Mensagem por jacome em Qua Jun 04, 2008 11:35 pm

[b]Loucademia de Gladiadores[/b]
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Glin e seus druguinhos* falam com uma bela elfa de olhos azuis na entrada de sua torre.

- Vão para torre principal, lá encontrarão quem procuram. ( fala calmamente a elfa. )

- Vão na frente, eu encontro vocês depois. ( fala Glin pru seus camaradas. )

- O que você deseja gnomo? ( a graciosa elfa pergunta. )

- Hehehehe. ( Glin mostra seu escudo rachado enquanto dá um riso tímido mas maroto. Seu olho brilha com ganância e dentro de sua pupila é quase visível um cifrão. )

- Compreendo bravo aventureiro. Você poderia me dizer como seu escudo rachou-se? ( fala a elfa fria e enigmaticamente. )

- Hahahahah, claro, claro. Deixe-me apenas tomar um pouco do meu combustível. ( Glin tira uma preciosa taça da sua mochila, então vai até Thor que leva um mini Barril de cerveja e enche seu cálice. ) Glut! Teria sido melhor ter achaaado uma bela e profuuunda caneca. Quem já se viu beber cerveeja em taça. ( fala Glin mal-humorado olhando pra taça. )

- Glut, glut!!! Nós estáaavamos vindo pra estas bandas, quando nos deparaamos com um aviiiso no meio do caminho. O aviso nos mandava deesviar, mas como eu sou um excelente guia e servidoor de Fharlaghn, logo percebi que se tratava de lorooota. Continuamos pelo mesmo caminho e repentinameente passamos a escutar baruuulho de combate. Glut, Elena descompromissada logo foi atrás da confusãao, mesmo sabendo da minha pressa ( ¬¬ ). Seguimos ela e encontraaamos uma verdadeira riiinha de galos. Vários marmanjos vibraaavam e berraavam moldando um pequeno muro círcular de caaarne. No centro da arena improviiisada lutaaavam uma pessoa desarmaaada e um guerreiro com uma glaive. Hahahahah, o amigo de Karort tava metendo uma sooova no inimigo. Quando nos viiiram foram logo nos abordaaando sobre nossas intenções. Eu respondi: - Aposto 10 PO no monge Hahahahaha. Claro que ganhei a aposta, Fharlaghn me abençoa. Infelizmeente as apostas estavam fraaacas. Glut, glut!!!

- Falamos com os senhooores que nos interromperam e eles nos contaaram que aquilo era uma competição entre faacções, uma espécie de acadeemias de heróis. Como eu sooou um bravo combatente ( Glin faz um gesto heróico com seu cálice ), tentei me escrever na competição, mas os organizadoores me recusaram por eu ser um clérigo ( O Javali enche seu peito de ar, depois das uns goles. ) Glut, glut, não sabem do espetacuuulo que perderam. Elena conseguiu se escrever sem problemas. Depois de váarias lutas aleatórias chegou a vez dela. Hum, ela enfreeentou um mané tão fraaco e maaricas que eu ganhava dele com apenas uuuma mão e com o olho vedaaado. Com um pooouco de esforço ela venceu.

- Glut! Hehehehehe, após a compeeetição foi que as coisas ficaram interessaante. Primeiiiro eu só vi uma flecha vindo em nossa direção, depooois saiu um raio na direção dos rivais, depois mais fleeechas e então eu estava gritaaando e correeendo na direção dos oponeeentes. Glut, glut. Enquanto Druman interrooompia a chuva de flechas colocando os arqueiros pra dooormir, Karort e Elena se entretiam com alguns moleengas. Hhehehe. Mas EU sou diferente. Fui pra cima da hooorda de adversários, o primeiro que eu passei quebrei-lhe o joelho com uma certeeeira maçada, passeeei por dentro das peernas do segundo, o terceiro tentou me dá um gooolpe com sua espada curta, mas este escudo me saaalvou, o quarto leevou uma cabeçada na barriiiga e caiu no chão. Passando entre um oponente e oooutro, acabei esbarrando numa enooorme canela. Nesta hora a batalha se encontraava no seu êeextase, escutavamos apenas os berros dos lutadores e os choques entre as espadas, flechas voaavam sobre nossas cabeças, o monge de antes entrou na voaadora nos desprevenidos, e hora ou outra caia um raio num monte ensandeciido que se havia formado, já não dava pra distinguiiir amigo de inimigo, ehehehehe, só me lembrei quando um halfling de uma caravana que eu guiava provocou um mercador anão, nunca provoque um mercador anão, principalmente quando ele está com seus amigos, ehehehehe.

- Glut, foi quando olhei pra cima. Um enoorme brutamontes de 3, não 4 meetros de altura, múusculos de aço flexível e arrudiado de uma aura mágica balaançava seu enorme machado. Seus olhos estavam vermelhos, ele babaava tanto que parecia choover em cima de mim. Um desprecavido entrou no caminho do báarbaro e a cabeça do pobre coitado caiu sobre meus pés.

- Bruuuuurp. ( Thor relincha. )

- Opa amigo, está com sede? ( Glin leva sua taça e divide com seu garanhão. ) Hehehehe, eu e meu garanhão somos muitos semelhantes.

- Ei, não era pra você beber tudo, eu queria o resto, agora vou ter que colocar mais.

- Vejo que você tem uma estranha afeição com seu pônei. ( Fala a elfa intrigada enquanto Glin se serve. )

- Claro, um dia ele irá salvar minha vida. Como eu ia dizendo, glut. Lá estava eu em frente ao Bárbaro, o líder da facção rival, quando ele me chutou pru lado num gesto de desprezo. Eu fiquei iraaado. Fui pra cima dele serrei meus e disse: - Nunca subestime um gnomo seu imbecil. Então esmaguei o miiindinho do pé do báarbaro. Ele deu um beerro de dor, mas continuou a me despreezar. Eu invoquei os amigos espirituais de Fharlaghn, 2 texugos que subiiiram no corpo imundo do bárbaro, e começaram a morder-lhe a parte supeerior enquanto eu mordia a canela dele. O brutamontes se desequilibrouu, quase caiu pra trás, eu disse: Estou aqui, estou aqui!!! Ele respondeu: AAAARGHT!!! Olhou pra mim e veio na miiinha direção.

- Glut, glut! Percebendo que não daria cooonta do bárbaro sedento de sangue me enfurnei na multidão, eu passaava por baixo das pernas dos desgraçaados, porém o bárbaro não tinha dificuldade em seguiir-me, pois aqueles que não saiam da frente do gólias temendo sua careeta eram retalhados por seu machaado. Finalmente o imbecil me perdeu de viiista, ele coçaava a cabeça com apenas um dedo, enquanto giraava seu rígido pescoço tentaando me achar. Hehehe. Glut, eu havia subido numa plataforma feita prus líderes dos grupos assistiram o espetáaculo sem serem incomodaados. Eu puleei da plataforma gritaando: [b]- É hora do pau.*[/b]. Dei-lhe uma maçaada na cabeça. O animaal cambaleoou e quando ele menos esperava lá estava eu montaaado em seus oombros e seguraando seus cabelos enquanto girava minha maça no ar e gritava: - Hey Yo Silver! O Bastaardo girou sua arma no ar por uns seguundos tentando me derruubar, então finalmente eu caí. Glut! Eu estava no chão e meu inimigo caminhaava lentamente pra mim. Seus passos faziam a terra tremeer, e seu cheiro tinha goosto de morte. Quando ele chegou na minha frente levantou seu enorme machaaado e disse: -AAAAARGHT!!!. Desferiu seu golpe certeeiro contra um adversário caído. Mas EU me defendiii com este escudo. No entanto o golpe foi tãaao forte, que meu escudo rachou e foi prus aaares. Não satisfeeito com seu golpe o monstruooso bárbaro levantou novameeente seu machado e disse ainda mais alto: - AAAAAAR GHT!!!. ( Glin imita o bárbaro perfazendo sua taça de machado. )

- Glut, glut. Hehehehehe. Nesta hora, entre a vida e a morte percebi o quão frágil era meu oponente, pois ao levaantar seus braços pra me atacaar ele desproteeegeu, suas parte íiintimas. Então antes dele desferir seu ataque funeesto eu disse: - Espero que sua cueca seja de aço. Arremesseeei minha maça no ponto frágil do meu inimiiigo e ele caiu por terra com os olhos lacrimejaando. Enquanto meu oponente estav de joeelhos, tentando se recuperar eu fui até ele e disse: - Nunca subestime um gnomo, principalmente quando ele usa uma capa de Javali. Hahahahaha, eu senti pena do coitadinho, Ahahahahaha. Depois veio o campeeeão da minha facção e aproveitooou que o bárbaro estava de joelho pra rende-lo. Hahahahaha, a luta acabou nesta hora.

- Você é engraçado gnomo. Se algum dia voê quiser conversar durante um chá eu adoraria sua companhia. ( Diz a elfa encantada. )

- Hehehe, Se a senhorita tivesse me convidado pra uma cerveja eu adoraria.

- Heheheh ( ri baixo e discretamente a elfa. ) Vai até a torre principal e pede o melhor escudo, que eu farei o mago lhe dá.

- Muito obrigado bela senhorita.

O Javali-Caolho parte ansioso, mas ao chegar na torre principal acha o mago tão carrancudo que prefere não pedir nada. Afinal seu velho escudo já o salvara uma vez, por que não o salvaria novamente.

* referência a laranja mecânica
* referência ao quateto fantástico.


Última edição por jacome em Qui Jun 05, 2008 5:35 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Historia dos Herois

Mensagem por PaiLong em Qui Jun 05, 2008 4:46 pm


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Re: Historia dos Herois

Mensagem por jacome em Sex Jun 20, 2008 5:35 pm

[b]O Último Uivo do Lobisomem[/b]
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Glin e seus companheiros dormem num quarto improvisado onde antes era a sala de jantar do senhor Sowhsbugbril. Quando são incomodados lá pelas 4h da manhã.

TOC, TOC, TOC!!! ( A porta é espancada com força. Karort e Elena levantam-se, Glin continua dormindo abraçado com suas garrafas de vinho. )

- Quem é ??? ( Pergunta o monge Karort. )

- Eu vim comprar um cavalo, quero falar com seu Showsbugbreu. ( Fala uma voz imponente, rouca e forte. )

- Entre, entre. Realmente temos alguns cavalos. ( Fala o ingênuo monge demonstrando total confiança no forasteiro. )

- Hummmm!!! ( Glin acorda de seu sono de beleza prematuramente, faz um rápido desjejum com sua garrafa de vinho, chama o mago Druman e se encontra com o estranho. )

- Você é bem peculiar hein. ( Glin chega na frente do Golias, encara suas canelas e olha pra cima vendo um enorme marmanjo blindado, com longos cabelos e barba emaranhados e com seu rústico crânio protegido por seu elmo com chifres. )

- HAHAHAHAHA!!! Você também é uma figura estranha pequeno. Qual o seu nome??? ( O Viking olha pra baixo e ver um gnomo semi-nu e semi careca, com uma barriga protuberante e enrolado numa capa de javali, o pequeno ser possuía barba crespa e ruiva, ele estava recheado de pedras preciosa e em seu olho esquerdo brilhava um enorme topázio amarelo. )

- HAHAHAHAHAHAHAHA!!! ( ri o gnomo e o viking como se conhecessem a muito tempo. )

- Mim dá um pouco de vinho colega??? ( pergunta o gigante )

- HAHAHA!!! Imediatamente. HAHAHA!!! Feio, forte e formal, este é um dos meus. ( fala Glin enquanto serve seu convidado. ) HAHAHAHA!!!

- Então companheiros, cadê Soulsbugbring ? Eu vim tratar de assuntos com ele.

- Ele agora repousa em outro plano. ( Karort. )

- O ciclo da vida fechou-se para aquele que o senhor procura. ( Druman. )

- Eu comi. ( Glin. )

- Porque fizeram isso com ele? ( fala o bárbaro coçando sua barba. )

- Ele atormentava o espírito de uma mulher. ( Karort. )

- Apenas trouxemos justiça aquele que escravizava goblinóides. ( Druman. )

- Ele estava bem temperado. ( Glin. )

- Saiiiiba de uma coisa irmão, o seu Sowhsbugbril era um lobisooomem. ( Fala Glin enquanto senta-se com o viking em uma mesa quase destruída. )

- LOBISOMEM??? Não!!! Você comeu um lobisomem? Eles tem gosto muito ruim.

- Hahahaha, não é nada pra quem já comeu vermes gigantes. Glut!!!

- Pois é, hehehe, entramos ooontem nesta mesma sala escoltaados por um enorme bugbear. Aqui nos deparaamos com um orc canastrão, um anão que recusa bebida e com 2 lindas senhoriiitas. Hehehe, como um bom apreciador de mulheres bonitas. Eu fui logo me apresentar como o grand lord Javali-Caolho para belas donzelas. Enquanto isso Druman voltava os goblinoídes e outros humanoídes escravizados contra o lobisomem.

- Tudo andava bem, Glut! Eu havia me apresentado como grand lord Javali-Caolho, O terceiiiro senhor na regêencia do reino élfico. O monge Karort era
era meu guarda-costa pessoal e mestre em 1001 estiiilos de artes marciais, sendo ele especializado na sinistra arte esquecida do lançamento de batatas. Druman era meu sábio professor, mago que eu patrocinava e que veio comigo pra usar suas pericias de avaliação. E Elena, Huhuhuh. Ela era minha consorte terciária. Treinada por mestres orientais na arte da kama-sutra e da contorção. Hahahahahaha!!!

- Após um breve momento, um homem de olhaar desagradável adentrou na sala com uma misterioosa arma de poderes ocultos. Logo após ele entrar, Sowhsbugbril sai de seus aposeentos e veio nos recebeer. Glut!!! Tentamos faze-lo nos mostrar a bendita orbe, porém ele recusou. Hahahah! Azar dele que preferiu a violência no lugar das negociações. Hahahaha!!!

- Enquanto ele conversava com as donzelas, nos afastamos um pouco e traçaamos um plano. Eu lanceei as bençãos de Fharlangh sobre meus companheiros e então nos posicionaamos. Esperamos ansiosos Elena se aproximar das costas do inimigo assim como uma víbora traiçoeiiira se aproxima de sua presa. ENTÃO Elena atacou, dois poderooosos golpes dilaceraram a carne do vilão, mas ele se regenerou. Eu gritei: "[b]COMO OUSAS OFENDER MINHA MULHER.[/b]" Hehehehehe. Glut, glut!!! Observados por olhos de uma platéiia confusa, nós atacamos os adversários. Karort e um homem-lagarto foram enfrentaar o bugbear segurança. Elena ficou lutaando contra Sowhsbugbril. Quel Druman cegoou um outro bugbear que aparecia. Eu utilizei novamente o sagraado nome de Fharlangh pra invocaar um texugo de apoio a Karort. Hehehe, depois me posicionei embaixo da mesa. Glut!!!

- Sowhsbugbril vendo que não poderia enfrentaar Elena desarmado saltou pra cima da mesa afim de se armar. Hahaha. Nesta hora eu pensei que a mesa iria cair sobre minha cabeça. Hahaha!!!

- Apesar de eu ter derrubaado o bugbear cego com um tiro no meio da fuça, as coisas estavam feias para nós. Elena não era forte suficieente pra lutar contra o lobisomem armado. Karort e o lagarto também estavam tendo dificuldaades com o bugbear. Nesta hora o humano emburraado resolveu entrar no combate acertando o licantropo com toda fúria. Desta vez o inimigo não regenerou-se. Sowhsbugbril gritou e contorceu-se, seus músculos pareciam querer pulaar fora do seu corpo, seu rosto moldava-se em forma animaal e uma escura pelagem começava a cobrir sua pele. Logo o adversário poderoso havia se tornaado uma besta-fera cuja cabeça esfregava-se no teto, os olhos brilhaavam como fogo neegro, as garras e os dentes pareciam terem sidos forjaados por experientes ferreiros e cujo grunhiiido já era suficiente pra enviar um fraco pru infeerno.

- Vendo o meedo nos olhares dos meus companheiros, eu tinha que tomar uma atitude. Então lembrei-me do falecido Narert e comecei a soprar meu apiiito, dizendo alguns versos improvisados. Hehehehe ainda me lembro de alguns deles.

- Não temam meninos.
- o lord Javali está aqui,
- e trouxe seus camaradas pra se divertir.
- Hehehehehe!!!

- Karort e seu punho cerrado,
- Druman e seu cérebro afiado,
- Elena e seu bumbum aloprado.
- Vão dá um jeito neste bastardo. ( Glin canta e apita. )

- Inspiraado pela minha música Karort acerta um poteente chute no bugbear que cai em direção do lobisomem. A raiva da criatuura amaldiçoada é tão insana que ela entra em investida implacáavel contra nosso novo aliado, fatiando ao meio o bugbear que se intrometeu no camiiinho. a besta acerta uma gaarra no aliado e depois trucida seu braço com uma mordiiida potente. Glut! Ele continua a seguraar sua arma capaz de ferir a fera, mas sua mão não se encontra ligaaada ao seu braço. A enorme beesta preparava-se pra dar um golpe finaal e eu não poderia ficar apenas cantaando. Ataquei a fera com toda minha força utilizaando este velho escudo. Impedi o golpe funesto mas o monstro agora olhaava pra mim. Ele arremessou sua boca em miiinnha, seu bafo era podre e cheirava a fungos, de sua boca espumava uma baba venenosa, e seus dentes pareciam espaadas. Glut, glut!!! A boca demoníaca veio em minha direçãaao devastadoramente, percebendo que eu não poderia desviaar do ataque, larguei meu escuudo e me lancei de livre vontaade na boca da fera erraante. Glut, glut!!! A criatura era tão enooooorme que eu entrei com facilidade em sua boca. Enquanto eu lutava contra aquela língua imuuunda e empurraava com o restante de minha forças o palato da aberração afim de não ser engulido. Os braavos Druman e Karort agiram. Karort muniiido de uma porção do toque do carniçaal acertou um soco poderoso no estômago de Sowhsbugbril. Já o esperto Quel Druman foi mais delicado. Conhecedor de inúmeras ciências ocuultas, o poderoso mago sabiia que o ponto fraco do lobisomem era atrás da orelha e assim o atacou com um toque macabro. Glut, glut!!! Com o lobisomem paralisado devido as ações de meus companheeiros e me joguei pra fora de sua boca gritando: [b]"ELE NÃO PODE MASTIGAR SEM A CABEÇA."[/b] Elena ouvindo minhas sábias palavras, pegou a arma do companheiro ferido e arrancou a cabeça de Sowhsbugbril fora. Hahahahaha!!! Até uma criança cortaria a cabeça de um oponente paralisado. Ahahahaha!!!

- Posterior mente descobrimos que Sowhsbugbril havia matando o irmão do nosso aliado inesperado. Glut!!! Com os meus cuidados, ele sobreviveu a batalha. ( Fala Glin pru viking já no estábulo. )

- Huuum!!! Este cavalo parece ser forte.

TAP, BRUUUUMMM ( o viking dá uma tapa na bunda do cavalo que relincha. )

TAP.

- BRUUUUMMM, HAHAHAHHAHA ( GFlin dá uma tapa na bunda de Elena e relincha satiricamente, Elena tenta bater em Glin mas o gnomo caolho defende. )

- Glut. Olhe com você trata seu cafetão. Quer ficar sem cura? Hahahaha!!! ( diz o Javali pra Elena. )

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Re: Historia dos Herois

Mensagem por jacome em Dom Out 05, 2008 1:03 pm

[b]Não chores por mim Gorendill!!![/b]
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Glin acompanhando 2 bravos aventureiros numa viagem de Gorendill para Hasmer. No acampamento, ele pega sua última garrafa de vinho e divide a última gota com seu companheiro anão e murmurando diz:

- Gorendill!!! Ohh!!! Cidadezinha ruim!!! Ohh!!! Cidadizinha maldita!!!

- Deixe-me contar uma históoria, uma história de amor, não entre um gnomo e uma ou duas mulheeeres, mas entre um gnomo e sua cidaade e como toda boa história de amoor está tem traição, ódio tragéedia e vingança. Eu investi em Gorendill, dei personalidade a ela, estilo e elegância. Gorendill era minha donzela, eu me habitueeei ao rosto dela. E mesmo assim eu fui traído...

- Vocês não sabem o que me aconteceeeu em Gorendill companheiros. Eu tinha 2 camaradas, Quel Druman, um mago aristocrata bastante inteligeente e Elena Moonwise que por incríiivel que pareça ela era uma guerreira meio-drow muuuito forte. Nós 3 formos contratados por Shelt, o mago da torre vermeeelha pra recuperar um colar das mão de um halfling sicário duma figa. Hahahahaha, aquele pequeno mesmo invíciiiivel não teve chances contra os músculos de aço deste Javali-Terríiivel ( Glin mostra o bíceps e beija-o )


- Gorendill!!! Ohh!!! Cidadezinha ruim!!! Ohh!!! Cidadizinha maldita!!!

- Caros gentis-homens, o halfling mesmo embaixo da cooova, veio nos atormentar, Ele tinha muitos amiiigos que se uniram contra nós. Isso mesmo, a morte do halfling uniio a Port Dévuor com o Sindicato do Crime e nós formos peserguidos durante toda nossa estadia e MAIS os dois sindicatos estavam infiltrados na guarda de Gorandill e fizeram nossos nomes procuraaados pela cidade.


- Pois eu VI com este meu olho ( Glin aponta pro olho cago ) quando Elena foi presa pela guarda, a coitada nem tentou reaaagir. Ela foi de boa vontade pra delegâacia, cooperando sempre que possível, mas as influênciias do crime organizado são fortes em Gorendill e Elena ficou detida por tempo suficieeente pra suas companheiras de cela, provavelmente ligadas as organizaçõooes, derem um basta na vida daquele esbelta mulheeer.


- Gorendill!!! Ohh!!! Cidadezinha ruim!!! Ohh!!! Cidadizinha maldita!!!

- Enquanto Elena sofria nas mãos da guarda, o mago Druman foi feito de refém pelos criminooosos na minha própria casa. Eu tinha uma casa em Gorendill camaradas. Os crimonosos entraram em contato comiiigo fazendo exigências bem quando começou a Primavera-dos-Mortos. Eu procureeei Druman desesperadameeente, numa corrida maluca contra o tempo. Enquanto eu salvaaava velhinhos gágas, protegiiia crianças e mulheres indefesas e ajudaaava a guarda de Gorendill destruindo dezenas de mortos-vivos com o poder de Fharlangh, ( Glin empunha seu Símbolo de Prata. ) eu encontrava vampiiros, sucubus e até Gorgs, mas nada de achar o mago morinbuuundo. Então finalmente eu chego em casa e pra minha SURPRESA eu encooontro, o mago de cueca ameçado pela lâmina de um machaaado. 3 malfeitores tinha saqueado minha caasa e os itens do meu coleega mago, um troglodita, um arqueiro e outro lá cheio de itens máaagicos deviam ter capturado meu amigo mago enquanto ele dormia, maaalditos ladinos. Hahahaha!!!
Mas nós somos valentes guerreiros da futura LIBRA!!! Com este escudo mágico eu ceguei os patifes libertando meu camarada e juntos venceeemos este round!!

- Mas o descaanço durou pouco, depois de enfrentar carniçais e inumanos, a verdadeeeira batalha de Gorandill começou. As legiões de Gran atacaaavam e eu, o mago e 2 novos companheiros, um bárbaro berrento e um ranger super-desconfiadado, nós nos dirigirmos para um monte próximo a muraalhas e enfretaamos orc, bugbears e drows que tentavam invadir a cidaade. Lutamos durante toda a noiite até ser ordenado a recuaada. Nós descansamos durante um dia, mas ao atardecer a batalha recomeçooou. Agooora os senhores do monte, a recém formaaada LIBRA, entra na sua primeira batalha, expulsando os orcs pela muralha. Infelizmente quando tudo se acalma a Port-Devuir e o Sindicato nos atacam novameeente colocando os guardas contra nós. Se eu não fosse esperto suficieeente pra ganhar tempo escondido numa cortina de fumaça até os orcs recomeçarem a atacar. Hahahahaha!!! Será coincidência os orcs terem atacaaado quando os guardas de Gorandill nos perseguiam?? Eu acho que era nós que amedrontávamos aqueles orcs fediiidos. Durante a bataalha eu ceguei um bocaaadinho de orcs mas um drow dos mil diabos acabooou ma cegando também. Com sorte a LIBRA derrotou seus adversários e acabamos escapando da guarda de fininho. Hahahahah!


- Gorendill!!! Ohh!!! Cidadezinha ruim!!! Ohh!!! Cidadezinha maldita!!!


- Ehh! amigos, parece que acabou mas não. Quando eu me recuperei da cegueira, pensava que poderia descansaaar um pouco na grande festa. Eu fui pru jardim, num local mais afastado, onde estava cerdado de mulheeeeres. Hahahahaha!!! E quando eu estava paquerando uma bela elfa, chega um monge desleal das organizações tentando arrumar confusão comiiigo. Eu sou forte mas não sou u superman. Estava exaaaausto e não tinha condições pra outra briga, sorte minha que guardas honrados apareceeeram, pra tirar aquele capaanga de perto de mim. Eu então voltei pra estalaagem, onde uma bruxa velha colocou algo na minha cerva, e eu fiquei enfetizaaado. Dopado por uma cerveja demoníaca, eu tentei subir para o meu quarto, mas os pilantras crimonosos se aproveitaaaram da minha indisposição e capturaaaram. Eles pensavam que podiiiam comigo, apenas porque eu estava meio bêbado e amarrado. Mas meus excelentes conhecimentos pelo mundo me ensinaram a me libertar de tentáaaculos de Krakens, imagine de réles cordas. Eu me libertei daquelas malditas amaaarras, e usei o conhecimeto que um experiente monge me passooou, Karort, o monge da batata verde me ensinou a o estilo de luta do bêbaaado. Graças a Karort eu derrotei o inimigo e estou viiivo agora.


- Descansado e com o final das comemoraçõooes, eu resolvi sair de Gorendill de uma vez pôr todas. Fui procurar pôr Thor meu pônei, pôr Freya minha carroça e pôr Odin meu barril de cerveja, mas onde eles estaaavam? Haviam sido roubados durante a guerra. Maldiiitos gorendillenses patifes. Vêem camaradas, eu não precisaria está de carona com vcs, poderia está viajando em minha própria montaria, Mas o veneno que corre nas veias de Gorendill atingiu a mim.

- E aos pobres Druman e Elena ( sussurra o Javali-Caolho )

- Enquanto este bravo gnomo, dava seu sangue por Gorendill, Enquanto eu destruiiia dezenas de mortos-vivos, e mataaava dezenas de Orcs, Enquanto este bravo gnooomo ficava cego do meu único olho booom ( Glin aponta pru tapa-olho ), roubaram meu valente ganharão, junto com minha cerveeeja e minha carroça, caçaram a mim e aos meu amigos até a morte e nos fizeram fugir escondidos, como bandidos. Mas não chores por mim Gorendill, um dia eu retornareeei com o héroi que eu mereço ser tratado.

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Re: Historia dos Herois

Mensagem por jacome em Seg Out 06, 2008 9:32 pm

[b]A Dama do Oeste[/b]
------------------------------------------------------------------------------------------------------

Glin conversava com seus novos amigos aventureiros num acampamento improvisado, estrategicamente colocado entre estrada de barro que seguia pra Hasmer e a floresta densa
que circulava a estrada.

- Hehehehehe!!! Gnomo caolho eu gostei de Garendill, Lá eu amei muitas belas mulheres, mas não quero colocar a risco a integridade de nenhuma delas, por isso não entrarei em detalhes. ( fala o humano pra Glin )

- Belas mulheres tú dizes, nunca ouvistes do ditado que a mais bela mulher do mundo só pode dá o que tem?? Eu faço de modo diferente meu caro senhor. Como um gnomo vivido sei muito bem que na época de hoje muitos homens vivem da gentileza de mulheres sem corar. Posso citar numerosos heróis que se não fossem por serem galantes com as sobrinhas das duquesas ou com as esposas do nobres, não teriam nem as esporas da bota pra começar sua campanha. Caríssimo, deixe-me te dá um conselho, procura as belas mulheres no raparigueiro, assim não sofres o perigo de cair apaixonado por saltinhos e delicadezas artificiais que são meras armadilhas pra aprisionar no matrimônio os homens desavisados. Fora do bordel eu prefiro as mulheres ricas e vividas, essas além darem o que tem, dão também parte de sua riqueza ou conhecimento. Hhaahahahaha. ( Fala Glin com muita eloquência e com um pouco de ironia )

- Em Gorendill eu posso não ter recebido um fio de ouro, ou um diamante de uma mulher, mas recebi uma receita mágica que quase me custou a vida. Tudo começou depois de eu me bater com um monge da Port Devour ou do Sindicao do Crime ou quem sabe dos dois. Então retirei-me pra estalagem que eu estava hospedado pra evitar mais confusão. Ao chegar na estalagem, encontro uma estanha halfling com uma espécie de lagartixa no braço. Ela tinha algumas rugas na cara, parte dos cabelos eram brancos e embaraçados e ela possuía um olhar que denotava experiência. Eu me sentei exausto, exausto pois lutara não apenas 1 mas 2 dias inteiros, ao lado dela e ela me ofereceu uma graaaande caneca de cerveja. Apesar de mau-humorado não podia recusar tal gesto gentil. Eu bebi rápido e quando bebi, pelo Grande Fharlangh, arco-íres passaram sobre minha vista, e flores desabrocharam diante de mim. Eu me senti num campo dourado de trigo, onde o trigo dançava com o vento e onde o vento era música, e onde eu era o maestro. Então de repente eu queria apertar aquele traseiro na minha frente, como um zumbi que quer um cérebro fresco.

- Hahahahaha!!! Vou nem dizer que eu experimentei coisas jamais sonhadas!!! Hahahaha!!!
Depois daquela noite, eu insisti que ela mim desse um fio de ouro, ou um diamante ou pelo
menos 10PO, como dádiva pra conquistar os sentimentos desse bravo explorador. Infelizmente ela não tinha nada disso. Entretanto ela me confiou um segredo estranho, que diz a respeito de uma receita com animais ou coisa parecida, que eu ainda tenho de estudar os ingredientes com dedicação, então ela me liberou dos meus deveres de amante, assim como eu a liberei dos deveres de patrona que ela possuía.

- Depois eu voltei a estalagem e tentei tomar outra cerveja daquelas, mas parece que já
tinham acabado. Quando eu subi cansado de procurar aquela bendita cerveja parece que 2 cara chegaram dizendo que conheciam meu segredo, se eu me lembro bem, eu acertei os tabefes no primeiro e o segundo apareceu no chão. Mas eu juro que eu mantive a palavra de Javali e não contei nada que a senhora me confiou.

- Eu acho. ( sursurra Glin )

[img]http://www.fpgolfe.com.br/imagens_materias/bruxa%20grd.jpg[/img]

+

[img]http://images.paraorkut.com/img/pics/glitters/s/sorriso_da_cerveja-175.jpg[/img]

=

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Re: Historia dos Herois

Mensagem por Flávio Pinheiro em Sab Jul 11, 2009 12:52 am

[b]Entre águas turvas[/b]
--------------------------------------------------------------------------------
[justify]Após as longas hrs de viajem que nossos heróis tiveram q tracejar com suas cabeças abaixadas pela vergonha que sofreram na derrota contra os mortos vivos. Chegaraum a cidade portuária de Coral Cintilante que era ponto final de sua antiga missão. Todos de cabeça baixas vão se acomodar e se curar pelos cantos da nova cidade.

Tudo começou com uma pequena missão, que nosso companheiro anão aceitara, uma missão singela e sem muitos desafios a primeira vista, era somente para espionar um cara chamado Billy, apenas um “inofensivo” dono de taverna, mas nesse caso não era uma taverna qualquer, era a maior taverna do porto de coral cintilante.

No desenrola das investigações sem sucessos de todos os membros, no galpão que Billy escondia seus mistérios para todos, o nosso mago consegue se infiltra nos cômodos dos filhos do Billy e nas suas buscas encontra uma chave entre muitas outras coisas, mas ao usar na porta vê que funcionava e colocou a chave de volta no canto q encontrou, isso pq ele que deveria ser o mais inteligente XP.

Mas longas hrs e dias de investigação levarão ao paradeiro de um local ao qual se era feito reuniões secretas, em um armazém a cerca de 30 minutos de caminhada da taverna do Billy, os membros, incluindo o poderoso e bravo paladino vai investigar esse armazém, menos o anão que fica vigiando a taverna para o possível retorno de Billy. Encontrando um alçapão, o elfo e o druida entram cautelosamente, nisso descobrem mistérios no percorrer de suas caminhadas. Encontrão uma seita que mais parecia um ritual macabro de bruxaria, 6 membros ao redor de uma fogueira de chamas azuis. Os dois saem e procuram um inquilino qualquer na rua, achando um marinheiro “de 3 viajem“, o persuadem para ser o “laranja” e entra pela porta de frente do galpão. Para a surpresa de todos, ele entra normalmente e quando os dois entram pelo alçapão não vêem diferença no numero de pessoas ao redor da estranha fogueira.

Depois de muito tempo, Billy sai do galpão e vai a caminho da sua taverna, após um tempo sai o marinheiro como se nada tivesse acontecido, nesse momento o grupo composto pelo mago, druida e pelo paladino vão ao seu encontro e após curta conversa descobrem por uma magia soltada, sem muitas expectativas, que ele estava enfeitiçado.

Nisso o grupo volta a taverna para averigua todos os fatos acontecidos e após a meia noite, o grupo vai em direção a cozinha e descobre q dessa vez a mesma estava aberta, entrando descobrem algo ainda mais impressionante, um alçapão levando para o subsolo da taverna, o grandioso paladino se recusa a entra pois esta contra seus ensinamentos, mas logo isso é sobre-purjado quando é lhe dito que tem pessoas amarradas no subterrâneo, então todo o grupo entra e descobre a verdade: toda a família de Billy era uma farsa e seus sósias eram elementares de água.

Uma nova batalha é traçada,, uma batalha consideravel milenar por sua grandeza, iniciando com uma seguencia de magias de chamas eternas do mago e uma fulminante seguencia de ataques arrazadores finalizando com uma estocada morta do paladino no “pescoço” do elementar grande de água o grupo iniciava uma longa jornada de fight contra os elementares que aviam sobrado.
A batalha eh violenta, levando todos ao seu limite, e as barreiras do mundo saum quaze sobrepurjadas pela força dos ataques, no dezenvolver de muitos ataques inigualaveis e esquivadas lendarias, muitos dos herois presentes não agüentam e caem pouco a pouco e so deixando sobrar o paladino que vendo sua desvantagem numerica inicia sua furia sagrada ao ver seus companheiros caindo um a um.
-Silver Hand falou: desistam desse desejo de acabar com paz nessa terra, naum ah necessidade para tal ato.
-elementar de Agua medios falaram: nuncaaaa !!! queremos dominar essa terra e destruir todos os humanos e criaturas repussivas!! morraaaaaaa humanoooo !!!!
-Silver Hand falou: venha para mim seus infames destruidores da paz, enfrente-me com tudo oq vcs tem!!! ahhhhhhhhhhh !!!

assim a vontade de derrotar os inimigos e salvar os amigos fizeram com que Silver Hand se ilumina e ofusca os inimigos, assim vendo essa vantagem, Silver Hand causa um devastador ataque em um dos elementares e o destroe, diminuindo para 2 elementares. mesmo contra 2 o nobre paladino resiste de maneira inigualavel e causa danos incalculaveis nos dois inimigos, mas mesmo com todo o seu poder o paladino sozinho não seria capaz de derrotar os inimigos, mas no final derrotou junto com a ajuda de 2 bravos amigos que chegaram por uma milagrosa sorte (20 no dado de sorte, tirado pelo próprio paladino) e derrotam os demais inimigos. apos a vitoria do grande herói do bem, o paladino leva para segurança todos as pessoas desacordadas e inocentes que estavam no subsolo.

e ao olhar o calabouço por cima fala: vão em paz criaturas pertubadas pela escura aura da maldade, que em seu caminho para o ceu encontrem a paz que todas as criaturas merecem, por Darya.

Assim termina mais uma grande batalha que quaze destruiu as barreiras dos mundos paralelos ao mundo do crepusculo de verão e assim sobrando conciente apenas o paladino q recebeu mais que todos os membros de seu grupo juntos XP[/justify]
[b]-----poco apelãoooo-------[/b]

Flávio Pinheiro
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Re: Historia dos Herois

Mensagem por jacome em Qua Dez 23, 2009 12:01 pm

[b]Contos de Rothés[/b]
------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
[justify]
Nobres Rothés das colinas de Dalus se reúnem em torno do falecido amigo vitimado pela fome do predador. Chifre-Encurvado, Língua-Sedenta, Casco-Ferido e os irmãos Pêlo-Fino e Pêlo-Grosso, os anciões das seis famílias da manada fazem o primeiro círculo em torno do jovem Coração-Bovino. Eles irão jejuar durante uma semana e se lamentarão com seus melancólicos mugidos de oração enquanto giram em sentido horário em torno do morto. Tudo isso acontece para garantir a passagem segura da alma do querido Coração-Bovino para as planícies sagradas do paraíso dos Rothés-Fantasmas.

O segundo círculo é formado pela família do honorável falecido. Eles giram em sentido anti-horário e mugem alto, destacando as virtudes de Coração-Bovino para que ele seja bem aceito nas manadas dos deuses. É nossa tradição que o segundo círculo seja mais ativo que o primeiro e neste funeral não é diferente. O segundo círculo só para pra dormir ou comer algum capim, que na minha opinião estava com gosto de barba.

O terceiro círculo é o maior e é nele que eu estou. Seu objetivo é garantir que o primeiro e o segundo círculo não sejam atrapalhados em suas preces por chacais ou carniceiros. Geralmente é um trabalho fácil quando não aparecem dracosauros. Este funeral em especial parece calmo com exceção de algumas pedras reluzentes e fedidas que algumas vezes se mexem fazendo grande barulho. As vezes meus amigos dão chifradas nelas, para ver que elas param de incomodar. Elas sempre param por um tempo, mas só por um tempo.

A noite é pior, dois pequenos humanóides semprem aparecem na escuridão. Um deles lança encantamentos no defunto. Humanóide estranho, ele não sabe que coração bovino está morto. Este é inofensivo. Nós, os rothés, fomos abençoados pela grande deusa dos bovinos e não precisamos temer a magia. O outro é mais incomodo, ele se aproxima muito e deveria levar uma chifrada.

Os dias passam e nós finalmente podemos ir. O ritual foi um sucesso. O ingênuo Coração-Bovino descansa em paz. Seu corpo parece menor e não apodreceu. Talvez seja sinal de boa sorte pra manada.[/justify]

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Re: Historia dos Herois

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