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Background de Nosferatus

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Background de Nosferatus

Mensagem por jacome em Seg Nov 03, 2008 11:58 pm

[b]ficha técnica[/b]

[img]http://personal.uncc.edu/rrussi/courses/spring2002/fim4050sp02/images/nosferatu2.jpg[/img]

[b]"Nosferatu é uma palavra moderna derivada da palavra em eslavo antigo Nosufur-atu, extraída do grego Nosophoros, Portador de Pragas." - J. Gordon Melton[/b]

[i][b]Filiação[/b][/i]
[b]Nome completo:[/b] Cesare Orlok
[b]Nome do Pai:[/b] ???
[b]Nome da Mãe:[/b] ???
[b]Irmãos:[/b] ???
[b]Cidade Natal:[/b] ???
[b]Raça:[/b] Humano
[b]Classe:[/b] Clérigo de Nerull
[b]Parentes:[/b] Mortos-Vivos
[b]Classe social:[/b] Alta

[i][b]Aparência[/b][/i]
[b]Tipo físico:[/b] Esquelético
[b]Altura:[/b] 190 centímetros
[b]Cabelo:[/b] Careca
[b]Olhos:[/b] Penetrantes e bizarros olhos negros

[justify] Conde Orlok surge da escuridão em um visual agressivo e bizarro como o protótipo ser anti-social, com seu semblante sinistro que lembra uma medonha figura que traz a própria morte encarnada em si mesmo. Pestilento e doentio, Nosferatu tem os dentes em forma de duas pontas juntas como a de um rato roedor, usa um casaco preto como um gótico moderno de vida noturna, além de unhas pontiagudas e cabeça sem um só fio de cabelo. Magro e alto, esta figura horrível traz o horror encarnado assustando até o mais cético mortal.
Nosferatu é o "não morto", o morto vivo, um vampiro que nada tem de galã e sedutor pois é corcunda e de aspecto decadente.
Ele penetra na civilização do Homem como uma maldição, vindo de longe. Nosferatu bebe o sangue e transmite a peste negra a todos.[/justify]


Última edição por jacome em Qui Nov 06, 2008 9:42 pm, editado 5 vez(es)

jacome
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Re: Background de Nosferatus

Mensagem por jacome em Ter Nov 04, 2008 12:07 am

[center][b][i]Nosferatus: Uma Sinfonia de Horror[/i][/b]

[img]http://img404.imageshack.us/img404/6919/sinfoniadehorroruy5.jpg[/img][/center]

[b][i]Capítulo 1 EM QUE SE CONHECE O PÂNTANO DO SUL E SEU ILUSTRE HABITANTE.[/i][/b]

[justify]A magia se manisfesta em muitas formas. Ela pode ser doce e terna e se manifestar nos bosques encantados, ocupados por faunos libertinos e fadas amorosas, mas a magia tem duas faces. Ela pode ser amarga e cruel e se encontrar nos lugares mais sombrios.
O Pântano do Sul é o maior lodaçal de Shoigun. Lá é escuro, frio e verde.
Nas terríveis entranhas desse mundo vivo, o vento gélido da morte fere as árvores opacas que bebem por filamentos sedentos o sabor magmático dos fosfatos, o lânguido balé hídrico. A neblina espessa e escura protege a relva exterior da luz da lua. Um milhão de folhas afrontam a escuridão.
Criaturas bizarras nascem e morrem neste lugar misturando seu sangue com a lama e a podridão.
Em algum lugar uma criatura se arrasta, uma jibóia de musco pende de seu ombro, ele sente os espíritos dos cipós e a gigantesca e milenar sabedoria das plantas. Na selva retorcida de sua mente, o pequeno e apavorado mamífero que outrora foi Cesare Orlok se contrai e depois tomba inerte, e tudo que possuía de humano em si se foi. Tomado pelo pântano.
Existe um mundo verde e furioso, coisas rubras ocorrem nele. Esse mundo devora sua alma, traga tudo que te faz humano e você se torna um monstro e o mundo continua devorando.[/justify]



[b][i]Capítulo 2 QUE É SOBRE O ESTRANHO BAILE NO CASTELO NEGRO.[/i][/b]
[justify]
Depois de dezenas de anos afundando sobre a superfície gélida, finalmente a pedra negra e o pântano encontram a perfeita simbiose. Uma energia pérfida emanada pela pedra negra penetra o interior do tremedal, enquanto o pântano abraça mais uma das milhares de maciças pedras que nele residem. Centenas de anos atrás um castelo negro fora erguido sobre a lama. O castelo era residido por necromantes que a cada geração contaminavam mais as paredes malditas do castelo com seus atos funestos. Então o tempo passou e a família se deteriorou, deixando o poderoso castelo para afundar na lama enfeitiçada e tombar sobre seu próprio peso. Então é meia-noite e os mortos se levantam de suas tumbas do lamaçal e de todas as direções eles se dirigem para as ruínas desta terra profana bailar mais uma vez sobre a luz da lua cheia. Então seu caixão se abre num ranger agudo e o último descendente dos necromantes vem ser o anfitrião.[/justify]
[b]
[i]Cápitulo 3: QUE É SOBRE O NECROMONICON E A BIBLIOTECA SUBMERSA.[/i][/b]

[justify]Nosferatus vaga num labirinto de colunas e paredes. Vestígios de um imponente castelo que outrora existiu. O espectro branco entra numa antecâmara, uma das poucas salas que ainda não ruiu inteiramente. Ele afronta um caixão encostado verticalmente no tabique e banhado pela luz da lua, então o move para o lado revelando um alçapão. O portador de pragas penetra o alçapão se lançando num labirinto de túneis e corredores que formam um imenso formigueiro. Ele se desloca como estivesse em seu lar. Finalmente ele encontra seu salão. Uma biblioteca imensa onde as paredes choram lama e líquen guarda centenas de livros que apesar de estarem inutilizáveis por terem sidos consumidos pelo tempo e pelo pântano ainda disseminam grande e funesto poder. No centro do deposito, uma pequena escrivaninha cercada por uma dúzia de pilhas de livros que ainda podem ser lidos. O conde Orlok senta-se e ler. Com estranha tristeza ele leu seu último livro. A mão esquelética do conde seleciona três manuscritos. O primeiro, emoldurado com ossos, se chama "Os Tomos de Nerull", o segundo com capa de pedra é o "Livro dos Não-Vivos", o terceiro com páginas de couro é o mais poderoso e se chama Necromonicon. Entediado a sombra põe os livros sobre os braços e volta pra superfície, ele descobriu outra coisa para fazer. O Necromonicon está em branco. [/justify]

[b][i]Capítulo 4: O CONDE ORLOK RESOLVE DEIXAR SUA CASA E FAZ UMA PROMESSA OUSADA.[/i][/b]

[justify]O grande castelo negro irá se reerguer nas vastas terras do Pântano do Sul, e sua sombra banhará uma cidade-cemitério. Suas casas serão criptas habitadas por múmias e vampiros, suas ruas estarão infestadas de zumbis, carniçais e ratos pestilentos. Gárgulas e espectros formarão o trânsito aéreo do complexo. A Necrópole será suprida por abatedouros humanos e aqueles que servirão de alimento terão a honra de fazer parte de nossa habitação como fantasmas ou lívidos grosseiros. O lich-rei Nosferatus liderará a pretensiosa cidade para seu apogeu, cercado de seu harém de vampiras e súcubus e superará em fama e poder o próprio Scalfur.[/justify]
[center]
[img]http://img389.imageshack.us/img389/3887/sucubusnx8.jpg[/img][/center]

[b][i]Capítulo 5 EM QUE CONHECEMOS A ANATOMIA DE UMA CRIA DA VELHA TUMBA[/i].[/b]

[justify]O lord Nosferatus, é, em si uma figura estranha e aterrorizante. Sua imagem expressa o próprio conteúdo de seu ser maligno. Não existe em Nosferatus a dissimulação ou ocultação de sua natureza maligna. O horror se apresenta em-si e para-si. O mal está entre nós e assim se apresenta em corpo, espírito e verdade. O conde Orlok exposto toda sua vida a energia funesta de seu lar possui cerca de 1,90 m, seus músculos são esticados sobre os ossos, esses por sua vez tão resistentes como pedras. A maioria de seus órgãos são inúteis, meramente ilustrativos, e não fazem sentido. Seus olhos são bizarros e penetrantes, capazes de congelar de medo aqueles que ousarem fita-lo. Suas grossas sobrancelhas, suas orelhas pontudas, seu nariz em forma de gancho e sua tez pálida e fria é a síntese estética do horror que irá se abater sobre a civilização. Ele é a banalização do mal, sua voz é o som do pássaro da morte da meia-noite, seu semblante é austero e melancólico, sempre a procura de algo para satisfazer seu prazer insatisfazível. Ele é a sombra, ele é a escuridão, ele é uma força da natureza que nasce junto com as trevas e evolui com a noite.[/justify]

[b][i]Capítulo 6 SOBRE OS PRAZERES DO CONDE ORLOK.[/i][/b]
[justify]
Nosferatus é uma criatura entediada e por ser entediado também é melancólico. Todo o seu tempo é livre e ele usa-o a procura de entretenimento e prazer, porém sua diversão sempre é passageira. Quando não está lendo seus livros ou descansando na sua tumba, Cesare ronda as ruínas do castelo negro, simplesmente para andar. Entre suas principais atividades estão estudar o mortos-vivos inferiores que as vezes aparecem na proximidade de seu lar e tentar criar rituais macabros que tentam contatar os planos inferiores. Apesar de não precisar se alimentar, Orlok aprecia a boa e suculenta comida, assim como as bizarras especiarias de insetos exóticos. Mas seu principal prazer está no sangue alheio, o conde deseja provar todos os diferentes tipos de sangue, mas seu favorito sempre será o sangue doce e quente de jovens mulheres virgens. [/justify]

[center][img]http://img142.imageshack.us/img142/1849/nosferatu0tq2.jpg[/img][/center]

[b][i]Capítulo 7 SOBRE OS RITUAIS MACABROS DE NOSFERATUS E UM INESPERADO CONVIDADO.[/i][/b]
[justify]
Era quase meia-noite e a lua minguante se alocava no céu, no chão um círculo verde de sangue fosforescente era iluminado pela luz de 100 velas. Dentro do círculo medita o Conde Orlok esperando a lua chegar ao zênite e repetindo inúmeras vezes as palavras profanas [b]"Klaatu Barada Nicto"[/b].
O portador de pragas almeja finalmente criar algum meio de se comunicar com os planos abissais. A lua faz 90º com a cabeça careca de Cesare, ele pronuncia com mais força as palavras [b]"Klaatu Verata Nicto"[/b] e então um relâmpago vermelho é seguido de um trovão e uma nuvem de enxofre se ergue no local da luz revelando um ser exausto na frente do conjurador tirano. Nosferatus fica impressionado, o seu ritual era fraco e não existia a possibilidade de ocorrer tal manifestação. O Conde ajuda seu inesperado convidado e percebe que suas poderosas palavras foram apenas usadas como uma faísca de ignição ou como um ponto de referência por algo mais poderoso ocorrido em um dos infinitos infernos. [/justify]

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