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Aldrey MidStone (Pedra Ruiva)

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Aldrey MidStone (Pedra Ruiva)

Mensagem por PaiLong em Qui Abr 22, 2010 11:03 pm

[font:af78=Arial][b]Prefacio[/b][/font]

[i]De todo caminho trilharei sem olhar para traz
E nos ancestrais me guiarei avante
Glorias justa serão voltadas a uma família quase renegada
O fervor da pedra é o que busco
Nada posso negar se o Martelo de Weddlin me faz guiar
Ate o ultimo suspiro da minha determinação se esvaziar
Pois só na morte ele caminhara ate a gloria que vou encontrar

De Meu nome tenho orgulho
E o levo junto comigo nesse árduo destino
Que me faz trilhar sem lamentar o caminho do guerreiro
Anão eu sou, gigante de persistência e ganância
Quero o Mundo e um lugar para me aventurar
Tesouros não me faltaram
Me Chamo MidStone nome que não ouvirás
Pois em Pedra Ruiva saberá ate onde um anão pode chegar

Meu nome já introduzi
Palavras fúteis podem ate ser
Se paginas em branco esse livro permanecer...[/i]


Última edição por PaiLong em Qui Abr 22, 2010 11:18 pm, editado 2 vez(es)

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Re: Aldrey MidStone (Pedra Ruiva)

Mensagem por PaiLong em Qui Abr 22, 2010 11:06 pm

[font:4e28=Arial][b]Capitulo 1: Avante ao desconhecido [/b][/font]

[i]Da Pedra Sou,
Da Pedra vivo,
Mas dela me afasto[/i]

Mesmo com o esplendor e a magnitude de Weddin que jorra nas grandes fornalhas de Garv, meu dever de anão não pertence mais a este lugar, de gloria nada irei achar se ficar a ser uma marionete daqueles velhos anciões (Lordes).

Apesar de gratificante e lucrativo o trabalho nas minas o ouro não me trará e só a velhice irei alcançar para um dia poder dizer que da Gilda da Picareta eu vivi e nela pereci com minhas costas enfraquecidas do peso que tive que levar numa vida calma em Ozimmar (região de Garv).

Uma formação na academia¿ Bah! Uma vida dessa não me pertence, o sangre fresco das minhas mãos fica ausente, é o mesmo que desprender um dos meus órgãos, esquecer a adrenalina e quem sabe ate o fio daquilo que dizia ser uma arma.

Ouvi falar de bravos anões que saíram dês das Gélidas montanhas de Garv, e na guerra de outros povos se meteram, e ate fundar um reino fizeram onde suas muralhas gloriosas afugentam ate os mais vis seres nefastos desse mundo, e claro escondem tesouros que deixaria qualquer individuo pasmado. Deixaria eu me ausentar deste grupo de bravos guerreiros que levam o nome do Grande Ferreiro?

Das caravanas vejo que o meu destino há muito tempo já estava escrito na rocha que deveria sair daqui e no mundo a fora por a gloria do Weddlin a prova. Dalus dizem ser o reino que viajaremos, e um mercado Mágico irei encontrar algo tão imenso que não pode se enxergar o fim que ele tem a ter, mercadorias de todos os tipos, parece interessante, quem sabe este olho por a prova o que se deseja crer das palavras de um viajante.


Última edição por PaiLong em Qua Ago 11, 2010 9:50 pm, editado 2 vez(es)

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Re: Aldrey MidStone (Pedra Ruiva)

Mensagem por PaiLong em Qui Abr 22, 2010 11:11 pm

[b]Capitulo 2: Oriundos da Caravana[/b]

[i]Do Crepúsculo nada vi
Mas vários calos já senti,
Até Dalus chegar[/i]

Longo é o caminho que trilhei em terras distantes de meu lar me vislumbrei desde a imponente presença do Mar da Tempestade assim como o suave Mar Branco que esconde em seu berço os derrotados das profundezas de garv, sábio é aquele anão que de terras molhadas seus pés nunca tocaram.

[i]“Se ao mar suas mercadorias deve passar
Deixe aos humanos se aventurar.”
[center](Ditado Anão)[/center][/i]

De sua natureza a desordem prevalece, ladrões em essas estradas muitos encontrei, e no meu machado os fiz perecer, território hostil e confuso assim como as terras de Nova Hasmer que de seus floricultores fazem arte de se torna mulher.

E de mulher amigos, tenho que falar, essas humanas são formosas como uma jóia, se de uma carne uma cerveja a minha presença vierem do meu agrado sempre terão assim como a satisfação de uma noite com um jovem anão.

Infelizmente o tempo a elas não podemos esperar, humanos são criaturas persistentes e que buscam em sua curta vida a satisfação de alguma realização, contudo nada é tão fácil e as limitações temporais aparecem mais cedo ou mais tarde para essas criaturas, deixando assim em suas gerações seguintes o dever de alçar o que não pode alcançar.

Elfos sutis e imprevisíveis como as florestas e seus mistérios que lhe fazem de moradia, tenho receios ao me comunicar, nunca se sabe o que se passa em suas mentes e seus meios ou fontes para obter o poder de sua vivacidade, praticamente imortais são, alem de possuidores de um vasto conhecimento mágico, grandes inimigo dos Orc’s, seres nefastos que vem a destruir a ordem do nosso mundo, ao meu respeito terão até que se prove o contrario.

Essas terras têm de tudo, dizem que todos os itens comerciáveis assim como as mais diversas criaturas sociáveis já passaram por esses portos, sua metrópole gigantesca faz jus da sua capacidade de mercado, infindáveis becos é o que podemos encontrar, até um cidadão qualquer que por lá se aventurar grande chance terá de não encontrar um jeito de voltar, dizem que pessoas desatentas que passam pelos distritos mais baixos acabam sumindo e nunca mais voltam a ser vistas, mitos que com cautela respeitarei.

[i]Esta ser Merunja,
Terra de marinheiros e comerciantes,
Das prostitutas cheias de “perfume”,
Das ruas com cheiro de peixe
E das bebidas mais fortes.
Se um dia aqui eu ficar a me aventurar em uma noite de Glin
Meu instrumento se enchera de doenças que nunca pude sonhar,
Mas ainda assim valera pelas mil e uma tavernas que eu teria há visitar.
[right](contos de um bardo)[/right][/i]


Última edição por PaiLong em Qua Ago 11, 2010 9:51 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Aldrey MidStone (Pedra Ruiva)

Mensagem por PaiLong em Qui Abr 22, 2010 11:16 pm

[font:d210=Arial][b]Capítulo 3: Mercado Mágico[/b][/font]

[i]Cheio de atrativos e magia ser este lugar
Artigos e criaturas que nem em Merunja pude encontrar
Dês do pó da fadinha cor de rosa
Ao imponente berrante de Minotauro
Pude vislumbrar.

Mas somente em uma modesta Taverna
A aventura pudera se manifestar
Quando aos berros de um magricela pude escutar
Sobre bruxas e kobolds que iriam se encontrar[/i]


Ura ao Anão que aqui chegou! Berço da civilização é onde estou. Terra do magnífico Castelo das 1000 Faces, esculpido de cristais onde reza a lenda que a rainha dos elfo’s se encontra em um sono mágico a um período que somente um dragão poderia ousar tentar, o mistério é o que se põem naqueles corredores brilhantes e do folclore varias lendas pude me questionar ao enigma dos portais que a varias dimensões podem nos levar.

Tal estrutura pude ver de perto, sua imponência brilhosa que faz qualquer mineiro babar e os diversos engenheiros se questionar de como essa magnífica por excelência peça se fez brotar em uma região cuja os minerais escassos até Garv são, mas não se deixe a enganar, Dalus está longe de ser o que foi, tornando-se uma senhora respeitável a qual observa de longe seus filhos crescerem.

O mercado mágico não é mais nada que uma visita cordial cheia de interesses mútuos, aonde diversos povos podem fazer suas transações sem que a diplomacia a confronte, como um mercado negro mas com proporções gigantescas, ministrada e julgada pessoalmente pela autoridade do reino.

Algo tão simples, mas ao mesmo tempo grandioso, moldado em um grande circulo que tem como centro a torre de cristais, onde em seu interior varias outras seções se distribuem, podendo a medida que se distancia do centro precisar de horas até então poder dizer que está fora da área de influencia do mercado assim como da autoridade que nos protege de possíveis e inconvenientes ladinos.

Uma imensidão de seres e objetos estranhos, dês do pó da Fadinha cor de Rosa ao imponente berrante dos chifres de um Minotauro. Mas apesar de tudo querer olhar, ao cansaço meu corpo se encontra e em uma simples taverna precisava repousar.

O dia amanheçeu, uma caneca e uma carne estava a me deliciar até ser interrompido pela presença de um magrelo que aparentemente gostava de em muitas palavras dizer o necessário. Inconveniente foi minha primeira impressão ate que em outras criaturas pude escutar sobre bruxas e kobolds que iriam encontrar.

Minha curiosidade reinou neste momento, que vil criatura seria aquela a qual sua arte se assemelhava tanto aos meus pobres irmãos que sucumbirão a Nergal duque do inferno congelado nas frias profundezas de Garv.

Das escadas mais vieram e ao chegado momento podemos nos apresentar...

[i]Ao chamado me prontifico
Do meu machado e escudo precisarão
Pois deste anão o fervor de um guerreiro encontrarão
[center](MidStone)[/center][/i]


Última edição por PaiLong em Qua Ago 11, 2010 9:54 pm, editado 3 vez(es)

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Re: Aldrey MidStone (Pedra Ruiva)

Mensagem por PaiLong em Seg Ago 09, 2010 11:48 am

[b]Capitulo 4: Uma Noite de Açougueiro[/b]
[i]
“Se ervas é o que procura,
Acabara por achar donzelas”[/i]

Magia amigos, negra por natureza, camondongos virando kobolds e sangue se transformando em pergaminhos, foram o que eu pude ver nesta pequena caminhada.

Mas mais estranho que isso foi o entardecer, quando um dos membros (Raiz-podre) intrigantemente passou a procurar ervas, creio que queria fazer um chá ou praticar as artes de Nova Hasmer, nada que agradasse um bravo guerreiro como eu. Mas quem diria, a sorte reinou pra tal floricultor, uma dama o requisitou e fez um gato procurar, e a nossa graça acabou a nos levar a um açogue onde Zé do Picadinho pude encontrar, um artista da carne.

Um Humano perculirmante agradavel e de um Humor inquestionavel, satisfazendo com seu justo jugamento o verdadeiro valor de uma refeição, carater que até colocava as pistas ao local em parcial receio.

Uma bricadeira de mal gosto é o que posso dizer, pois mesmo indo contra vontade, invadir seu recinto me fez abrir meus olhos cegos por tal fartura. Entendo agora o ranceio dos deuses com a presença boemia de Glin, como puderá imaginar, que perante à alegria de um amante da boa comida fazer de um fiel açogueiro seu inimigo?

[i]
“A vida as estradas Glin forneceu,
mas em suas ramificações
nosso livre arbitrio ele nos ofereceu
a dadiva do desconheçido,
curioso não?”
[center](Contos de um Bardo)[/center][/i]


Uma forte luz que se projetava da porta, quando a mesma foi aberta, cautelosa foi à nossa passagem a um desconheçido territorio que se propagava a nossa frente, receio dominadava todos menos o Paladino errante Silver Hands que aparentimente sabia do que se tratava tal brilho que emanjava daquela porta, confiança nos deu e assim entramos...

Palavras não serão uteis para quem nunca esteve neste lugar, tamanha imensidão jamais tinha visto, parecia uma casa de horrores para os vegetarianos, milhares de carnes postas ao longo de todo salão ocilando junto as correntes que lhe faziam sustentar, as mesmas brotavam do céu, e se o mesmo tinha um fim, nada pude destinguir. E se adimiras com apenas tais detalhes, tenho que lhes dizer, mais sinistro ainda era a musica que emanava de tal espaço, animada porem morbida, uma combinação aterrorizante que pos a nossa coragem em teste.
- É amigos, estamos falando de uma outra dimensão!

Mas tenho que adimitir, apesar do medo que em meu coração tal lugar deixou, descuidado fiquei a me questionar sobre os principios magicos que pudera então criar tal lugar, uma carne que um dia foi minha refeição me arremeçou ao chão, armadilhas para completar a agonia de ficar em tal lugar...

Ao continuar, conseguimos visualizar a bancada do açougueiro assim como o maldito gato que procuravamos. Ao nos aproximar uma risada familiar pudemos escutar, era o Zé do Picadinho, Alegre como uma criança que acabara de ganhar novos brinquedos.

[i]“A refeição estava posta a mesa
E o embate à se deliciar,
Carnes malcriada ficaram a se rebelar
Contra aqueles que vinheram resgatar
O gato que Raiz Podre tanto ficou a procuar.”[/i]

O embate foi duro, e Zé do Picadinho estava a contar com um rebanho de corpos morbidos, a qual mal sabiamos que eram apenas distraçoes cheias de recheios explosivos prontos para nos derrubar caso as mesmas não podessem dar conta do recado. Mas em todas adversias nós pudemos contar com a grande sorte e proeza do mago Falcão Solar que conseguio deferir uma flecha milagrosa no peito do maldito açogueiro e terminar o que parecia um caminho direto para o moedor.

Mas se de um relapso de tempo para descansar era o que buscavamos, estavamos a ficar enganados pós a mesma Flecha de falcão Solar tinha partido em pedaços o amuleto que regia tal dimensão fazendo o plano entrar em colapso e nossa fuga desesperadora...

Se de tanta pancada algo havia à me recompensar apenas tempo tive para descansar, mas como nada disso poderia bancar as cervejas e as carnes que eu puserá a me alimentar, ali no mercado negro pus a trabalhar junto a gnomos que me deram uma gigante perda a eu pilar.

Pequenos de tamanho mas grandes de coração são os gnomos, criaturas espertas e honestas que pagam bem pelo trabalho se o mesmo for bem efetuado, não sei como aquela pedra naquela casa chegou, mas ao meu dia-a-dia ela me custou. ( Magia de Teletransporte eu creio)

Ali conheci Costela Fina um meio-elfo fransina de voz fina e frutas gigantes, que puserá a nos contratar para salvar sua fazenda dos ditos grimiloquezim que não paravam de lhe pertubar, e nos dar uma ou duas de suas filhas se aquela praga pussecemos a cessar...



Última edição por PaiLong em Dom Out 24, 2010 6:50 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Aldrey MidStone (Pedra Ruiva)

Mensagem por PaiLong em Seg Ago 23, 2010 11:37 am

[b]Capitulo 5: Uma Longa e cansativa caminhada[/b]

[i]“Ao passo de lesma-tartaruga
fomos a se estressar”[/i]

Poucas palavras poderiam ser justas ao que se diz do resto de Dalus, o caminho a que suas estradas levam fazem jus ao nada, que é o seu interior, um gigante pasto para os imponentes Rothés Fantasmas, grandes bisões peludos capazes de utilizar magia assim como deixar gigantescos rastros de coco por onde passam.

Se calos criei para chegar a Dalus, neste momento apenas consegui ser torrado pelo sol vermelho de crepúsculo de verão, um buraco para se alojar falta muito faz, pois nosso pacato transporte era por si uma criatura lenta por natureza com uma idade avançada, o que por se só parecia mais ser um ato de bravura bastante intimidadora pois a loucura poderia tomar conta de qualquer pessoa sã nessa longa e entediante caminhada, entendo agora porque o velho Costela Fina em alguns momentos conversava com seus legumes gigantes, é o preço a se pagar por querer chegar ao mercado sozinho.

Tenho receio que os grimililoquizim’s eram o menor dos problemas desse louco velho, pois acabaria por se tornar um legume com mais 3 ou 4 viagens dessas, mas posso estar errado, já que o mesmo possui laços élficos, o que por si gera outra duvida pois neste caso não largaria a minha razão dizer se mais influenciaria a paciência ou o apreço pela natureza como um fator determinante para acabar a virar um vegetal, mas deixemos essas intrigas para outro momento, acho que estou sendo influenciado pelo ócio que é esta viagem.

[i]“Chega de se questionar, pois na duvida existe uma turma de gnomos para sempre animar aquilo que na duvida ficou”[/i]

Um dia como qualquer outro daqueles que não espero tão logo relembrar, uma voz grave por tonificação veio a assustar aquele que aos seus vegetais muito amar, “Desçam da carroça e deixe-me todos seus bens”. Nunca imaginei dizer, mas pela primeira vez gostei dos tais ladinos que do ócio me tirou.

Recusar foi o que fizemos, e em um passe de mágica nossa carroça acabou por se quebrar e estarmos rodeados pela gang dos gnomos de barba colorida, literalmente pois do preto ao arco-íres eu pude ver. A batalha em si não foi desafiadora e como qualquer boa diversão não demorou para acabar e teve como fim varias barbas a se aparar e seu líder Barba-Preta a fugir com ajuda de um pergaminho de teletransporte, pena este não, curtas seriam minhas viagens com aquele papel, mas dos males nenhum existiu além do desconforto de prosseguir aquela viagem sem fim.

Logo chegamos sem nenhuma outra festa ao racho de Costela Fina

(continua)

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Re: Aldrey MidStone (Pedra Ruiva)

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