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A história de Groenty

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A história de Groenty

Mensagem por LP-Ara em Sab Fev 02, 2013 12:22 am

[center][b]A cidade de Groenty[/b][/center]

A cidade de Groenty era desconhecida e só foi passar ao conhecimento das pessoas há cerca de cinco anos quando ela começou a se destacar pela venda de um peixe muito raro e muito procurado pelas tavernas mais chiques de Shoigun. As correntes marítimas próximas a Groenty trouxeram a prosperidade para a cidade, pois através da exportação desse peixe foi que ela consolidou sua economia.

Juntamente com a prosperidade veio à criação do reinado de Groenty onde a linhagem dos [i]Lork Rais[/i] assumiu o trono. [i]Griran Lork Rai[/i] foi o primeiro rei a assumir o trono e também o que se encontra nos dias atuais, ele é um rei que valoriza muito a linhagem, mas que chega a ser muito arrogante por valorizar somente a realeza. A cidade de Groenty era muito tradicional, desde o formato da cidade até mesmo sua população. A cidade tinha o castelo como de costume e o título que o nome de alguém carregava era o maior cartão de apresentação da cidade.

Distante da população estava o castelo e sua realeza, os nobres da cidade sempre faziam questão de visitar o castelo quando vez ou outra eram convidados para uma festa por lá. O prestigio e o glamour eram conquistados por influência ou linhagem, os casamentos eram arranjados e as festas eram privadas. Os nobres não se misturavam com a plebe, e isso parecia não incomodar a população da cidade de um modo geral que aceitava aquilo sem questionar.

O rei Griran Lork Rai apesar de arrogante administrava bem a cidade e fazia com que ela prospera-se. Ele vivia muito de imagem, mas durante a fase em que a cidade começara a ganhar visibilidade uma coisa trágica aconteceu, o rei perdera sua rainha e também sua única conselheira que o fazia melhorar como pessoa e se acalmar diante das pressões da cidade. Após uma semana de tristeza e lamentação ele se recompôs e dividiu sua tristeza com sua única filha, [i]Lany Lork Rai[/i] a bela princesa de Groenty. Esse acontecimento mexeu muito com a cabeça do rei que começou a fazer coisas bruscas e sem pensar, ele nomeou um braço direto sem mesmo avalia-lo direto, criou cargos sem serventia no castelo e até criou uma comissão para buscar candidatas a nova rainha, essa ultima ação foi imperdoável para sua filha Lany que passou a falar pouquíssimo com ele. Completando a situação difícil do rei, um pouco depois dessas nomeações feitas por ele, chegara à cidade um grupo de supostos mercenários que tinham uma licença para entrar em Groenty e com a chegada desses mercenários tudo iria mudar.

A cidade de Groenty tinha por tradição não aceitar qualquer estrangeiro que chegasse à cidade. Para entrar nela era necessário comprovar parentesco com alguém de dentro ou ter alguma autorização especial que permitisse o acesso. A cidade possuía um cadastramento rigoroso das pessoas que estavam na cidade para assim poder detectar algum intruso.

Foi em meio a esse contexto que surgiu na cidade um grupo de mercenários que misteriosamente tinham um certificado dando permissão de acesso a cidade. Segundo constava no certificado de acesso, eles estavam na cidade à procura de uma espécie de monstro nunca visto antes. O fato de aquele grupo ter um certificado já causava desconfiança e dúvidas e ainda alegando estar a procura de uma nova espécie de monstro fez a guarda da cidade ter uma desconfiança total naqueles estrangeiros. De fato o documento apresentado pelos mercenários era falso, mas a guarda não havia conseguido descobrir isso e eles acabaram entrando.

Esse grupo de mercenários era composto por cinco membros, duas mulheres e três homens. Todos eram jovens de espírito livre, boas pessoas, de origem humilde e sonhavam em acender seja economicamente, o caso de três dos cinco membros, ou como aventureiro, o caso dos outros dois membros. O real motivo da vinda desse grupo de mercenários para Groenty era para conseguir juntar as armas e armaduras utilizadas pelos Orgurats, pois nos mercados de toda Shoigun era item ainda raro e muito procurado pelos aventureiros novatos, com a venda desses itens o grupo poderia conseguir um bom capital para iniciar a jornada deles.

Um desses mercenários, o menos preocupado com riqueza e mais preocupado com crescer como aventureiro se chamava [i]Serigon[/i] um jovem muito honrado e sonhador. Serigon era muito habilidoso com espadas e sempre guiava o grupo para um bom caminho quando via que eles poderiam se perder e cair no caminho errado. O garoto adorava conhecer lugares novos e pessoas novas, muito do aprendizado dele era fruto das conversas e experiências com as novas pessoas.

Nesse mesmo período que Serigon e seu grupo chegavam à cidade, Lany desejava sair, pois seu pai cada vez mais tomava medidas sem sentido. Lany havia se entristecido com a mais nova decisão de seu pai, que ela iria casar com o príncipe [i]Nurios[/i] da uma prospera vila vizinha, isso tudo com intuito de expandir o reino. O que mais havia decepcionado Lany foi o fato de seu pai, o rei, diante da mãe dela em outros tempos ter prometido que faria diferente de todos os outros reinos e que deixaria sua filha escolher com quem ela casaria sob avaliação dele. Depois de todas as medidas sem nexo que seu pai havia tomado, aquela do casamento havia sido o estopim para Lany, a garota começara a montar o seu plano de fuga que começou com uma extensa carta explicando os motivos da fuga para seu pai e entre outros assuntos ela pedia para que ele lembrasse da mãe dela, a rainha, e tudo que ela havia ensinado aos dois sobre bondade e união. Nessa carta Lany também fazia um apelo a governanta do castelo que havia cuidado dela durante toda sua vida, para que agora tomasse conta do seu pai.

Paralelo ao plano de fuga da princesa, o grupo de Serigon começava a conhecer tudo e todos na cidade, afinal era raro haver estrangeiros por ali. Em um dos passeios do grupo eles conheceram uma bela e simpática garota, muito educada também, que se encantou pelas histórias das viagens do grupo de mercenários, ela se chamava [i]Ilyth Noly[/i]. Depois de ouvir muitas histórias a Ilyth Noly ficou muito empolgada com tantas histórias (como era muito raro alguém novo ficar muito tempo na cidade as histórias do grupo de mercenários era um tipo de atração artística para a população) que acabou convidando todos os membros do grupo para sua festa de aniversário que seria na semana seguinte.

Uma coisa curiosa na cidade de Groenty era que algumas imagens da família real eram expostas em vários lugares da cidade sempre acompanhadas de alguma frase poética criada pela rainha, mas como ela havia falecido sua filha assumira o comando da criação das frases nos últimos tempos. Em virtude disso todos os cidadãos e visitantes conheciam o rei Griran e sua família. E foi dessa forma também que todos souberam do casamento da princesa, que foi anunciado com algumas imagens de Nurios pela cidade.

Na mesma época do aniversário de Ilyth Noly, a princesa Lany havia preparado sua fuga que envolvia esse aniversário, pois Ilyth na verdade era melhor amiga de Lany, porém elas só mantinham contato por cartas e raramente se viam devido ao controle do rei sob a segurança de Lany. Com o argumento de ser o aniversário de Ilyth, Lany conseguiu a permissão de seu pai para ir a festa acompanhada de uma escolta de guardas. Em poucas ocasiões Lany havia ido para a casa de Ilyth, mas as duas se davam muito bem e por esse motivo Lany pediu ajuda a amiga, para a sua fuga. Elas planejaram tudo nos mínimos detalhes e naquela noite a princesa conseguiria fugir da cidade e consequentemente do destino de seu casamento arranjado e das angustias e erros do rei.

O plano começou no caminho do castelo até a casa de Ilyth, Lany inventou que estava passando mal foi quando uma cortina de fumaça cobriu ela e os guardas abrindo uma brecha para que ela escapasse da vigilância deles. Essa fumaça foi criada por alguns amigos de Ilyth a pedido dela. Lany correu na direção da casa de Ilyth passando por becos escondidos para não ser encontrada e foi em um desses becos que o pai de Ilyth, que havia concordado em ajudar também apesar de ser contra a fuga de inicio, estava esperando a princesa com um disfarce. Ela vestiu o traje, que era de um garoto e adentrou a casa de da família de Ilyth pela porta dos fundos.

Na casa de Ilyth estavam todos os convidados e a festa estava bem agitada, foi quando a mãe da aniversariante deu o sinal a ela fazendo referência à chegada de Lany na casa. Nesse momento Ilyth pediu licença aos convidados e foi na direção dos fundos da casa para receber a amiga. Sem saber de nada disso Serigon entrou no corredor dos quartos da casa de Ilyth após errar o caminho do banheiro. Sem perder tempo Ilyth rapidamente levou sua amiga a seu quarto, pois lá estavam a muda de roupa e os mantimentos para a fuga de Lany. Quando Ilyth entrou no corredor dos quartos junto com a princesa, elas esbarraram em Serigon e caíram os três no corredor, num ato de pressa Ilyth já escutando os guardas chegaram na porta de sua casa, segurou a mão tanto de Serigon quanto de Lany (que no momento estava disfarçada de menino) e os levou para seu quarto onde pegaram as roupas e mantimentos e em seguida foram para a porta dos fundos.

Foi chegando ao fundo da casa que Ilyth falou:

“Minha amiga Lany eu te admiro demais e só desejo sua felicidade, estou muito preocupada com sua fuga e não quero que você vá sozinha. Como temos pouco tempo esse rapaz o Serigon irá com você e assim você estará bem.”

Serigon sem entender nada da situação, mas muito perspicaz como um verdadeiro aventureiro, seguiu as instruções da aniversariante e correu levando a princesa, que até então para ele era um menino. Antes de partirem Ilyth entregou uma carta a Serigon, que aparentemente era pré escrita (uma espécie de cheque) onde a família dela se comprometia a pagar pelos serviços prestados a ela, e falou que ele seria bem recompensado, como mercenário, por proteger Lany. O garoto meio sem jeito pegou aquele papel e correu, levando a princesa.

Os dois vagaram por muitos dias, mas sempre sendo seguidos por guardas de Groenty liderados por um astuto major da cidade. Durante esse tempo de fuga Serigon logo no primeiro dia rasgou aquele contrato que garantia o recebimento do dinheiro, explicando a dama esfarrapada em panos de roupa que para proteger alguém e participar de uma aventura ele não precisava receber por isso iria por vontade própria. Além dessa atitude, muito do que o garoto fazia e falava fez a princesa se sentir segura e animada. Os dois ficaram muito próximos, o que facilitava a deles dos guardas que ainda os seguiam.

Após fugir diversas vezes dos guardas nos dias que sucederam a saída da cidade, o major da guarda construiu um plano bem bolado para capturar a princesa fugitiva e o arruaceiro que supostamente havia raptado ela sem nenhuma razão aparente.
Enquanto isso na cidade, o pai de Lany entrou em um estado de agonia pelo fato da filha ter sumido. Ele leu a carta dela, mas não se conformava com a situação e criou uma história mirabolante para as pessoas da cidade. Nessa história a princesa havia sido raptada e que a cidade também correria perigo. Dessa forma ele conteve os ânimos dos cidadãos e não revelou a insatisfação de sua filha frente a sua administração e comportamento. Com o intuito de reforçar ainda mais sua invenção de que a princesa havia sido raptada que o rei resolveu criar uma comitiva do resgate a princesa e essa comitiva ficou responsável por organizar um cadastramento de equipes dispostas a resgatar a princesa.

Nesse intervalo de tempo o rei ficou sabendo de uma noticia muito desanimadora a respeito de sua filha. Em meio à fuga do resgate bem formulado pelo major de Groenty para resgatar a Lany, a princesa e o mercenário acabaram se escondendo numa caravana de monstros estranhos e com olhar frio que facilmente venceram alguns guardas da cidade e fizeram o major recuar. Essa caravana na verdade era de Orgurats. A única notícia que confortava o rei era a de que os dois se infiltraram na caravana e não foram notados, mas ficou a dúvida no ar se eles foram descobertos em seguida. O major também conseguiu vê-los adentrando o que parecia ser uma grande fortaleza criada em uma montanha próxima da região em que estavam.

Com essas noticias todas sobre sua filha, Griran rapidamente criou uma forma de incentivar os mercenários, heróis ou seja lá o que fosse a resgatar sua filha e punir o arruaceiro. O rei mudou o discurso e anunciou para a população que o arruaceiro estava liderando um grupo de monstros desconhecidos e fortíssimos e eles tinham a princesa na posse deles dentro de uma fortaleza ao leste da cidade. A forma mais rápida para incentivar os grupos de resgate foi oferecer prêmios altos em dinheiro e itens mágicos, como também um lugar de prestigio na realeza. Para uma cidade marcada pela rigidez das posições sociais e por uma reverência a realeza, oferecer um cargo alto era como um sonho para muitos. Após esse anuncio do rei diversos grupos foram formados e alistados, grupos internos da cidade e estrangeiros também. Ao todo foram cadastrados dez grupos, mas só foram aceitos dois grupos, pois o rei exigiu que só teriam a chance de tentar salva-la e ganhar o prêmio os grupos que estivessem devidamente cadastrado e aceitos.

Com todas essas noticias rolando e o grupo de mercenários procurando por Serigon há dias, foi que eles ligaram os fatos e perceberam que o arruaceiro que o rei falara que havia levado sua filha na verdade tinha grande chances de ser Serigon. Contando com a suposição correta, o grupo de mercenários mesmo sem se inscreverem foram ao resgate de seu amigo, pois ele estava duplamente em perigo tanto pelos grupos de resgate quanto pelos monstros. Dos outros grupos aceitos um era liderado por Nurios que ainda queria a mão da princesa a qualquer custo, para enriquecer a vila dele e por último havia um grupo de mercenários anões que tinham como característica principal as armaduras cheia de pedras preciosas.

Antes que os dois grupos oficiais de resgate saíssem, a cidade de Groenty foi surpreendida mais uma vez por uma visita inusitada de estrangeiros. Dessa vez foram cinco pessoas liderados por uma mulher de cabelos vermelho escarlate, uma espada falante e um pingente em forma de pena no pescoço, [i]Nine[/i]. Ela vinha fazer uma coisa que geralmente a Hope Ray não fazia que era avisar do perigo dos monstros que enfrentariam, sem alegar ser de qualquer grupo ela tentou negociar com o Rei para impedir que ele enviasse qualquer grupo para lá e deixasse que ela resolveria sem precisar de premio.

E assim se encontra a cidade de Groenty hoje...

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