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Background Reing!

Mensagem por LP-Ara em Dom Fev 09, 2014 12:01 pm

[center][font:7b06=Comic Sans MS]1 - As crônicas de Reing [/font][/center]

[justify] A história de [b]Reing[/b] começa na cidade de [b]Nuriage[/b], local onde ele nasceu. Logo quando criança, mais precisamente aos cinco anos, aconteceu o primeiro fato marcante na vida do garoto, esse fato foi a partida de seu pai para uma viagem de onde nunca retornaria. Como [i]Nuriage[/i] era uma cidade com muitos aventureiros, grande parte dos cidadãos tinham as aventuras como principal oficio. Assim como a maioria das pessoas de Nuriage, [b]Kiron[/b], o pai de Reing, era aventureiro e pouco depois do nascimento de [i]Reing[/i] partiu para uma missão da qual ele nunca retornou.

   O episódio do desaparecimento do [i]Kiron[/i] marcou muito a vida de [i]Reing[/i] e o fez ter poucas lembranças do pai. Após esse episódio, [i]Reing[/i] viveu apenas com sua mãe [b]Nayline[/b] e sob os ensinamentos dela passou a desenvolver seu espírito de aventureiro...[/justify]

[center][font:7b06=Comic Sans MS]1.1 - As crônicas de Reing – A cidade Nuriage[/font][/center]

[justify]   A cidade de [i]Nuriage[/i] se localiza no extremo norte da ilha de [i]Boustmar[/i] e é rodeada de mistérios. Um desses mistérios é quanto ao surgimento da cidade que acreditam ter sido criada a base de magia, muito embora muitos cidadãos dizem que isso é só uma lenda.
A cidade é composta por cinco níveis, ou andares, que correspondem aos bairros. A população tem livre acesso a todos os níveis com exceção do último onde se encontram os líderes da cidade. Apesar da disposição física em andares não existe nenhuma divisão social entre eles, pois em todos os andares é possível encontrar desde pessoas simples até as mais ricas.[/justify]

[img(700px,500px)]http://imageshack.com/a/img163/4064/vj28.jpg[/img]
[size=9]Visão geral das redondezas de [i]Nuriage[/i][/size]

   
[justify]A cidade de [i]Nuriage[/i] tem uma paisagem bem diferente e é cercada de cachoeiras, vastos campos e várias ruínas. No seu interior é uma cidade muito bonita e bem construída, tem polos de comércios e serviços organizados separadamente dos polos residências e essa disposição é vista em cada andar da cidade. Além de toda sua organização e beleza, [i]Nuriage[/i] é uma cidade muito próspera e formada basicamente por aventureiros desde o simples mercador até os líderes da cidade.

   Outra característica peculiar da cidade é a da existência de diversas guilds, em virtude do grande número de aventureiros, criadas a partir da união de um grupo de aventureiros com seus diversos objetivos. Dentre as diversas guilds que existentes as mais famosas e poderosas são: “Lobo da Neve” e “Lua Cheia”. A guild Lobo da Neve é a mais tradicional e a que contém os aventureiros mais famosos, bem como o herói e rei da cidade.

   Inicialmente a cidade era governada por um líder aventureiro que juntamente com alguns conselheiros tomavam as decisões importantes, mas o papel de rei só foi criado após um episódio da história de Nuriage chamado de “O escudo de Torion”.

[center][font:7b06=Comic Sans MS]1.2 - As crônicas de Reing – Passado de Nuriage [/font][/center]

   Apesar de existirem muitos boatos quanto à origem da cidade [i]Nuriage[/i] existe um fato verídico que marcou a história da cidade que deram o nome de “O escudo de Torion”. O episódio histórico da cidade é narrado por todos os cidadãos com muito fervor e admiração, todos contam que o aventureiro, que hoje é rei, [b]Torion[/b] foi o protagonista da maior batalha já vivida pela cidade conhecida como “A Batalha da Lua Azul”, onde o Necromante [b]Zirgur[/b], que era não só um dos mais poderosos aventureiros do inicio da história de Nuriage, mas também um dos mais sombrios e temidos, decidiu tomar a cidade para si mirando os mistérios e os poderes místicos contidos na criação da cidade.

   A batalha foi protagonizada em um dia atípico quando uma lua azul apareceu no céu e misteriosamente [i]Zirgur[/i] ganhou mais força durante aquela noite. Em meio a investida de [i]Zirgur[/i] pelo controle da cidade foi que surgiu a figura de [i]Torion[/i], na época o líder da guild [i]Lobo da Neve[/i], para deter [i]Zirgur[/i] e seus seguidores contanto com a ajuda de toda a guild [i]Lobo da Neve[/i],[i] Lua Cheia[/i] e diversas outras guilds menores.

   Após muitas reviravoltas o destino do combate foi selado com a vitória das guilds com destaque para [i]Torion[/i] e seu brilhante escudo. Nessa batalha, as guilds foram a bandeira da população, pois ninguém apoiava a tomada de poder por [i]Zirgur[/i].
Como resultado desse combate, as pessoas da cidade de [i]Nuriage[/i] reconheceram [i]Torion[/i] como principal herói da batalha e o decretaram rei. Apesar do resultado ser o que a população queria, o fim do combate deixava duas outras consequências que de longe não era o que qualquer população iria querer para sua nação.

   As duas consequências negativas foram deixadas por [i]Zirgur[/i] antes de sua derrota para [i]Torion[/i] e foram chamadas de “As Ilusões de Zirgur”. A primeira “ilusão” foi uma torre imensa nas fronteiras da cidade, uma torre muito alta sombria e que emana uma energia muito forte para as regiões próximas. A segunda “ilusão” foi uma magia nunca antes vista que foi proclamada pelo Necromante em seus últimos instantes de vida, onde a magia criava um tabu na cidade no qual nenhuma criança nascida em [i]Nuriage[/i] seria usuária de magia com exceção de uma que nasceria todos os anos com esse poder, revelado apenas aos 10 anos de idade da criança. Uma vez que a criança com poderes mágicos fosse identificada seria preciso aprisioná-la em uma cúpula anti magia pelo resto da vida para seu poder mágico ser desfeito, como consequência do não cumprimento disso à cidade passaria por uma série de catástrofes naturais que destruiriam a cidade e sua prosperidade.  

   Além dessas duas consequências, muitos estudiosos da cidade suspeitam de outro fator que surgiu depois do famoso episódio do [i]Escudo deTorion[/i]. Esse outro problema foi o surgimento de uma espécie de clone do rei.

   Os primeiros anos do reinado foram “anos de ouro” tudo prosperava e o rei era bem popular tanto pelo seu carisma quanto pela sua competência administrativa, porém ao longo dos anos o rei foi ficando cada vez mais sério, calado e introspectivo. Na gestão da cidade, o rei passou a tomar atitudes absurdas até mesmo quando todos ao seu redor o aconselhavam a não fazer ele realizava algo sem fundamento. Completando o quadro do problema com [i]Torion[/i], ele foi visto muitas vezes conversando sozinho e agindo de modo contrário ao que todos estavam acostumados a vê-lo agir.

   Os indícios de que um clone do rei havia sido criado vieram através da rainha [b]Merandí[/b] que ao tentar amparar seu marido durante um de seus devaneios, presenciou um rápido reflexo dele bem mais novo, num ambiente escuro e sombrio exclamando coisas as quais o marido real respondia a todo instante.

[center][font:7b06=Comic Sans MS]2 - As crônicas de Reing – Continuação [/font][/center]

   Depois de alguns anos sem o pai, [i]Reing[/i] amadureceu muito rápido desenvolvendo muito o seu lado de aventureiro. Uma das grandes razões foi o incentivo de sua mãe que havia sido aventureira quando jovem, mas que abandonou o oficio para cuidar do filho.

   Cada dia que passava [i]Reing[/i] se mostrava um lutador mais habilidoso e focando nesse talento surgiu a aptidão para aquele que seria o seu trabalho principal, o de guarda costas. Ao perceber o quanto havia evoluído, o jovem guarda costa se viu confiante para realizar suas primeiras missões que eram desde proteger carruagens em estradas até proteger alguns artistas em viagens.

   Em meio aos trabalhos realizados, [i]Reing[/i] recebeu uma oportunidade que iria mudar o rumo de sua vida completamente. O jovem guarda costa havia rebedido a oportunidade de trabalhar para a família do Conde [b]Porton[/b], um dos nobres com maior contato com o rei e sua família.

   Após realizar alguns serviços para a família do conde, [i]Reing[/i] havia recebido alguns elogios e incentivos para seguir no ramo, mas a oportunidade que ela estava por receber era algo que ele nunca imaginaria.

   Em um dia chuvoso e muito frio, o conde [i]Porton[/i] pessoalmente convidou [i]Reing[/i] para a casa dele sob o pretexto de contratá-lo para um novo serviço. Alguns dias antes desse convite a cidade estava em plena movimentação, mas Reing nem desconfiava qual a razão dessa movimentação intensa. Ao chegar à mansão do conde dois mordomos já o esperava na entrada abrindo a porta para o garoto entrar.

   Já dentro da casa o conde revelou uma noticia extra oficial, ele queria contratar os serviços de [i]Reing[/i] a mando da Rainha [i]Merandí[/i]. Inicialmente o jovem guarda costa ficou muito surpreso, mas conforme o conde explicava a situação o garoto ia assimilando aquele que seria o maior desafio de sua vida.

   As palavras do conde [i]Porton[/i] ao longo da conversa com [i]Reing[/i] eram as mesmas que a rainha havia usado para pedir o favor ao conde que dizia o seguinte: “Jovem aventureiro, esse pedido não pode ser interpretado como o de uma rainha para um súdito, mas sim o pedido de uma mãe que ama muito sua filha e seu marido.”. Depois de uma breve pausa continuou: “Estou muito abalada com as notícias de que o meu marido está sendo manipulado por um clone dele, entendo a movimentação que estão fazendo para adentrar a torre sombria em busca do clone, mas não é só isso que me aflige...”. Nesse momento o conde bebeu o resto do vinho que havia em seu cálice e continuou: “A minha querida filha [b]Bielyth[/b], nasceu com poderes mágicos que pude detectar antes mesmo dela completar os 10 anos, pois hoje ela está com apenas nove.” Naquele momento o conde encerrava as falas da rainha e tudo que falaria seriam suas próprias palavras.

   O conde olhou fixamente para um quadro na parede, que mais parecia uma foto, onde estava pintado ele com a esposa juntamente com a rainha [i]Merandí[/i] e o rei [i]Torion[/i]. Após desviar o olhar do quadro continuou a falar explicando que a missão de [i]Reing[/i] seria levar secretamente a princesa [i]Bielyth[/i] para longe de [i]Nuriage[/i] com o dever de protegê-la de qualquer um que tentasse capturá-la, bem como cuidar dela passando os ensinamentos da vida.

   A missão certamente era um grande desafio para o jovem guarda costa e serviria de grande aprendizado para sua vida. Sem pensar, mas também como não havia escolha, o jovem  aceitou a missão enfatizando a enorme honra que era servir ao conde e a rainha. Após aceitar a missão [i]Reing[/i] recebeu, do conde, todas as instruções de como ele levaria a princesa.

   No dia previsto para inicio da exploração da torre em busca do clone do rei [i]Reing[/i] deveria aproveitar a movimentação e secretamente entrar numa passagem exclusiva para realeza do castelo, pois lá a rainha [i]Merandí[/i] estaria à espera para entregar sua filha [i]Bielyth[/i] ao jovem aventureiro.

   Assim como planejado pela rainha foi que ocorreu, no dia de grande movimentação das guilds da cidade para exploração da torre, o jovem [i]Reing[/i] adentrou o castelo e lá se deparou com a rainha disfarçada em roupas simples com uma garotinha ao seu lado. A primeira ação da rainha foi pedir para olhar o rosto de Reing para dessa forma gravar o rosto daquele que protegeria sua filha. Ela então entregou [i]Bielyth[/i] e as duas ficaram em prantos, mas sem muito tempo para despedidas o jovem guarda costa reverenciou a rainha, pegou a garota e partiu prometendo protegê-la com a própria vida.

   Ao fugir com a pequena princesa, [i]Reing[/i] se perguntou o porquê do conde ter o escolhido para aquela missão quando existiam diversos outros aventureiros famosos e poderosos para serem contratados. Após pensar um pouco ele chegou à conclusão de que havia sido escolhido, porque escolher um aventureiro forte e conhecido iria chamar muita atenção e facilitar a busca pela princesa. O jovem aventureiro também percebeu que devido à ilusão de [i]Zirgur[/i], que obrigava os cidadãos a aprisionar a criança com poderes mágicos, muitos aventureiros da cidade bem como a guarda iria tentar capturar a princesa [i]Bielyth[/i] para aprisioná-la na cúpula anti magia privando-a de qualquer futuro promissor.

   Na busca pela segurança da princesa, [i]Reing[/i] reunião todas as economias fornecidas por sua mãe e arrecadadas por ele ao longo dos anos, e decidiu fugir para o mais longe possível da cidade de [i]Nuriage[/i] indo assim para a antiga [i]Gorendill[/i] para de lá continuar a jornada de sua vida.

   A viagem até a antiga [i]Gorendill[/i] foi árdua e durou cerca de dois anos até que [i]Reing[/i] chegasse a cidade. Nesse longo caminho para [i]Gorendill[/i], [i]Reing[/i] e a princesa passaram muitas dificuldades e situações de risco o que favoreceu para estreitar um laço de fraternidade que no inicio era de muita rebeldia por parte da princesa, mas que no fim dos dois anos passou a ser de família como se [i]Reing[/i] fosse o irmão mais velho que ela não tinha.

   Atualmente [i]Reing[/i] se encontra na antiga [i]Gorendill[/i] juntamente com [i]Byelith[/i] buscando novas aventuras para ajudá-los a sobreviverem.
[/justify]

[img(275px,330px)]http://imageshack.com/a/img546/2513/axye.png[/img]
[size=9]Imagem de [i]Reing[/i] e [i]Bielyth[/i] no inicio da jornada.[/size]

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LP-Ara
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