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Defensores da Torre - Conto

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Defensores da Torre - Conto

Mensagem por RatinhoBr em Dom Mar 30, 2008 12:52 pm

[center][b]Defensores da Torre[/b]


[justify]Existia um reino que fazia fronteira com as temidas Terras Selvagens. O rei, com medo de
um ataque dos Orcs que viviam naquelas terras, ordenou que fosse construída uma
grande linha de torres. Muitas tropas ficavam as torres para defender sua terra
natal.

No entanto, anos se passaram sem sequer um Orc aparecer. Manter todos aqueles
soldados prontos para a batalha era muito caro para o tesouro real. Conforme o
tempo passou o exército da fronteira foi reduzido até restarem apenas um par
de soldados por torre. Mas esses poucos soldados foram selecionados dentre dúzias
de heróis. Na torre mais longe estavam os dois melhores homens de todo o exército.
O primeiro era um habilidoso arqueiro que, com dois arcos mágicos, valia por três
soldados. O outro era um guerreiro extremamente forte, capaz de vestir a
armadura mais pesada e uma espada de duas mãos que matava qualquer um que
chegasse perto com apenas um golpe.

Ambos sabiam dos riscos daquele trabalho e o medo deles virou realidade quando
viram do topo da torre uma gigantesca infantaria Orc saindo das Terras Selvagens
e marchando em sua direção. Sem a menor chance de lutar do lado de fora contra
tamanha quantidade de inimigos e tendo a honra suficiente para cumprir suas
ordens, eles resolveram manter a posição e defender a torre, não importasse o
tamanho do exército inimigo.

O Arqueiro posicionou seus dois arcos mágicos nas aberturas do topo da torre.
Estes arcos tinham a habilidade de disparar flechas mágicas contra os inimigos
de seu dono. De suas costas ele pegou um arco e preparou uma flecha contra o
primeiro Orc estúpido que entrasse na sua frente. O Guerreiro carregou todas as
pedras soltas e outras coisas pesadas que pudesse encontrar para o segundo andar
da torre. Ele planejava despejar esses objetos nas cabeças dos que conseguissem
entrar. Depois, ele desembainhou a espada e permaneceu parado, com o coração
batendo forte, de frente para a única entrada.

Nos minutos seguintes os Orcs estavam perto. Eles estavam confiantes de que
facilmente entrariam e acabariam com qualquer resistência. O Arqueiro preparou
com cuidado seu primeiro tiro. Disparou uma flecha certeira na cabeça do
inimigo mais próximo. O Orc caiu morto. Com uma palavra mágica ele ordenou aos
seus arcos que atacassem qualquer um que estivesse ao seu alcance. Logo, os
inimigos estavam com receio de se aproximarem do arqueiro, pois uma chuva mortal
de flechas derrubava todos os Orcs com muita facilidade. Afinal, eles pensavam
que só tivessem dois defensores na torre, e como eram pouco inteligentes essa dúvida
foi suficiente para criar uma discussão dentre eles.

Depois de pensarem por longos minutos, os Orcs concordaram que atacar por
diversas direções seria a melhor maneira de se aproximar. Essa simples estratégia
os encorajou a prosseguir com o combate. Mais uma vez
o Arqueiro e suas armas encantadas começaram a disparar flechas mortais
na multidão de Orcs. Mas essa tentativa foi em vão pois era impossível parar
os Orcs . Eles eram muitos para apenas dois arcos mágicos e um Arqueiro. Mesmo
assim os arcos mágicos e o Arqueiro estavam dando conta dos Orcs.

Mas a infantaria Orc não estava sozinha. Um Orc mago estava no meio deles.
Vendo seus companheiros caírem ao seu redor, ele decidiu lançar uma bola de
fogo para queimar os arcos, mesmo que a bola de fogo não atingisse os supostos
arcos mágicos. Todos envolta do mago puderam ouvir palavras mágicas sendo
ditas e viram uma imensa bola de fogo sendo criada em sua mão direita. Então,
balançando todo o corpo, ele lançou o feitiço contra os arcos mágicos e o
Arqueiro. O Arqueiro foi jogado para trás no impacto da bola de fogo contra o
muro de pedra. Ao se levantar, todo o seu tronco estava chamuscado e seus três
arcos pegando fogo no chão. Não havia nada mais que ele pudesse fazer a não
ser descer as escadas e defender a entrada.

O Arqueiro permaneceu no segundo andar com uma boa vista da porta. Em frente
dela estava o Guerreiro, preparado para mutilar todo o exército inimigo.
Finalmente, após chutar e usar pesados machados, os Orcs abriram seu caminho
para o interior da torre. A entrada era suficientemente larga para dois Orcs
passarem ao mesmo tempo. Mas os dois primeiros a entrar caíram mortos assim que
puseram seus pés imundos no chão da torre. O Orc da esquerda, que era o maior,
teve o peito perfurado pela espada do Guerreiro. Já o Orc da direita, caiu para
trás com uma flecha atravessada na garganta. Balançando a espada de duas mãos,
o Guerreiro matou mais um soldado da segunda dupla que entrava no interior da
torre, enquanto que o Arqueiro preparava outra flecha.

Logo mais uma dupla entrava, e mais outra e então vários Orcs haviam entrado
no primeiro andar da torre. Ao subir a velha escada de madeira que levava para o
segundo andar, o Guerreiro foi ferido no ombro esquerdo por uma lança, enquanto
aparava um ataque frontal de um grande machado do outro Orc. A esta altura o
Arqueiro estava pronto para atirar novamente. Ele escolheu um dos maiores
inimigos e lançou sua flecha nele, mas a armadura era tão resistente que o
invasor nem sentiu a flechada.


O primeiro andar estava tomado de inimigos. O Guerreiro continuava lutando no
meio da escada e o Arqueiro recarregava sua arma. Não havia esperanças no coração
dos defensores. Então, num ato desesperado, o Guerreiro saltou para trás e
bateu com toda sua força no degrau em que estava. Seu plano havia dado certo,
os Orcs caíram junto com os destroços da escada de volta no primeiro andar.

Mesmo com o ombro esquerdo sangrando, o Guerreiro começou a arremessar pedras
nos Orcs , forçando-os a sair correndo da torre. No final, os Orcs saíram
da torre pois queriam armar uma melhor estratégia para invadi-la.

Os defensores, tendo então tempo para recuperar o fôlego, podiam ouvir os Orcs
do lado de fora planejando o próximo ataque. Nada que os Orcs pudessem pensar
daria certo: a torre era muito alta para escalar, suas pedras eram lisas e muito
bem construída para que se pudesse demolir. Mas Arqueiro e Guerreiro estavam
presos do lado de dentro, cercado de Orcs em volta deles. O Arqueiro viu os Orcs
desaparecerem na escuridão da noite. Alguns minutos depois, podia-se escutar um
barulho vindo do bosque que ficava nas proximidades. Do topo da torre, eles
viram os Orcs voltarem com grandes tochas acessas. Não havia escapatória.

Num gesto rápido o Arqueiro pegou uma corda e disse a seu parceiro para descer.
Era a única chance deles. O Guerreiro concordou, assim começaram a descer. Mas
os Orcs não eram tão estúpidos, pelo menos um deles. Um pequeno Orc
havia ficado escondido no escuro vigiando a torre e agora gritava dando o
alerta.

Chegando ao chão furiosamente, o Guerreiro correu na direção do Orc que ficou
de sentinela. A alma dele jamais descansaria em paz sabendo que havia sido morto
por causa de um alerta de um mísero
Orc! O pequeno soldado Orc, vendo o humano espumando de raiva, gritando e
correndo em sua direção, ficou tão assustado que disparou na direção de
onde estava o cavalo do mago. Seguido pelo Arqueiro, o Guerreiro e o desesperado
Orc correram rápido o suficiente para ficar a uma distância segura do exército
Orc.

Logo, o Orc havia alcançado o cavalo. Montando rapidamente no animal, ele tomou
as rédeas e começou a galopar. Os humanos, sem fôlego, sabiam que eles só
tinham uma chance: uma flechada certeira. Clamando por todos os nomes dos deuses
do bem que ele podia se lembrar, o Arqueiro preparou o tiro certeiro que
salvaria a vida deles. Nesse momento eles podiam ouvir um barulho enorme como o
trovão que era uma centena de Orcs correndo em sua direção. Ele
relaxou o pescoço e fez sua mira certeira, direto nas costas do pequeno Orc.

Com essa cena abençoada, os defensores correram aliviados até o cavalo.
Guerreiro estava tão alegre que só conseguiu rir da cara do apavorado Orc, poupando sua vida. Então
gargalhando e gritando coisas bem comuns numa hora dessas, Guerreiro e Arqueiro
sobreviveram para contar sua aventura, galopando para bem longe daquela torre.

Fonte: http://www.geocities.com/coeuswc/coeus.html

[/justify]
[/center]

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